Plus500

7.2.07

Como calcular a corretagem do POP?

Como a maioria não sabe, o POP é um pacote que contém 3 operações:

1 compra de 1.000 (ou múltiplos e submultiplos) ações à vista
2 compra de 1000 opções de venda
3 venda de 200 (ou 300) opções de compra - a quantidade depende do percentual de garantia que o investidor escolher

Pergunta de fazer calar: qual será a base de cálculo para apurar-se a corretagem devida?

Há 2 possibilidades:

a) calcular a corretagem sobre o valor seco do POP
b) calcular sobre a soma das 3 operações
Qual prevalecerá, será?

É importante lembrar que o valor da POP não será necessariamente igual ao valor da ação, embora em alguns casos possa vir a ser. Não será igual até porque as POPs terão percentuais de garantia diferentes e quantidades também diferentes, 20 e 30%, da qual o investidor abrirá mão em favor do lançador.

As instruções e publicidade até agora não esclarecem essa questão.

Como o novo produto visa incentivar a vinda de novos investidores, entendo que a corretagem será calculada sobre o valor da POP apenas e não sobre a soma das operações que o compõem.

Procurem se informar junto à sua corretora, já que cada uma tem autonomia para definir sua política operacional.

Há um telefone da Bovespa para dirimir dúvidas sobre o POP, 0800 - 7710194, que ainda não testei.

em tempo: acabei de testar e não souberam esclarecer; ficaram de me ligar quando tiverem a resposta (acho que vão esperar o mico resolver, postar nos fóruns, e aí fica fácil, né não?

5.2.07

Petrobras - Diario


Fibonacci e Candles

Muito interessante ! Este estudo busca dimensionar através das expansões do último fundo (mais baixo) as regiões de suporte e resistência do ativo Lider da nossa Bovespa.


Percebam o "sincronismo" dos candles com as retas, bem como, o comportamento do mercado nessas regiões demarcadas...

O POP é uma opção de compra - 2

Continuando o raciocínio anterior, dessa vez pelo caminho inverso, mais cartesiano: (vamos ver se os padres jesuítas me ensinaram alguma coisa - eu era bom em teoremas!)

Se

POP = 1000 PETR4 + 1000 puts - 200 calls

e

1000 puts = -1000 PETR4 + 1000 calls (put sintética)

então

POP = 1000 PETR4 + ( -1000 PETR4 + 1000 calls) - 200 calls

POP = 1000 calls -200 calls

Se forem de strikes diferentes, fica assim mesmo, se não forem:

POP = 800 calls


C.Q.D.


Ou seja, até que alguém me prove o contrário, o POP é equivalente a qualquer operação com opções - de compra!

Ah, mas com o POP o investidor está comprando o papel, que dura pra sempre, enquanto qualquer operação com opções tem prazo limitado, alguns dirão.

É verdade, mas a proteção fornecida pelo POP tem prazo limitado, depois dela, o investidor que se vire, já que tanto as puts como as calls vencem. E a qualquer momento no meio do caminho ele pode desmontar uma parte da operação. Sei lá, mas se o POP é feito justamente para investidores inexperientes, não faz muito sentido jogá-los no mundo das opções, ainda mais no mundo das opções de venda, que ainda nem existe de fato.

Me parece algo como mandar um garoto de 20 anos, virgem, pra zona, com apenas uma camisinha. As chances dele acabar fazendo alguma bobagem com as puts é enorme.

ps: Ô mico, eu sei que já estou parecendo doido, mas não me manda pra Casa Verde não...

Putz, será o POP uma call sintética?

Acho que eu estou ficando doido, mas vou tentar explicar minhas divagações:

Com essa história de lançamento do Pop, estava buscando na minha memória alguns capítulos de meus estudos com opções: as posições sintéticas.

A put sintética (aluguel e venda do papel + compra de call) é uma operação que eu já montei, mas devido aos seus custos (aluguel, corretagem, etc) depende de uma queda mais forte, como a de maio do ano passado, por exemplo. Talvez por isso seja uma estratégia desconhecida por muitos, dado que estamos há anos em um mercado de alta. O resultado é semelhante ao de uma put original. Seu prejuízo é limitado (seria o “valor sintético” de sua put) e o lucro ilimitado, crescendo de acordo com a queda do papel.

De qualquer forma, a put sintética é um quebra-galho. Se tivéssemos puts eu não veria porque montar posições sintéticas.

E o que isso tem a ver com o POP?

