Plus500

31.5.08

Plascar ON: PLAS3 - Fibos do Canal

Atendendo o pedido de meu amigo do Buracoinvest:

Fibos diagonais... conhecia essa, Roger? Descobri que os meus gráficos da CMA oferecem este recurso, rs. A escala é LOG e as médias de 30 e 80 (ainda estão muito distantes uma da outra). A coisa não andou boa para o papel. Mas pode ter mesmo feito um fundo. Já ensaiou um pivozinho, está querendo apontar para cima, e passando dos 5,60 deve buscar 6,90 onde se encontra, hoje, a LTB e a projeção inicial do repique, que pode vir a desenhar um OCOi.

O momento é interessante para um trade agressivo!

Abs ^v^

30.5.08

STS no final de semana; e o balão de São João


Vai ficar ZERADO para segunda-feira (ou até segunda ordem...)

Sempre venho enfatizando que o objetivo conservador deste trading system não é sinalizar posicionamento fulltime. Muitas vezes o mais sábio é ficar de fora, aguardando uma definição conclusiva que, ao menos, nos motive a entrar sem desconforto.

Nunca haverá um sistema 100% garantido. Mas com disciplina para acionar os stops, as chances de êxito aumentam bastante. Tudo certo que este foi concebido para o curto prazo, só que não é toda hora que devemos ficar expostos a riscos. Temos que saber quando colocar a "violinha" no saco. Para evitar uma "violinada" na lata!

Concordo com os que afirmarem que em um gráfico de 15 minutos as figuras se formam e desmancham muito rapidamente. Mas não serei eu a ficar de apostador (torcida só no futebol) no meio desta congestão. Principalmente lá no alto, e com este canal maroto. Pode romper, ou inverter, voltando para testar a sua base!

Aqueles que visualizaram um "diamante" no meu gráfico, saibam que não foi esta minha intenção (rs). Afinal, semana que vem já estaremos no mês de junho... que nos traz as Festas Juninas... São João! Com o frio chegando, acende a fogueira... o desenho não sugere um BALÃO? E como brincar com fogo pode causar incêndio, melhor ficarmos na pescaria, namorando e tomando "quentão"!

:-)

Abs ^v^

Elétricas

Com o anúncio da prorrogação dos prazos de concessão das hidrelétricas, isto não beneficia apenas a CESP - dando ao Governo de SP uma compensação pela venda da Nossa Caixa ao BB. A Eletrobrás, por consequência, vai colher os frutos destas renovações através de suas subsidiárias.

As notícias são explosivas:

Os papéis da ELET3 sobem diante da expectativa de solução para uma dívida de R$ 8,5 bilhões da Eletrobrás em dividendos. Reportagem do jornal Valor Econômico desta sexta-feira afirma que os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Guido Mantega (Fazenda) esperam chegar a um acordo em 10 dias sobre um plano para pagar os acionistas da Eletrobrás.

Já a CESP (quem lembra da minha sugestão ao governador) deve vender suas ações até o limite mínimo necessário para o governo de SP manter controle estatal da empresa.

Atualmente, o governo de São Paulo detém 79% das ações da Cesp. Para manter o controle, precisa somente de 51%. O governador José Serra desistiu de privatizar a companhia energética, diante da sinalização de que o governo federal pode prorrogar a concessão das usinas de Jupiá e Ilha Solteira, válidas até 2015.


Pois é... mas enquanto uma sobe muito (neste instante ELET3 está com +8,56%), a outra cai bem - CESP3 perde 5,32%.

Política e negócios quando se misturam...

Ontem a Petrobras ainda divulgou mais um poço milagroso de óleo leve em águas rasas, bem próximo do litoral paulista. Da camada pré-sal continua a corrida para mapear a área dos blocos de exploração, e decidir em breve, como serão feitas as perfurações para extrair o "ouro-negro".

E o Investment Grade? S&P, DBRS, Moody's... onde estão os bi (tri) lhões de dolares dos fundos de pensão? Certo... tudo leva um tempo para acontecer! A única coisa que reage imediatamente é o capital volátil - êita dinheirinho esperto!

29.5.08

Agora só falta a Moody's

Hoje o Brasil foi classificado como grau de investimento pela agência Fitch. Era tudo que o investidor esperava. Mas, após um rápido rally que esticou o Ibovespa quase até os 74 mil pontos, a bolsa caiu...

