Plus500

22.9.07

Diminui o Déficit da Previdência

Folheando os jornais deste sábado deparei com uma notícia que traz dados bastante significativos: um dos grandes problemas ainda existentes no Brasil é o tamanho do rombo na Previdência Social. Em agosto do ano passado o déficit era da ordem de R$ 3,2 bilhões. Agora, um ano depois, ele foi reduzido em mais de 20%, fechando o saldo mensal em R$ 2,5 bi. Isto foi atribuído, principalmente, a uma melhor arrecadação nas empresas e ao aumento de empregos formais - com carteira assinada, além do cancelamento de benefícios pagos a pessoas já falecidas e identificadas através do censo previdenciário.

No mês passado, a arrecadação aumentou quase R$ 500 milhões, crescendo 3,8% em relação a julho, e 11,2% em relação a agosto de 2006. O total arrecadado em agosto foi de R$11,68 bilhões, número também considerado recorde. Porém, as despesas também cresceram 3,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, fechando em R$ 14,27 bilhões.

Parece muita coisa, mas levando em conta a magnitude dos gastos públicos, que incluem os custos para tocar a máquina do governo, a folha de pagamento dos servidores federais, os salários e benefícios indiretos dos congressistas, a explicação para o superavit primário registrado nos últimos anos é função de um melhor controle fiscal em cima dos inúmeros impostos cobrados dos contribuintes PF e PJ (e um maior combate à sonegação) fazendo a nossa acharcante carga tributária compensar a ineficiência administrativa, que destina poucos recursos para investimentos em infraestrutura - e limita o crescimento.

Este poderia ser mais um atalho para chegarmos logo ao "Investment Grade".

Mesmo com o dolar depreciado, a nossa balança comercial continua favorável - pelas restrições às importações - mas não há alternativas no orçamento para que o Governo possa abrir mão da CPMF. Custear despesas à base de impostos não é a melhor forma de um país crescer e, com o tamanho da nossa dívida interna, uma pausa no corte dos juros, neste momento, será um peso a mais na emissão e rolagem dos títulos públicos. Mais moedas fabricadas e dinheiro em circulação podem levar a um recrudescimento da inflação. E a ciranda financeira gera menor produtividade para atingir um aumento do PIB na casa dos 5%. As "filiais" também têm seus problemas... difícil é achar as soluções!

Saldos de Investimentos Estrangeiros

As Estrelas da Bolsa

20 ações para um Brasil que cresce

Mesmo com a crise deflagrada no final de julho nos mercados financeiros internacionais, é positivo o cenário para o Brasil nos próximos 12 meses. Ao colocar na balança, de um lado, a atual crise e, de outro, a perspectiva de o país melhorar sua classificação de risco, a maior parte dos especialistas ouvidos pelo Guia EXAME não tem dúvida: o Brasil está mais perto do grau de investimento do que de um tropeço provocado pela turbulência externa. Esse panorama beneficia investimentos na bolsa de forma geral -- e favorece algumas empresas em particular. Para apontar as ações que mais devem se valorizar até setembro de 2008, foram consultados 25 analistas dos principais bancos e corretoras do país. Suas recomendações foram comparadas com uma pesquisa da consultoria Economática, que analisou indicadores financeiros das empresas para apontar as mais promissoras. O resultado é uma seleção de 20 papéis de bancos e de empresas de consumo e infra-estrutura, que ganham quando a economia cresce.

Bematech (BEMA3)
Setor Informática
Potencial de alta - 78%
A empresa, que abriu o capital em abril, é líder em equipamentos para automação comercial e bancária. Seu diferencial, dizem os analistas, é um sólido posicionamento estratégico. Desde 2004, a companhia decidiu se concentrar num segmento bastante lucrativo, o de pequenos varejistas. Hoje, fornece impressoras de cupons fiscais para a maioria dos comerciantes informatizados do país.

BR Malls (BRML3)
Setor Imobiliário
Potencial de alta - 75%
Maior administradora de shopping centers do país, a BR Malls une dois dos setores mais promissores da bolsa, o de consumo e o imobiliário. A empresa aluga os espaços dos shoppings para os lojistas. Também é considerada uma companhia bem gerida -- tem, como sócios bem participativos, o fundo de private equity GP Investimentos e o bilionário americano Sam Zell.

