Ainda não dá para ficar muito animado. O IPCA veio alto e quando Wall Street abrir depois divulgação destes dados que indicam o corte de 240.000 postos de trabalho nos EUA, levando a taxa de desemprego a 6,5% (o maior em 14 anos) a coisa deve azedar por lá, e nós podemos seguir a trilha. Por enquanto os futuros do S&P e Nasdaq operam em alta moderada. Mas as bolsas americanas só começam a funcionar a partir de meio dia e trinta!
Desco & Ladinho riding again... together... forever!??!
E este ensaio da Cúpula do G20 em SP sem a presença dos representantes da área econômica de Obama - ainda não escolhidos - não vai servir para muita coisa. Ao menos coloca o Brasil no centro do foco, e promove nosso país a um lugar de destaque entre as nações emergentes... mas de concreto mesmo... só o prédio onde se realizará o evento! ;-)
Sobre o G20:
O Brasil deverá apresentar na reunião do G20, que será realizada neste fim de semana, em São Paulo, propostas para aumentar a participação dos países emergentes no processo de reformulação do sistema financeiro mundial.
Em meio à crise financeira global, a reunião deste sábado e domingo ganha importância, afirmam analistas, e servirá de preparação para um encontro entre os chefes de Estado dos países do G20 no dia 15, em Washington.
Durante os dois dias de reuniões em São Paulo, ministros de Economia e presidentes de Bancos Centrais do G20 deverão discutir as causas da crise, seu impacto nos países em desenvolvimento e cenários para a economia mundial.
Os países deverão apresentar propostas para o aprimoramento da governança no sistema financeiro global.
África do Sul
Alemanha
Arábia Saudita
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
China
Coreia do Sul
Estados Unidos
França
Índia
Indonésia
Itália
Japão
México
Reino Unido
Rússia
Turquia
União Europeia
O Brasil ocupa atualmente a presidência rotativa do G20, grupo que foi criado em 1999, logo após a crise asiática, com o objetivo de tratar de questões relativas à estabilidade financeira.
Acompanhe o Fórum Monitor Financeiro







Um canditado negro (acho a referência afro-americana ainda mais preconceituosa), mas vindo da classe alta, de um partido oposicionista (se é que existe isso lá), com propostas de reformas estruturais contundentes. Mas, apesar do domínio democrata no Congresso, ele não pode fazer muita coisa sozinho. Depende dos deputados e senadores para implementar seus projetos.
E quanto ao mercado já se mostra protecionista. Nem banqueiros, muito menos a América Latina, terão regalias. Portanto, é de se esperar medidas duras para os momentos ainda difíceis que a economia mundial vai enfrentar.
Hoje o BoE - Bank of England (o BC da terra da rainha) cortou seus juros em 1,5% , para módicos 3% aa. Os EUA já estão ficando sem munição, e a recessão é uma realidade cada vez mais sensível nos países desenvolvidos.
Se não há possibilidades de um descolamento próximo do Brasil neste contexto globalizado, vamos sofrer com as rebarbas. E ainda temos o fantasma da inflação, que obriga nossa política monetária a manter a taxa nas alturas (também como forma de atrair capital externo).
Depois das boas novas, back to reality. O show não pode parar!
Vejam o artigo de Cristiano M. Costa sobre a eleição nos EUA
Obama Presidente: Uma Nova Era?