Para a Moodys a questão fiscal, entre outras coisinhas mais, será determinante para atribuir o upgrade na classificação do Brasil:

Ela divulgou comunicado reafirmando que a tendência dos gastos primários do governo brasileiro, sua evolução nos próximos anos e a relativa estabilidade dos indicadores da dívida pública vis-à-vis seus pares têm sido e continuarão como os principais determinantes para a avaliação de crédito do Brasil. "A Moody's tem repetidamente enfatizado a importância dos fatores fiscais como principal determinante para o rating do Brasil", diz a nota assinada pelo vice-presidente da Moody's, Mauro Leos.

Depois que a Fitch Ratings elevou na tarde desta quinta-feira (29) a nota brasileira para grau de investimento, a Moody's é a única das três mais importantes agências do mundo a classificar o país abaixo desse nível. No dia 30 de abril, a Standard & Poor's foi a primeira das três grandes a elevar o Brasil a grau de investimento.

De acordo com a Moody's, os fatores adicionais que irão influenciar a perspectiva de crédito no médio prazo incluem melhorias contínuas no perfil da dívida doméstica que refletirão no alongamento da maturidade e redução dos riscos de rolagem. Como os desafios fiscais são amplamente decorrentes do crescimento real dos gastos primários, reformas que contribuem para mitigar a tendência ascendente e o componente não discricionário dos gastos do governo (Previdência, por exemplo) são considerados necessários para reduzir as pressões de médio termo nas contas fiscais, acrescenta.

"A perspectiva para o rating soberano do Brasil depende do fortalecimento das contas do governo e do perfil da dívida, que diminuiriam consideravelmente as vulnerabilidades de um modo geral, assim como assegurariam uma convergência sustentada em direção a indicadores de crédito mais alinhados com a classificação grau de investimento".


O ex-Ministro Mailson da Nobrega diz que, depois da Fitch, só más idéias podem travar o Brasil. E esta é a especialidade do atual responsável pela Fazenda.

Um mês após a Standard & Poor´s conceder o “grau de investimento” para o Brasil, a Fitch Ratings elevou o país à mesma nota na tarde de hoje. Agora, só falta a Moody´s, a outra agência que forma o triunvirato da classificação de risco no mercado mundial. “Isso atesta a evolução institucional e confirma o bom momento da economia brasileira”, destaca o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. Para Maílson, as boas notícias têm relação direta com a independência do Banco Central, da qual o presidente Lula tem sido o grande fiador. “Apesar de ter duas cabeças na gestão econômica – referindo-se ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central -, Lula consegue manter a autonomia do Banco Central”.

Em meio a tantas notícias positivas, ainda há risco de o Brasil perder o rumo? “Só se tivéssemos um retrocesso na política econômica ou um atentado fiscal que pusesse em dúvida a seriedade da gestão brasileira”, analisa Maílson. “A criação do Fundo Soberano poderia ser esse passo. Até mesmo as pedras sabem que é uma idéia sem sentido”, adverte. A afirmação é um ataque direto ao atual detentor da cadeira da Fazenda, Guido Mantega, que sugere a formação de um fundo de riquezas excedentes do Brasil para serem aplicadas no exterior.

Mágica – Paulo Rabelo de Castro, presidente da RC Consultores, é mais cético e critica as notas da Standard & Poor´s e da Fitch: “O Brasil não tem uma política de investment grade”. Para ele, o país vive um momento “interessante”, cuja “mágica” – parafraseando o presidente da República – está calcada apenas na alta mundial do preço das commodities. “Um país que insiste em uma contribuição da saúde não tem organização que faça jus a uma nota de investimento das agências de risco internacional”, critica ele, cuja consultoria também trabalha com ratings. A empresa capitaneada por Rabelo foi uma das primeiras a elevar a nota do Brasil a apenas um grau abaixo do investment grade – mas ainda não revisou conceito.

O que eles pensam:


Maílson da Nóbrega

Riscos - “Além do Fundo Soberano, se o Congresso passasse alguma resolução, como a sugerida pelo senador Paulo Paim, de reajustar as pensões e aposentadorias, o Brasil perderia o grau de investimento na mesma hora”.

Sobre Mantega - “Há ações discutíveis na Fazenda. Nosso ministro é uma usina de más idéias – produz uma por semana”.


Paulo Rabelo de Castro

Grau de investimento – "O investment grade não é irreversível. Até mesmo o Uruguai já teve grau de investimento. E perdeu”.