B2W (BTOW3)
Setor Internet
Potencial de alta - 45%
É a companhia que resultou da fusão entre os portais de comércio eletrônico Americanas.com e Submarino, anunciada no fim de 2006. Hoje, é a única representante na bolsa de um dos setores mais pujantes da economia, o de comércio eletrônico. Os analistas têm a percepção de que se trata de uma empresa bem administrada.

Cemig (CMIG4)
Setor Energia elétrica
Potencial de alta - 42%
Além de ser uma generosa pagadora de dividendos, a Cemig, controlada pelo governo de Minas Gerais, deve se beneficiar com o esperado aumento da demanda das indústrias por energia elétrica nos próximos anos. Além disso, é vista como uma das estatais mais bem geridas do setor.

Embraer (EMBR3)
Setor Aviação
Potencial de alta - 42%
A ação se valorizou bem menos que o Índice Bovespa nos últimos anos em razão da queda da cotação do dólar frente ao real, que diminuiu as receitas de exportação da companhia. Recentemente, porém, a Embraer fez um esforço de vendas e aumentou em 50% sua carteira de pedidos de aeronaves e jatos executivos, que serão entregues nos próximos anos, o que vai beneficiar os resultados financeiros da empresa.

Cesp (CESP6)
Setor Energia elétrica
Potencial de alta - 39%
O setor é promissor. A maioria dos analistas espera um aumento das tarifas de energia nos próximos anos, puxado pelo maior crescimento do país. Estatal controlada pelo governo paulista, a Cesp vem passando por melhorias de gestão e por um processo de corte de despesas. Especula-se ainda que a companhia esteja sendo preparada para ser privatizada. Caso se confirme, a tendência é que suas ações se valorizem mais que a alta de 39% já prevista.

Braskem (BRKM5)
Setor Petroquímico
Potencial de alta - 38%
Espera-se um aumento da demanda por plásticos e outros petroquímicos nos próximos meses -- a venda desses produtos costuma crescer duas vezes mais que o PIB, e projeta-se uma expansão de 4,5% para a economia brasileira em 2007 e 2008. Além disso, a empresa reduziu seu endividamento e deve diminuir seus custos de produção, em razão das sinergias geradas com a compra da Ipiranga, anunciada no início deste ano.

Plascar (PLAS3)
Setor Autopeças
Potencial de alta - 38%
A aceleração da indústria automotiva no Brasil deve aumentar a demanda por painéis, pára-choques e outras peças de veículos que a companhia fabrica. Os analistas também acreditam que seus principais acionistas, o bilionário investidor americano Wilbur Ross e a gestora de recursos Franklin Mutual, devem buscar adquirir outras empresas do setor para criar um dos maiores grupos de autopeças da América Latina.

Brasil Telecom (BRTP4)
Setor Telefonia
Potencial de alta - 36%
Os analistas esperam que o imbróglio societário que prejudicou a cotação dos papéis nos últimos anos seja resolvido. Além disso, a esperada mudança na lei de telecomunicações abre caminho para uma fusão com a Telemar, desfecho positivo para as duas companhias. Os riscos, porém, não são pequenos. As perspectivas para o setor são pouco promissoras.

Gerdau (GGBR4)
Setor Siderurgia
Potencial de alta - 35%
É fornecedora de aço para algumas das indústrias que mais crescem no Brasil -- a automotiva e a de construção. Também espera-se aumento das vendas no mercado americano, em razão dos maiores investimentos do governo em infra-estrutura. Apesar de ter fábricas nos Estados Unidos, a empresa não deve sofrer com a desaceleração do mercado imobiliário no país, porque, lá, vende pouco para esse setor.

Unibanco (UBBR11)
Setor Bancos
Potencial de alta - 35%
Uma política de corte de custos e melhorias de gestão vêm elevando a rentabilidade do Unibanco para patamares próximos aos dos concorrentes Bradesco e Itaú. O bom desempenho, porém, ainda não foi totalmente percebido pelos investidores, o que abre espaço para que as ações se valorizem nos próximos meses.

Bradesco (BBDC4)
Setor Bancos
Potencial de alta - 34%
A perspectiva de crescimento econômico, queda dos juros e aumento da renda da população é excelente para os bancos, que ganham condições favoráveis para ampliar suas carteiras de crédito. O Bradesco é uma das instituições que mais se beneficiam desse novo cenário. Com forte presença no varejo, o banco deve aumentar os financiamentos imobiliários e empréstimos pessoais.

