Plus500

16.10.07

CCRO3

Destaque de desvalorização nos ultimos pregões, os papéis da CCRO3 estão em queda novamente de 2%, porém nota-se um enfraquecimento nas vendas.Compras a todo o momento na faixa de R$30,20/30.

Por hora não daria para se fazer nada, mas dependendo do candle que deixar hoje no fechamento, poderia haver algum repique nos próximos pregões. Não sou fã de operar repiques, mas neste caso o stop poderia ser curto e o objetivo favorável.

De olho no fechamento ;)

15.10.07

IBOV x INDFUT, e o Copom


Depois de terminado o período de exercícios nas opções dos principais ativos negociados na Bovespa (Vale e Petro), agora as atenções passam para o vencimento - e rolagem - dos contratos futuros de índice na BM&F, que acontece na quarta-feira, justamente quando termina a reunião do Copom com a definição sobre a taxa básica de juros.

“O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realiza a sétima reunião do ano nos próximos dias 16 e 17, terça e quarta-feira, respectivamente. Os encontros começam sempre depois das 15 horas e ocupam o resto do dia. No primeiro dia, o colegiado de diretores do BC assiste exposições dos chefes de departamento sobre o desempenho de cada segmento do mercado, com foco especial no controle da inflação.

No segundo dia, eles se isolam e discutem, só entre eles, se dão continuidade, ou não, ao processo de redução da taxa básica de juros (Selic), em queda desde setembro de 2005. A taxa que remunera os títulos do Serviço Especial de Liquidação e Custódia (Selic) caiu de 19,75% ao ano para os atuais 11,25%.”

Com o pouco tempo que falta para o encerramento da série atual é até aceitável que o IBOV e INV7 andem juntos nesta reta final, porém, se o futuro ficar abaixo do mercado a vista, isto pode estar refletindo as expectativas para o curtíssimo prazo. No índice, o próximo vencimento autorizado pela Bolsa de Mercadorias e Futuros é para o dia 12 de dezembro e tem o código INZ7.

CCRO3 - Fibo 38%


E ai será que segura? Fibo de 38% do movimento maior. IFR bem deprimido...

Dolar abaixo de 1,80?

E a festa na bolsa continua!

Com as ações da Vale subindo quase 4% e Petrobras em alta de 3%, a Bovespa volta a operar próximo dos 64K, compensando a inatividade no feriado, quando as demais bolsas internacionais tiveram desempenho positivo. Com isso o vencimento da série J de opções está sendo bastante movimentado. Os exercícios nas blue-chips estão contemplando os strikes até a J52 na mineradora e da J66 na Petr4.

Na Matriz, apesar dos resultados acima das expectativas no PPI e das vendas no varejo, a queda no lucro dos bancos reflete ainda as preocupações com os efeitos da crise de crédito causadas pela inadimplência imobiliária. Vamos observar bem a abertura em Wall Street que pode não sustentar o índice Dow Jones acima dos 14k.

Mas, por aqui, o dolar continua em sua trajetória de baixa, perdendo agora o suporte de 1,80... mesmo que o BC faça outro leilão na tentativa de enxugar a extrema liquidez no mercado de câmbio, a tendência da moeda americana não parece ter prazo para virar!


ADRs da Vale disparam 5% no dia do anúncio de investimentos bilionários

Por: Conrado Mazzoni Cruz
12/10/07 - 18h40
InfoMoney


SÃO PAULO - Os ADRs (American Depositay Receipts) da Vale do Rio Doce desafiaram o fraco desempenho dos papéis do setor em nível mundial nesta sexta-feira (12). No dia do anúncio de investimentos bilionários, os títulos da mineradora subiram 5,40% em Wall Street.

A performance positiva nas bolsas dos EUA contribuiu para o avanço da Vale frente ao fraco movimento das ações das gigantes australianas BHP Billiton e Rio Tinto no mercado da Europa. Depois que o Citigroup diminuiu sua recomendação ao setor para neutro.

De fato, os papéis de mineradoras pelo mundo vêm de forte histórico recente, refletindo em boa parcela a escalada nos preços do cobre nos mercados internacionais. Mas nem a realização de lucros interrompeu os ganhos expressivos da Vale do Rio Doce.

Investimentos
Os investimentos divulgados para este ano e para até 2013 representaram um ingrediente de peso e agradaram alguns analistas. "Vemos o capex da Vale para 2008 como positivo para a companhia", afirmou o Banif.

O Conselho de Administração da Vale do Rio Doce aprovou investimentos de US$ 11 bilhões em 2008, um recorde para a empresa. Para os próximos cinco anos, estão previstos dispêndios na cifra de US$ 59 bilhões. O valor representa uma evolução significativa frente ao capex do qüinqüênio 2003-2007, de US$ 18 bilhões.