Tributos - “Nenhum país com grau de investimento cogita a criação de uma contribuição com a Contribuição Social para a Saúde (CSS)”.


Editado sobre as matérias de Paula Laier, Célia Froufe, Luciana Xaviere Fenanda Arechavaleta para a Newsletter Amanhã.


Os Tubarões e as Sardinhas


Este é um discurso que desde muito tempo se ouve no mercado financeiro. Mas, como em outros discursos, sempre existem os pontos enigmáticos para criarem dúvidas e deixar o investidor perdido como cego em tiroteio, no mar das emoções humanas.

Sabe-se que os golfinhos têm poderes especiais de detectar sensações, a todo momento a TV está mostrando isto. Mas, e os tubarões ? Pois é, com seu carma de maldade pouco fala-se de seus dotes.

Mas, prendendo-se aos tubarões do mercado financeiro, não há o quê discutir. Os "animais" são realmente superdotados de poderes "especiais". Estão sempre na frente digerindo as futuras notícias e desovando quando as mesmas aparecem.

Alguém acha que os tubarões íam esperar sair o decantado IG para posicionar-se em grandes empresas ?

Só as sardinhas ! Elas são danadas, passeiam e relacionam-se entre si, o tempo todo curtindo a vida, aguardando cair as migalhinhas de pão. Ao caírem, partem com fome insaciável em disputa dos míseros pedaços.

Vão direitinho onde não deveriam ir.

Enquanto estão indo, os tubarões estão voltando e o destino final delas todos sabem. Como numa tragédia em replay, tornam-se quase sempre os restos fecais dos tubas !

E o Trade System está lá mostrando que a festa terá uma breve parada.

Lessa

E o STS com essa volatilidade...

O cenário continua o mesmo, a diferença agora é que as fibos foram traçadas a partir do topo, considerando a projeção de queda. Ela já havia sido cumprida (e até violinada), mas este repique pré-IG da Fitch levou o índice acima dos 74k, onde eu imaginava que o rompimento da LTB poderia alcançar. Mas a volatilidade é grande e a especulação ainda maior! Nessa hora o "lucrinho" já estava no bolso!

Enfim, a compra foi zerada nos 73.300 e, logo depois destes picos de volatilidade, deu indicação de venda em 72.650. Reparem que as distâncias entre os triggers são grandes, mas eu ainda considero melhor que seja assim, para manter o conservadorismo e nível de acertividade do Seagull Trading System.

Cada um pensa de um jeito, e eu confesso que terminei o dia zerado, porque indicações assim, bem ao final da sessão, não são muito convidativas ao meu perfil operacional. Preservei as minhas margens e vou esperar pela abertura de amanhã. Um GAP só é bom quando vem a seu favor, e arriscar nestas circunstâncias não faz bem ao sono da noite nem ao coração! ;-)

Abs ^v^

Grau de Investimento

Agência Fitch eleva a Brasil para grau de investimento

A agência Fitch Ratings elevou a classificação de risco de crédito do Brasil de "BB+" para "BBB-", grau de investimento. A perspectiva da nota é estável. A reação do mercado financeiro foi imediata. A Bolsa de Valores de São Paulo, que apresentava queda superior a 1%, virou e passou a registrar alta, mas não se sustentou no campo positivo. Às 15h39, o Ibovespa - principal índice do mercado brasileiro - caía 0,58%, a 72.732 pontos. No mesmo horário, o dólar comercial recuava 0,97%, para R$ 1,642.


O anúncio da Fitch se segue ao da Standard & Poor's, que se tornou a primeira entre as três maiores agências de rating do mundo a conceder o grau de investimento ao País, ao elevar, no último dia 30 de abril, a nota brasileira de "BB+" para "BBB-". A outra grande agência classificadora, a Moody´s, mantém o rating brasileiro um nível abaixo do grau de investimento, em "Ba1", com perspectiva estável.


No último dia 18 de abril, a agência de classificação de risco de crédito japonesa R&I (Rating and Investment Information) também elevou o rating do Brasil para grau de investimento. A R&I foi a segunda agência japonesa a conferir este status ao Brasil. Em junho de 2007, a Japan Credit Rating (JCR) havia elevado a nota da dívida de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil para "BBB-".