Duratex (DURA4)
Setor Material de construção
Potencial de alta - 34%
Fabricante de produtos de madeira, louças e metais sanitários, a companhia beneficia-se do recente boom da construção civil no país. Além disso, é uma das poucas empresas de capital aberto que vendem materiais de acabamento.

Aracruz (ARCZ6)
Setor Papel e celulose
Potencial de alta - 33%
Apesar de sofrer com a queda de receitas provocada pela valorização do real, a Aracruz, maior fabricante mundial de celulose de eucalipto, vem melhorando os resultados com o aumento das vendas para China e Índia. As exportações concentram-se em celulose, mais lucrativa que o papel.

Perdigão (PRGA3)
Setor Alimentos
Potencial de alta - 33%
O segmento de carnes passou por um de seus piores momentos em 2005 e 2006, com os surtos de gripe aviária na Ásia e na Europa. Para os próximos meses, porém, o cenário é positivo. A demanda por produtos de proteína animal está em alta, especialmente na China e na Índia, e espera-se que os custos de produção diminuam devido à queda dos preços de insumos como milho e soja. Por estar num patamar baixo, as ações da Perdigão têm mais potencial de alta que as da concorrência.

Vale do Rio Doce (VALE5)
Setor Mineração
Potencial de alta - 33%
A fornecedora de um terço do minério de ferro consumido no planeta deve continuar aumentando sua produção para atender à crescente demanda da China. Espera-se um novo reajuste de preço do minério em 2008. Os analistas também elogiam as recentes aquisições de empresas feitas pela Vale -- importantes para diversificar o portfólio de produtos.

Weg (WEGE3)
Setor Máquinas
Potencial de alta - 33%
A empresa consolidou-se como uma das maiores fabricantes de motores e equipamentos elétricos do mundo, conhecida por ofertar produtos com tecnologia de ponta. Tem sete fábricas no exterior, em países considerados promis sores, como China e México.

CCR Rodovias (CCRO3)
Setor Transportes
Potencial de alta - 32%
Maior grupo privado de concessões rodoviárias da América Latina, a CCR Rodovias é considerada forte candidata para vencer as licitações de estradas que a União e os governos estaduais devem promover nos próximos meses. Além disso, desde maio de 2006 as ações da CCR fazem parte da carteira do Índice Bovespa, o que dá mais liquidez aos papéis.

Usiminas (USIM5)
Setor Siderurgia
Potencial de alta - 32%
A perspectiva de crescimento econômico beneficia as siderúrgicas que, como a Usiminas, vendem para o mercado interno. Além disso, as ações da empresa continuam baratas se comparadas às de suas concorrentes internacionais.

Petrobras (PETR4)
Setor Petróleo
Potencial de alta - 32%
A estatal consolida-se como uma empresa de combustíveis, que investe em gás e biodiesel, além de aumentar sua produção de petróleo. A ação da Petrobras é quase obrigatória no portfólio dos estrangeiros que aplicam no Brasil. Quando o país obtiver o grau de investimento das agências de risco, a expectativa é que esses investidores aumentem seus aportes na Bovespa, o que deverá valorizar o papel.

Check-list
Saiba como acompanhar suas ações para decidir se é hora de manter, comprar mais ou vender
- Fique atento à divulgação dos resultados trimestrais da empresa e veja se ficaram dentro do previsto. Se sim, mantenha o investimento

- Se os números pioraram, tente entender o que aconteceu lendo relatórios de bancos e corretoras sobre a empresa. Se possível, converse com analistas. Leia revistas e jornais. Caso as opiniões sejam majoritariamente pessimistas, venda a ação

- Caso os resultados sejam melhores que o esperado, pode ser a hora de investir mais

- Tente ir a assembléias de acionistas. Diretores e, às vezes, o presidente da empresa explicam os resultados da companhia e tiram as dúvidas dos investidores.

Fonte: Exame Online

21.9.07

Telemar consegue financiamento e confirma OPA a R$ 45 por ação; leilão será no dia 11 de outubro


A Telemar Participações (TmarPart) anunciou que obteve o financiamento necessário para elevar o valor da Oferta Pública de Aquisição (OPA) para ações preferenciais da Tele Norte Leste Participações (TNLP) de R$ 35,09 para R$ 45.