A disparada nos ADRs nesta sexta-feira pode indicar um pregão favorável para os papéis PNA da companhia na segunda-feira

Carry trade ganha força e iene se desvaloriza frente às principais divisas externas

Por: Equipe InfoMoney
15/10/07 - 08h33
InfoMoney


SÃO PAULO - O iene se desvaloriza frente às principais moedas do globo nesta segunda-feira (15). Um clima ameno predomina nos mercados da região asiática, diminuindo o grau de aversão ao risco dos investidores.

As operações de carry trade retomam força com o aumento da demanda por ativos de maior risco e maior rentabilidade no exterior.

As especulações de que a inflação sob controle na Europa irá estimular o Banco Central Europeu (BCE) a manter a taxa básica de juro da região, enquanto o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) dará continuidade à sua política econômica menos restritiva, fazem com que o euro continue se valorizando frente à moeda norte-americana.

Iene se desvaloriza
No pregão desta segunda-feira o iene se desvaloriza frente ao dólar norte-americano, registrando uma cotação de 117,74 ienes por dolar.

13.10.07

Debêntures

Diversas empresas têm lançado debêntures como uma forma de capitalização a baixo custo. Para entender melhor o que significam, compartilho algumas informações que acredito úteis e esclarecedoras.

Debêntures são valores mobiliários representativos de dívida de médio e longo prazos. A captação no mercado de capitais pode ser feita por sociedades anônimas de capital fechado ou aberto. Já para efetuar emissões públicas de debêntures, é necessário ter registro como companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários.

Por suas características flexíveis se ajustam às necessidades de captação das empresas, e por isso se transformaram no mais importante instrumento para obtenção de recursos das companhias brasileiras. A emissora pode determinar o fluxo de amortizações e as formas de remuneração dos títulos, o que permite que essas condições se adaptem ao fluxo de caixa da companhia, ao projeto que a emissão está financiando ou às condições de mercado no momento da emissão.

As turbulências que afetaram os mercados financeiros desencadearam um novo interesse para emissão de debêntures. No início do ano o que se verificava era um aumento do interesse em abrir capital por meio da emissão de ações, levando em conta a evolução favorável das cotações no mercado bolsista, que vinha atraindo os investidores, enquanto as empresas, de seu lado, buscavam capitalizar-se nas bolsas para ampliar seus investimentos.

Os acontecimentos mais recentes no mercado financeiro internacional mudaram totalmente o panorama para a colocação de ações (tipo de operação aberta apenas às grandes empresas), em virtude das fortes oscilações que começaram a se verificar nas cotações desses papéis. Assim, tornou-se desinteressante essa forma de captação da poupança.

Paralelamente, o acesso ao mercado internacional se tornou muito estreito e com um custo maior, uma vez que os investidores passaram a ter grande dificuldade para calcular qual será a política do FED (equivalente a nosso banco central) no que se refere à fixação da taxa de juros básica.

No Brasil, a Selic está em nítida tendência de queda e os juros de empréstimos para as empresas estão diminuindo, embora ainda sejam altos em comparação com os internacionais. Mas isso cria uma oportunidade para o lançamento de debêntures que oferecem, para o comprador, remuneração ligeiramente superior à dos títulos públicos e, como papéis de longo prazo, não sofrem as mesmas oscilações das ações.

Além disso, trata-se de um mercado mais acessível do que a bolsa de valores para as médias empresas e seus investidores - são os fundos de pensão que buscam operações de prazos maiores. O único problema é que não há um mercado secundário amplo para esses papéis, o que mereceria atenção das autoridades.

O dinheiro captado por debêntures tem sido utilizado, principalmente, para o alongamento e troca de dívida em condições mais vantajosas. As grandes empresas que captavam no exterior estão avaliando se vale a pena manter o descasamento de moedas entre receitas e dívidas. Em muitos casos, empresas que recebem em reais estão preferindo fazer emissões em reais.

Quem opta por adquirir uma debênture (na maioria dos casos, ainda são fundos de investimento) recebe uma taxa de juros, normalmente prefixada.

A estabilidade fez com que algumas debêntures atreladas à variação de um índice de inflação também fossem lançadas. A principal taxa de referência das debêntures é o CDI (Certificado de Depósitos Interbancários), que, por sua vez, acompanha de perto o sobe-e-desce da taxa básica. Como a Selic passa por processo de redução, a emissão de debêntures tende a ficar mais barata.