28.5.08

Boletim do Dia

Ibovespa dispara 3,04% e fecha perto de nível recorde


A alta do petróleo e os rumores de que a agência de classificação de risco Fitch Ratings deve elevar a nota brasileira em breve - além do grau de investimento concedido pela agência canadense DBRS - fizeram com que a Bovespa tivesse a maior alta porcentual desde 30 de abril e voltasse a se aproximar de seu nível recorde. Naquele dia, o Brasil conquistou seu primeiro grau de investimento por uma das três mais importantes agências do mundo, a Standard & Poor's (a Fitch e a Moody's são as outras duas).

O Ibovespa, principal índice, subiu hoje quase 2,2 mil pontos, motivado por uma compra generalizada de papéis, predominantemente por investidores domésticos. Apenas três ações do índice caíram. A alta foi de 3,04%, para 73.153,2 pontos. Com mais 0,5% de elevação, o índice registrará novo recorde, superando os 73.516,8 pontos do último dia 20. O Ibovespa oscilou hoje entre a mínima de 70.734 pontos (-0,36%) e a máxima de 73.180 pontos (+3,08%). O resultado deste pregão elevou os ganhos acumulados em maio para 7,79% e os do ano, a 14,51%. O volume financeiro totalizou R$ 7,459 bilhões.

Nos Estados Unidos, as bolsas conseguiram devolver no final as perdas (causadas pelo petróleo) registradas em boa parte do dia e subiram. O Dow Jones avançou 0,36%, o S&P teve ganho de 0,40% e o Nasdaq valorizou-se em 0,22%. O dado de encomendas de bens duráveis de abril melhor do que o previsto ajudou as altas. As encomendas recuaram 0,5% em abril, ante previsão de baixa de 2%.

O petróleo abriu em queda, mas o ajuste durou pouco e ainda durante a manhã os preços inverteram. Os temores com a redução na oferta pressionaram as cotações. Em Nova York, o petróleo avançou 1,69%, para US$ 131,03 por barril.

As ações da Petrobras acompanharam o movimento do petróleo e também passaram a subir, mostrando um repique no final da sessão, depois que S&P elevou a nota da estatal. A agência de classificação de risco removeu de observação os ratings de crédito corporativo de longo prazo da Petrobras e elevou a classificação de "BBB-" para "BBB". A perspectiva é estável. Petrobras ON e PN tiveram a mesma variação no fechamento, de +2,18%.

Além da Petrobras, as compras hoje foram generalizadas pelo mercado acionário por causa dos boatos de que a Fitch daria o grau de investimento ao Brasil. Os rumores voltaram hoje, segundo uma fonte, por causa do resultado do setor público: o superávit primário em abril foi de R$ 18,712 bilhões. No acumulado do ano, o resultado atingiu R$ 61,743 bilhões, o equivalente a 6,82% do PIB, desempenho bem acima da meta de 3,8% fixada para todo o ano. No meio da tarde, a Fitch afirmou que ainda está avaliando a situação do Brasil.

Neste quadro benigno, as ações da Vale conseguiram driblar a queda das commodities metálicas e subir. Vale PNA ganhou 2,03% e Vale ON avançou 2,22%. O destaque de alta do dia, no entanto, foi da Cesp. Os papéis dispararam 9,60% com a notícia de que a companhia entrou nas negociações para a venda do banco paulista Nossa Caixa ao Banco do Brasil.


Fonte: AE / MonitorInvestimentos

Petro e Vale - 60 min


Registro de Ordens - Home Brokers

IMPORTANTE - A Bovespa informa:

Novas facilidades para registro de ordens através de conexões automatizadas

A BOVESPA, com o objetivo de aprimoramento contínuo do ambiente de negociação, oferecerá novas facilidades no registro de ordens de compra e venda de ações, feitas a partir de conexões automatizadas com a Bolsa (inclusive o Home Broker).

As novas facilidades - disponíveis para os participantes a partir do dia 2 de junho – são:

  • Modificação da ordem
    Antes - Pela regra atual, caso o investidor deseje mudar uma ordem de compra ou venda de ações, ele teria que cancelá-la pelo sistema e, em seguida, registrar uma nova oferta.
    Benefício - Com a nova facilidade, os investidores poderão alterar uma oferta incluída no sistema de sua Corretora (caso a ordem ainda não tenha sido executada totalmente).
    Público usuário – Investidores individuais (Home Broker), administradores de carteira e investidores institucionais.