De acordo com comunicado enviado pela companhia, o valor total do financiamento contratado pela TmarPart é de até R$ 12,7 bilhões.

A fim de cumprir as determinações da Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado norte-americano), que prevê que qualquer alteração relevante nas condições de oferta pública deve ser divulgada com, no mínimo, dez dias úteis de antecedência, o leilão Tele Norte Leste, anteriormente marcado para o dia 25 de setembro, fica definitivamente marcado para o dia 11 de outubro de 2007, às 13h15.

O prazo para registro das ações preferenciais da Tele Norte Leste fica confirmado para as 12 horas do dia 11 do próximo mês. O prazo de habilitação para o leilão fica confirmado para as 18 horas do dia 10 de outubro. A TmarPart declarou também que o valor de R$ 45 não será alterado.

A TmarPart anunciou em abril a intenção de fazer uma oferta pelas ações preferenciais das companhias negociadas em bolsa: a Telemar Norte Leste (Tmar) e a holding que está imediatamente acima desta, a Tele Norte Leste.

Em julho, foi realizado o leilão dos papéis da Tmar, mas os controladores amargaram a baixa adesão dos minoritários. A companhia pretendia adquirir até 39,2 milhões de ações, mas levou apenas 10,1 milhões.

Por volta das 11h15, as PN da Telemar eram negociadas a R$ 40,50, com acréscimo de 3,42%.

(Valor Online)

Qualquer Semelhança...



... não é mera coincidência!

Light Sweet Crude Oil Futures,Oct-2007 (CL-V07)

Greenspan e o populismo brasileiro

Sergio Malbergier, na Folha Online

Um desses grandes teóricos da conspiração judaico-capitalista de dominação global ainda virá com a tese de que Alan Greenspan, presidente do banco central dos EUA de 1987 a 2006, calibrou os mercados para que estourassem nas vésperas de lançamento de seu livro sobre os mais de 18 anos que passou no principal posto público da economia global.

A interrogação que paira hoje sobre os mercados financeiros aponta para Greenspan. Suas entrevistas para o lançamento do livro geraram manchetes econômicas ao redor do globo e ajudarão a editora Penguin Press a recuperar os US$ 8 milhões de adiantamento pagos ao autor. "A Era da Turbulência", lançado aqui pela Campus, vale cada centavo investido para quem quer entender melhor essa fase financeira do capitalismo, vista por um de seus principais protagonistas, concorde-se ou não com ele.

O Brasil ganha destaque (positivo) no capítulo fatidicamente intitulado "América Latina e Populismo". Logo no início, refletindo sobre as mudanças radicais do Plano Real (1994), dispara: "Como uma economia pode ser tão mal gerenciada a ponto de exigir reforma tão drástica?"

Sua admiração pelo capitalismo libertário gera em Greenspan um horror à praga populista que encontra no atraso institucional e social latino-americano fértil terreno. "A melhor evidência de que o populismo é basicamente uma reação emocional, em vez de algo baseado em idéias, é o próprio fato de não recuar, mesmo em face de reiterados fracassos", escreve ele, com certo sarcasmo, olhando para a história da região.

O voluntarismo econômico, que não respeita o que Greenspan considera leis inescapáveis do mercado, levou o Brasil a perder anos valiosos de crescimento com planos mirabolantes contra a inflação e a pobreza que acabavam aprofundando os males que pretendia combater. Greenspan explica que o erro fatal dos populistas é não perceber (ou fingir que não percebem) que todo movimento voluntarista pretensamente positivo desequilibra os mercados e gera outros movimentos negativos que acentuam os problemas econômicos. Escreve Greenspan:

"O populismo econômico imagina um mundo mais simples e direto, no qual as estruturas teóricas não passam de dispersões em relação às necessidades evidentes e prementes. Seus princípios são simples. Se há desemprego, o governo deve contratar os desempregados... Se as importações estão ameaçando empregos, proíba as importações". É um discurso que, infelizmente, ainda ouvimos no Brasil.

Economistas importantes, como os tucanos Luiz Carlos Mendonça de Barros e Yoshiaki Nakano, acusam o governo Lula de fazer "populismo cambial" por causa do real forte que barateia produtos importados e eleva o poder de compra da população, mas ameaça a indústria nacional. É um debate pertinente, que deve ser travado, sempre lembrando que o dólar mantido artificialmente baixo na virada dos governos FHC1 para o FHC2 ajudou a reeleger nosso então presidente.