12.10.07

Bolsas Mundiais Abertas no Feriado


Bovespa segue NY e termina em baixa de 1,17%

A Bovespa ensaiou nesta quinta-feira seu 40º recorde de fechamento do ano, mas não resistiu à cautela e realização de lucro que teve início no mercado de ações de Nova York. Conseqüência: fechou em baixa. O Ibovespa, principal índice, encerrou o dia com perda de 1,17%, aos 62.456 pontos. O pregão foi de forte oscilação: pouco depois da abertura, o índice cravava nova pontuação máxima histórica (conhecida como recorde intraday), ao avançar 1,54% e superar os 64 mil pontos (aos 64.169 pontos); já no pior momento a queda foi de 2,71%. A volatilidade se deu em linha com o movimento de Wall Street, onde dois dos três principais índices acionários também bateram recorde intraday e onde, pela tarde, as ações do setor de tecnologia puxaram a fila na inversão de tendência do pregão. O índice Nasdaq, da Bolsa eletrônica, cedeu 1,40% e o Dow Jones, índice mais tradicional, recuou 0,45%, segundo dados preliminares.

Razões – Operadores consultados pela agência de notícias Dow Jones disseram que o gatilho para a baixa pode ter sido o comentário negativo do banco de investimentos JP Morgan sobre a ação da popular companhia de internet chinesa Baidu, que poderá cair mais de 10%. Outros citaram programas de vendas e comentários de um membro do Banco Central Europeu (BCE), Axel Weber, que disse que o juro na zona do euro pode ter que subir. "O fato é: apenas Deus sabe porque este mercado virou e ele não vai nos contar", disse o estrategista-chefe de mercado da Jefferies & Co., Art Hogan. "Obviamente, ficamos nervosos logo depois de atingirmos novas máximas. Ainda há muitas preocupações, começando pelos indicadores econômicos ruins, que podem manter o Fed (banco central dos EUA) de lado, ou deixar o Fed mais agressivo, mas apontando para uma recessão", acrescentou.

11.10.07

Triângulo Invertido Dúvida


Gostaria de perguntar aos demais colegas Analistas Técnicos se confere a existência do Triângulo Invertido indicando reversão como demonstra o gráfico

DJIA x IBOV - Intra 15 minutos


Entenderam?

Ibovespa Semanal


Em escala logarítmica, com as médias exponenciais de 30 e 50 períodos e a expansão da alta, pelos números de Fibonacci, desde o fundo em 44,937 . ^v^

10.10.07

Valuation e Análise Fundamentalista

Remexendo meus arquivos encontrei uns documentos que falavam sobre isto em um antigo grupo de estudo monitorado pelo Stoxx, e achei que valia a pena editar alguns trechos e compartilhar com os amigos.

Valuation, basicamente, é definir o valor de um ativo. Não precisa ser uma empresa, pode ser uma obra de arte ou qualquer outra coisa que tenha como ser precificada. Para as empresas com ações em bolsa, existem diversas formas para avaliá-las, como DCF (discounted cash flow), Gordon, Real Options, etc.

Porém, a análise fundamentalista é muito mais abrangente do que valuation. Envolve além de um estudo sobre a empresa, entender o setor, fazer o SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats - Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), as 5 forças de Porter, e outras coisas mais.

Na verdade, quando nos tornamos sócios de uma empresa, compramos o FUTURO delas, e não o passado. Talvez uma empresa que tenha apresentado prejuízos nos últimos balanços possa vir a dar lucros nos próximos exercícios fiscais. Mas não há nada como uma empresa que apresentou bons resultados ao longo do tempo, tenha um histórico em sua administração, além de um relacionamento aberto com os acionistas. Portanto devemos procurar empresas sólidas e que sempre dão lucro, pois essas tem mais chance de mostrar bons free cash flow yields e, consequentemente, mais capacidade de pagar dividendos.

Para quem quiser se aprofundar mais no assunto, existe uma vasta literatura disponível, como "Avaliação de Empresas (Valuation) - Calculando e gerenciando o valor de empresas" dos autores Tom Copeland, Tim Koller e Jack Murrin, que, segundo a sugestão de um colega, adota uma metodologia muito boa. Mas quando falamos em VALUATION, não podemos deixar de associá-la a Aswath Damodaran, que escreveu vários livros, muitos deles traduzidos para o nosso idioma: Clique aqui

Para os que dominam o inglês, recomendo uma visita diretamente ao site Damodaran Online

Petrobras PN e Óleo Futuro


Bovespa: Horário de Verão - 15/10

A Bovespa adotará a partir do dia 15/10/2007 novos horários de funcionamento de seus sistemas de negociação em função do horário de verão, que entra em vigor no dia 14/10/2007.

Veja as mudanças que a Bovespa adotará.

Funcionamento do pregão:


• De 10:45 às 11:00 - leilão de pré-abertura;
• De 11:00 às 18:00 - sessão contínua de negociação;
• De 17:55 às 18:00 - call de fechamento.


Funcionamento do after-market:

• De 18:30 às 18:45: fase de pré-abertura;
• De 18:45 às 19:30: fase de negociação.