Vejam esse vídeo com um pequeno trecho do documentário, e pesquise por outros do mesmo autor na internet.
26.10.11
Let's make money!
Vejam esse vídeo com um pequeno trecho do documentário, e pesquise por outros do mesmo autor na internet.
19.10.11
Juros e dívidas

14.10.11
Gestão Racional do Patrimônio
Nos últimos anos o que mais tem preocupado a cabeça dos investidores é a crise econômica. Dentre idas e vindas, tsunamis e "marolinhas", percebe-se que a situação é mesmo grave, e a possibilidade do mundo, iminentemente, mergulhar em um período de recessão mais profunda talvez seja o cenário mais plausível. E o que os cidadãos comuns podem fazer para buscar a melhor defesa do seu patrimônio?
Uma gestão equilibrada dos recursos. Mas para isso não existe uma regra geral, cada perfil demanda uma análise diferente e individualizada, em função dos objetivos pessoais, situação financeira, e principalmente, tolerância ao risco. Já passou da hora de refletir e tomar decisões importantes para a saúde dos negócios e bem estar das famílias.
Em um contexto "normal", para quem administra o patrimônio de forma conservadora, deve-se procurar manter uma distribuição equilibrada dos assets. Investimento é aquilo que gera renda, então preservar o cargo na empresa é o melhor a fazer neste momento, já que o salário é o provedor de boa parte da receita que custeia os nossos gastos cotidianos. Considerando que a estabilidade no emprego é coisa do passado - o que vale é o "trabalho" - os empreendedores, comerciantes e empresários também devem usar toda cautela no planejamento de seus negócios.
Enquanto os juros (reais) estiverem altos, muito capital estrangeiro ainda vai aportar em nossas praias atrás dos elevados rendimentos da renda fixa. Entretanto, depois da mudança de governo, a autonomia do Banco Central ficou reduzida, e mesmo com a perspectiva de que as metas inflacionárias não serão cumpridas, a taxa de juros já começou a fechar, seguindo determinação da maior autoridade monetária atual - o próprio Palácio do Planalto.
11.10.11
Ocupação total

5.10.11
Petróleo e os royalties

É tudo jogo de cena... o fato é que o mundo se encaminha (?) para um longo período de recessão global. E se a tendência de desemprego continuar, os povos vão deixar de consumir, e comércio não terá para quem vender. Some a isto, no Brasil, o sucateamento dos parques industriais, penalizados com o câmbio desfavorável e a concorrência dos produtos importados. Sem falar que o governo insiste nessa aposta do petróleo, enquanto o planeta busca outras fontes de energia para tornar a matriz sustentável. Difícil equacionar tudo.
Enquanto isso, as ações da Petrobras continuam desvalorizadas. Quem se importa? Depois da oferta pública, os que receberam dinheiro dos investidores já fizeram bom (?) uso deste capital. Agora não adianta chorar o óleo derramado!
Esse é o país da Partilha! O "Partido da Quadrilha". Deadline coming!
28.9.11
Mais tesoura nos Juros

20.9.11
Vivendo de bolsa
1.9.11
Copom corta juros
31.8.11
E o balão vai subindo
29.8.11
SPX Diário
24.8.11
Pouso duro ou arremetida
16.8.11
Se a palavra é de prata, a atitude vale ouro!
Reparem no gráfico do GOLD, desde que a sua cotação testava o nível de USD 1.000... isso foi no final de 2009. Em outubro deste mesmo ano eu fiz diversas postagens alertando para uma nova "corrida do ouro". (clique no link)
Então, mais do que as palavras escritas (ou proferidas) o que vale é a atitude. Quem investiu no metal precioso não tem do que reclamar... além de ser uma excelente reserva de valor para momentos de crise, ainda ofereceu uma considerável rentabilidade neste período. No gráfico, as linhas de tendência se inclinam para cima cada vez mais... onde isso vai parar?
Agora, depois de quase dobrar seu preço, as mazelas econômicas globais voltam a chamar atenção para o ouro (beirando 2 mil dolares). A questão é saber se dentro de um contexto onde a busca por segurança nos investimentos, e demanda por ativos reais, as commodities terão espaço para seguir crescendo.
Se a palavra é de prata, o silêncio não é de ouro. O que vale é a ATITUDE!
14.8.11
Tendências
Os mercados se movem em tendências de alta ou de baixa... quanto à sua duração, podem ser primárias, secundárias ou terciárias. A tendência é vigente até que seja substituída por outra oposta.
Enquanto não houver uma confirmação dos índices, graficamente, considera-se que a tendência antiga segue em vigor, apesar de eventuais sinalizações de mudança. Este princípio procura evitar a prematura troca de posição.
Além dos períodos em que os índices podem ficar congestionados, para que se configure uma reversão é preciso haver quebra na sequência de topos e fundos - mais altos ou baixos. É muito comum observarmos movimentos como repiques ou pequenas correções sem que isto acarrete necessariamente na mudança da tendência. E a variação do volume também deve ser considerada, assim como o timeframe das estratégias.
Tudo pode ser apenas teoria... mas na prática não é muito diferente.
Portanto, cuidado para não se precipitar nas conclusões.
9.8.11
Gráficos e fundamentos
8.8.11
Bolsas em Liquidação