Bom, o POP é formado por um tripé, nas seguintes proporções: compra do papel (1000), compra de put (1000), venda de call (200). Eu ainda não entendi o papel dessas calls, mas excluindo elas, teríamos justamente uma call sintética!

Se a put sintética, cujos instrumentos (call e papel à vista) estão disponíveis no mercado não é muito conhecida, é claro que call sintética, que depende de puts, é totalmente ignorada por aqui. Mas ela está nos livros, se é que minha memória não está me pregando peças...

Então eu pergunto: qual a vantagem de se operar uma call sintética ao invés de uma call original? O volume disponibilizado para o investimento é bem maior. Logo, as corretagens serão maiores (sobre 47, 48 mil reais). Além disso, precisa-se de opções que não têm liquidez alguma (puts).

Vamos esperar o valor do lançamento, na sexta e refazer as contas...

Testando

De fato, tive que abrir uma conta no Google para reativar meu cadastro. E isto não foi um grande sacrifício. Espero que eu possa corresponder e somar neste meio tão bem povoado pelos colegas estudiosos do mercado, muito embora eu preferisse ficar apenas aprendendo com vocês.
Sobre o preço das commodities em geral, estarão elas supervalorizadas e prestes a inverter a curva desta tendência altista que vem dominando nos últimos anos? E como reagirão as economias emergentes neste cenário? Segundo John Edmunds - Doutor em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard e Professor de Finanças do Babson College em Boston, "a atual sensação nos mercados financeiros mundiais parece ser de que os preços das matérias-primas contiveram sua alta para depois se estabilizar ou inclusive baixar."
"A pergunta é se os mercados acionários da América Latina seguiriam uma queda nos preços das commodities. Desta vez, entretanto, pode ser que eles resistam. Os motivos desse otimismo poderiam ser classificados em locais e internacionais. Os primeiros se referem a que, em vários países da região, os sistemas financeiros foram reformados em aspectos fundamentais e já não são tão vulneráveis ao colapso. Já não há taxas de câmbio fixas e a reserva de moeda estrangeira é maior do que era quando os sistemas sucumbiam a ondas de retirada de capital. Os outros motivos para o otimismo são fatores internacionais. Os mercados financeiros do mundo inteiro cresceram rapidamente e em alguns lugares as avaliações alcançaram níveis promissores. O valor total das ações, bônus e depósitos bancários no mundo é agora quase cinco vezes o valor da produção anual de bens e serviços."
"A maior mudança nos ambientes financeiros locais é que a compra local se tornou constante e comum. Os poupadores da classe média põem dinheiro em seus fundos de pensão e fundos mútuos a cada mês em vários países-chave da região. Isso dá uma base firme a esses mercados. Os especuladores ricos, que costumavam recolher dados e rumores nos bares, já não dominam o mercado. O velho jogo, no qual quem tinha mais informação ganhava, deu lugar a um novo, em que as classes médias pressionaram com sucesso em busca da transparência e da governança justa."
E o Brasil? Muito vai depender do fluxo de capital estrangeiro e dos ajustes que o governo brasileiro necessita e deve fazer para almejar o tão sonhado grau de investimento, cortando despesas, corrigindo a distorção nas contas previdenciárias, e realizando uma ampla reforma fiscal. Com isso, quem sabe o país consiga aumentar seu ritmo de crescimento, equiparando-se aos demais emergentes, e continue sendo atrativo para quem busca melhores rentabilidades em suas aplicações.

Mudança no blogger

Parece que houve uma atualização!
Seja como for, tive que aceitar as modificações (aparentemente apenas nos "engines" do blog) e os colaboradores terão que fazer o mesmo, para assim continuarmos compartilhando por aqui os nossos estudos como vínhamos fazendo!

Com relação ao mercado, ainda estou vendo as elétricas com bons olhos - principalmente CPFE e ELET (3 e 6). O setor de bancos, apesar das recentes novas aquisições, não está mesmo muito convidativo, e quanto às empresas voltadas para a construção civil, fica uma interrogação no ar: incentivos para infraestrutura e habitações populares também contemplam as moradias de "luxo"?

Quem continua bem na fita é a siderurgia. USIM e CSNA (que de compradora pode virar caça), além das metalúrgicas Gerdau e Confab - esta, a ação que mais estabilidade tem apresentado em seu movimento de subida - demonstram boas perspectivas!