Mas Greenspan, admirado por Pedro Malan (que escreve introdução à edição brasileira) e Armínio Fraga (que escreve a contracapa do livro), parece endossar o lulismo econômico tanto quanto as políticas da era FHC, apesar de manifestar surpresa com o fato de o petista ter mantido a mesma política econômica do antecessor.

"Será que uma sociedade com profundas raízes populistas é capaz de mudar com rapidez?", indaga Greenspan genericamente. Sua resposta: o Brasil, especialmente o Plano Real, sugere que a façanha é possível. "A economia brasileira parece estar funcionando em favor do povo brasileiro", escreve. Falta agora os políticos brasileiros funcionarem em favor do povo brasileiro.

20.9.07

Olha essa aí...

20/09/2007 - 21h37
Lula e Chávez anunciam acordo para refinaria e relançam gasoduto

MANAUS (Reuters) - Os presidentes de Brasil e Venezuela anunciaram na quinta-feira que as petrolíferas estatais Petrobras e PDVSA assinarão em dezembro um acordo para criar sociedades conjuntas que vão operar uma refinaria e um campo petrolífero na venezuelana Faixa do Orinoco.

O anúncio de Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, após uma longa reunião em Manaus, acontece após meses de desavenças e aponta para a concretização da construção e operação de uma refinaria no Pernambuco e de um projeto de extração de petróleo na Venezuela."É o projeto simétrico da grande refinaria de Pernambuco, em que a Petrobras terá 60%, e a PDVSA, 40%, e lá no Orinoco a PDVSA terá 60%, e a Petrobras, 40%", disse Chávez em discurso ao final do encontro.

Os presidentes de Venezuela e Brasil se reunirão em 12 de dezembro em Caracas para assinar esses compromissos.Lula disse que o Brasil quer participar do gigantesco projeto de US$ 20 bilhões para construir um gasoduto sul-americano e anunciou que PDVSA e Petrobras contratarão um projeto de engenharia para estudar a forma de concretizá-lo.(Por Guido Nejamkis).

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Abs ^v^

Gol pode fechar seu Capital

O Fundo de Investimento em Participações Asas, acionista controlador de Gol Linhas Aéreas Inteligentes, está analisando várias alternativas com relação a sua participação acionária na Gol, inclusive a compra de ações no mercado e ofertas públicas de aquisição de ações de emissão da Gol.

Em comunicado, o controlador diz que uma das alternativas é uma possível oferta pública de cancelamento de registro de companhia aberta da Gol. O acionista diz que ainda não tomou qualquer decisão e poderá realizar ou não uma oferta pública de cancelamento de registro ou qualquer outra operação. O controlador poderá também eleger qualquer outra alternativa com relação a sua participação acionária na Gol, inclusive compras de ações no mercado ou outras modalidades de ofertas públicas de aquisição.

Qualquer decisão de prosseguir com qualquer destas alternativas, se e quando tomada, será divulgada ao mercado e será executada em cumprimento com as leis de mercado de capitais brasileiras, a regulamentação aplicável e o Regulamento de Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa Nível 2 da Bolsa de Valores de São Paulo, diz a empresa. (AE)

19.9.07

Análises, Leituras, Torcida, Profecias e Enganação

Que me perdoem os mais eufóricos...

Entendo que a grande maioria que acessa sites e blogs financeiros venha ávida por "dicas": comprem a ação ABCD4 que ela vai "bombar"!!! É um mantra. Pouco importa se são baseadas em fatos, fundamentadas em números ou, até mesmo, vislumbradas pelo que "dizem" os gráficos. O que vale é dar esperanças aos que não conseguem perceber o mercado e definir uma estratégia própria.

Mas afinal, volto a perguntar, de quem é a responsabilidade sobre o dinheiro investido? Se a "dica" deu certo, parabéns e obrigado. E se der errado, vai cobrar de quem o prejuízo? Infelizmente muitos ficam enebriados com ganhos esporádicos (nem tanto neste longo período "bull") e acabam se acostumando a operar desta forma. Uma pena, pois isto leva a cômoda situação de fugir dos estudos. E, na Bolsa, a preguiça acaba levando o investidor à vida curta...