  • Colocação de ordem com quantidade aparente
    Antes - Pela regra atual, as ordens de compra/venda de ações são registradas no sistema de negociação da BOVESPA e exibidas em toda sua quantidade ao mercado.
    Benefício - Com a nova facilidade, os investidores poderão comprar/vender uma quantidade de ações e especificar no sistema uma quantidade diferente a ser exibida a todo o mercado (mínimo de 10 lotes do ativo). Dessa forma, a quantidade realmente a ser transacionada, por uma questão de estratégia, não é revelada por inteiro ao mercado.
    Público usuário – Investidores individuais (Home Broker), administradores de carteira e investidores institucionais.

  • Colocação de ordem com preço de abertura durante os leilões e calls
    Antes – Pela regra atual, as ordens de compra/venda tinham que ser obrigatoriamente com preço limitado no sistema de negociação da BOVESPA durante os leilões e calls.
    Benefício – Com a nova facilidade, os investidores poderão registrar ordens de compra/venda a mercado, isto é, ao preço de abertura do leilão ou call.
    Público usuário – Administradores de carteira e investidores institucionais.
Informações adicionais sobre o registro de ordens de compra e venda de ações poderão ser obtidas pelos investidores diretamente com as suas Corretoras, especialmente quanto às facilidades oferecidas pelas Corretoras em seus sistemas de acesso ao sistema de negociação da BOVESPA.

http://www.bovespa.com.br/Noticias/080527NotA.asp

Investiment Grade

Date Of Release: May 28, 2008 14:04

DBRS has upgraded the Long-Term Foreign and Local Currency-denominated debt of the Federative Republic of Brazil to BBB (low) from BB (high) and changed the trends to Stable from Positive.



The reasons for the upgrade are a series of developments, both structural and policy-driven, that together strengthen credit quality. These are: (1) greater predictability of macroeconomic policies through a growing consensus across political parties in favor of an orthodox fiscal, monetary and exchange rate policy framework; (2) a structural strengthening of general government revenues from more efficient tax collection, greater availability of bank credit and formalization of the labor force; (3) improvement in the size and structure of public debt; and (4) a more-resilient external balance sheet due to Brazil’s net external creditor position, high and rising external liquidity, ongoing export diversification and robust foreign direct investment inflows which, together with oil and gas discoveries, brighten the investment outlook. “The Stable trend signals our expectations that the government will continue to implement a generally prudent macroeconomic policy framework following mid-term elections this October and presidential elections in 2010,” said Fergus McCormick, DBRS’s Brazil analyst.

The trend also incorporates the view that a more stable economy provides scope for further improvements in debt dynamics and a medium-term decline in average real interest rates. Combined with an operationally independent Central Bank that has adopted a pre-emptive monetary stance, Brazil’s position as a net exporter of food and fuels reduces inflation risk in the coming months. An important consideration in the decision to upgrade the ratings is DBRS’s belief that the sound macroeconomic policy framework outweighs a recent deterioration in the quality of public spending.

As Brazil has demonstrated since 1999, the public sector is committed to meeting its primary surplus targets while respecting the Central Bank’s mandate to tighten monetary policy in the presence of higher inflation pressures. In spite of high primary spending on wages, pensions and infrastructure investment, strong tax revenues provide the government with ample room to meet its primary targets. DBRS draws comfort from the fact that greater formal employment, combined with an expansion in credit has swollen the ranks of taxpayers. The cumulative effect of years of rising real wages and transfers from the Bolsa Família program appears to have improved social welfare, and to be partly responsible for higher tax receipts.



Earlier this year, DBRS called for more durable fiscal management and an adequate replacement to the loss of the CPMF financial transactions tax. In fact, the government announced it would plug the gap in the budget by cutting expenditures, raising the IOF financial operations tax, and accruing higher tax revenues as economic activity expanded. Since January, expenditure cuts have been slow to materialize. However, higher-than-expected tax receipts are sufficient to replace the lost revenue. Still, from a medium-term perspective, a range of structural distortions burdens public finances and the stability of the ratings will be a function of further progress in reducing these distortions. High tax rates and an uneven and complicated tax system curtail productivity growth and crowd out investment.



Approval of a pending nationwide value-added tax reform would help to correct many of these distortions and contain inflation expectations. Second, the public sector pension deficit will need to be reduced with additional reforms. Third, while in decline, public debt is high and interest payments on federal securities offset primary surpluses. One-quarter of federal debt matures within one year, leaving the government exposed to rollover risk and higher debt costs should lender confidence deteriorate.


Overall, DBRS expects that this and future governments will preserve a sound policy framework. However, policy reversals or an abandonment of the reform agenda could derail the trend of credit improvement.

http://www.dbrs.com/intnlweb/jsp/content/document.faces

STS - Update


Depois da zerada de ontem na venda bem ao apagar das luzes na sessão, o INDFUT hoje deu COMPRA BOA! Já passou a primeira resistência e agora briga pela segunda - a LTB que vem do topo. Passando destes 73.300, pode esticar aos 74k. Mas não vai ser fácil... ! ;-)

QUEM TEM MEDO DA HAGA ?

Pois estamos firmes na moleca. Olho vivo porque promete.

Destaques doa dia: Duratex, firmes nas aquisições.

Itausa, devagar e sempre;

Portobelo indo.

Bmeb4, testando a paciência!

Estácio, dando alegrais.

Telemar, como sempre, ameaçando ir.

Fosfértil, nas nuvens !

Lixc3/4 - testando a paciência, promete!

CCHI3 - testando a paciência, mas quanto mais seguram, mais acumula força para uma arrancada das boas.

E não faltam oportunidades!

Homenagem ao amigo Seagull: O veinho postou com caixa baixa.

Boa sorte pra todos.

Como eu suspeitava... e escrevi ontem:

Ontem escrevi nos comentários de uma postagem mais abaixo.


Marcio disse...

Sobre a venda da Nossa Caixa ao BB

Muito suspeito este "arranjo" entre o governo de SP e o Planalto. Depois do Ministério de Minas e Energia ter barrado a renovação das usinas da CESP - o que levou sua privatização ao fracasso - agora PT e PSDB se acertam para vender (transferir sem licitação?) a Nossa Caixa para o Banco do Brasil.

Seria uma compensação para algum acordo futuro visando as próximas eleições?

Muita coisa acontece nos bastidores da política que nem os mais bem informados investidores (tirando os insiders do governo) devem ficar sabendo! ;-)

4:37 PM


Hoje, lendo a seleção de notícias mais relevantes destacadas pelo MI deparei-me logo de cara com esta matéria:

Cesp entra na negociação entre BB e Nossa Caixa

28/05 - 10h29

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) entrou nas negociações para a venda do banco paulista Nossa Caixa ao Banco do Brasil. A estratégia do governador José Serra (PSDB-SP) tem três metas: vender a Nossa Caixa numa operação que não configure uma privatização, manter os bancários como funcionários públicos e ainda arrancar do governo federal a renovação das licenças das usinas geradoras da Cesp.

A operação casada interessa ao governo federal porque facilita a política de expansão acelerada do BB via incorporação de bancos estaduais.Diante de um governo Lula assumidamente antiprivatizações, José Serra, pré-candidato à sucessão em 2010, faria um negócio neste ano de eleições municipais que agradaria a 15 mil funcionários. Segundo um dirigente tucano que acompanha a negociação, o sonho desses bancários é assumir a condição de funcionários do BB sem fazer concurso público.

Vendida em leilão e arrematada por um banco privado, a Nossa Caixa seria candidata a um enxugamento imediato de pessoal, isto é, a freqüentar o noticiário das demissões de trabalhadores.

A boa vontade de parte a parte já produziu resultados concretos: o governo federal mudou o discurso que remetia a discussão sobre as licenças das geradoras de energia para 2009 ou para o futuro governo - de 2011 em diante, portanto - porque a maioria das licenças vencia em 2015.

Além do início oficial das negociações para a venda da Nossa Caixa, comunicada no dia 21 à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que pretende criar uma comissão, até a próxima quinzena, para estudar a renovação, pela segunda vez, das licenças das geradoras, inclusive as da Cesp.


Em março passado, o leilão da Cesp foi cancelado porque os possíveis compradores temiam levar uma empresa que podia ficar sem fornecedores de energia.


Pois é... ^v^


27.5.08

INM8 - Seagull Trading System

Redefinindo o canal de CP:


Depois de alguma volatilidade, e um alarme falso (no círculo amarelo), o STS deu nova venda aos 71.900, e já sugeriu a realização agora, nos momentos finais da sessão, em 70.850. Dorme zerado, aguardando a próxima indicação conclusiva de entrada - que pode ser na compra ou para abrir outra venda! Amanhã saberemos... ^v^