Todos já ouviram falar de casos onde supostas "dicas" culminaram em sérias perdas. Mas a memória é curta. Continuam preferindo o peixe do que aprender a pescar, já que o estudo e aprendizado dão mais trabalho!

Uma leitura isenta (da forma como é concebida) engloba os fatos ocorridos, situa no presente, e oferece algumas possibilidades para o comportamento futuro dos mercados. Quando feitas "pelo retrovisor" visam tentar explicar os acontecimentos. Mas uma análise conclusiva do que vai acontecer daqui em diante - sem considerar o contrário - é sempre bastante temerária.

Primeiro porque coloca a reputação do autor em cheque. Segundo, por parecer mais um exercício de futurologia - ou torcida! Um "analista" precavido sempre aponta uma alternativa, jamais afirmando que "isto" VAI acontecer. Talvez "isto" POSSA ou VENHA a ocorrer, mas quem poderá adivinhar o que vem pela frente? Tem muita gente querendo ser enganada!!! E momentos de euforia (ou pânico) são extremamente propícios para manipular a massa.

Comprem ou vendam, a corretagem estará garantida! Mas a saúde da conta corrente não!

Take care! ;-)

Ibovespa Diário


O índice chegou bem perto de seu TH em 58.292. Como ainda não foi efetivado um novo topo, por enquanto a nova máxima neste movimento foi atingida hoje em 58.079, vale ficar alerta para o que virá pelo lado direito do gráfico. Se o mercado continuar com a mesma força o rompimento poderá acontecer nas próximas sessões, caso contrário, ocorrendo uma reversão, a chance de desenhar um TD passa a ser grande, e a simetria aponta para perto dos 40k.

Vamos ver até onde vai este novo fôlego da Matriz... a hora para descolarmos dela, e seguirmos nossa própria trilha, não poderia ser melhor! Eles que caiam (na real) e os seus dolares venham para os investimentos no Brasil! ^v^


Bull Ride!!!

Agarra pelo chifre e segue a disparada!

Enquanto o touro estiver dominando não se perde a corrida... sempre atento aos acontecimentos que vem de fora, porque, aqui no nosso mercado a manada vai atrás.

O corte nos juros, dentro das mais otimistas expectativas, teve um efeito imediato e incendiou as bolsas de valores.

Uma coisa são as finanças, outra é a economia. Como a nossa vai muito bem, obrigado, que os gringos ajudem trazendo seu dinheiro para cá e resolvam seus graves problemas com as hipotecas, a inadimplência, a falta de crédito, excesso de consumo irresponsável!

Entre o medo da recessão e os riscos inflacionários, o orgulho americano falou mais alto!

Por enquanto é festa, e estamos no ritmo da música... só não podemos "dançar" com o inimigo. ;-)

18.9.07

Em dia de otimismo para os mercados, risco-país sofre forte queda; Global 40 sobe

InfoMoney

Em dia de decisão de política monetária nos Estados Unidos, os principais títulos da dívida externa brasileira fecharam em alta nesta terça-feira (18). A maior oscilação ficou o indicador de risco-país, que sofreu expressiva baixa.

O destaque da sessão ficou por conta do resultado da reunião do Fed, que determinou um corte de 50 pontos-base na taxa básica de juro dos EUA, impondo ao mercado um clima de grande otimismo, como verificado pela forte alta registrada pelas principais bolsas internacionais.

Com este evento, o grau de aversão ao risco foi reduzido entre os investidores, com reflexos no indicador de risco Brasil, que teve expressiva queda de 12 pontos em relação ao fechamento anterior.

Global 40 subiu
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,60% na tarde desta terça-feira, cotado a 133,80 centavos de dólar.

Risco-país em queda
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 188 pontos base, o que representa uma forte queda de 12 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:

Ativo Último Fech. Anterior Var %
Global 13 123,90 123,00 +0,73
Global 15 123,85 123,25 +0,49
Global 40 133,80 132,95 +0,64

Even toma empréstimo de R$ 75 milhões com Itaú BBA e Unibanco

Valor Online - Em comunicado enviado ao mercado, a Even Construtora e Incorporadora anunciou hoje que tomou um empréstimo de R$ 75 milhões com os bancos Itaú BBA e Unibanco.

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