E ainda tem alguns papéis do setor de comércio e consumo, como SDIA e NATU que andam à procura de seus suportes! Mas tudo vai depender do comportamento do Ibovespa, carregado por Vale e Petro, sujeito aos desdobramentos externos, à nova entrada de capital estrangeiro, e ao encaminhamento político do Plano de Crescimento neste segundo mandato de um governo que busca uma coalização de forças para reger o país!!! Graficamente, estes níveis de 45.300 serão decisivos para definir outro rompimento de TH, ou a configuração de um TD?!?
O sinal de alerta continua ligado!!! ^v^

4.2.07

Chegando Agora

Alô galera!!!

Tb estou participando deste blog. Aproveito para agradecer o convite do Seagull.

Prosperidade a todos

$$$Pelicano Investidor$$$

POP ou PIP

Programa de Investimento com Participação - não deveria ser PIP???
A sigla POP, além do atual nick adotado pelo nosso amigo iggy, poderia ter sido melhor aplicada caso o significado fosse "Plano de Operação Protegida"!!! Faria mais sentido, e estaria mais adequada à proposta deste novo produto lançado pela Bovespa.
Mas fez muito bem a CVM em suspender o lançamento, pedindo maiores esclarecimentos adicionais sobre como vai funcionar esta modalidade de investimento. Afinal, quem vai garantir a liquidez? Opções de venda quase não são negociadas, e vencimentos distantes não fazem parte das estratégias dos players tupiniquins... se mal conseguimos operar na série seguinte à do mês, como estabelecer mercado para daqui a um ano?
A idéia de oferecer uma operação "casada" com papel e opções ("Calls" e "Puts") é muito boa em tese... mas precisam combinar com os participantes do mercado. Como isto será negociado? Porque para cada comprador de um POP deve, obrigatoriamente, haver um vendedor...
Acho que talvez o mico (que dedica mais tempo a estes estudos e novidades da bolsa) possa um dia nos esclarecer... por enquanto, nem PIP nem POP. Muitas dúvidas, perguntas não respondidas, e apenas uma certeza: PQP, essa coisa vai demorar para pegar!!!

Expectativas para esta semana

Fala Traders!

Semana complicada está próxima. Se olharmos o IBOV, já estamos em alta há 4 dias, próximos de um topo anterior que já foi respeitado como forte resistencia esta semana passada.

Alem disto estamos nos aproximando do vencimento da serie B - dia 12/02 - o que normalmente provoca uma segurada/queda de petro e vale, os carros chefes do indice.

E ainda tem o vencimento do indice futuro dia 15/02, ou seja, é briga de cachorro grande!

No DJI o gráfico é similar, onde vemos uma cunha altista(padrão baixista!?), e estamos bem no topo dela, onde já foi formado um candle de hesitação na sexta-feira ultima.

Portanto, estou na expectativa de uma semana com bastante volatilidade.

Bonito estou achando os gráficos de ativos de segunda linha em especial ETER3, WEGE4 e CARD3.

Nas opças, particularmente estou travado pra baixo na vale, depois de ela ter formado uma shooting star na quinta-feira.

Um ativo que a meu ver deu venda alugada esta semana passada foi CGAS5, depois de ter perdido o suporte em R$345,00 e voltado para testa-lo por baixo. Meu objetivo é em R$328,00.

Sea divirta-se ai com a familia q vc merece. Descanse a mente e volte com força total para a continuidade do suce$$o nas suas operações.
Forte Abraço,

Musta

Energia Renovável

Week-off... and week ends!

Depois de uma ausência forçada, merecida e necessária, voltamos para a luta. Com as baterias recarregadas e a energia renovada!

E de olho na possibilidade de ainda estarmos em uma onda 5 (?) do Ibovespa, que também pode vir a configurar um TD na faixa dos 45k.

Passeando, pensando e passando pelas proximidades da Usina Nuclear de Angra, fiquei me questionando sobre várias coisas: o medo que tínhamos de um insucesso no projeto nuclear brasileiro, e suas consequências, era menor do que a certeza de que as atuais fontes de energia mais utilizadas (a base de combustíveis fósseis) são muito mais danosas à nossa existência. Os transportes (automóveis, aviões e navios), as termelétricas e as indústrias, são os grandes responsáveis pela poluição de nossa atmosfera, devido à queima de gases e produtos derivados do petróleo! Então, buscar fontes alternativas para prolongar a existência da vida humana e o equilíbrio do planeta passou a ser uma prioridade... política, dinheiro, poder, tudo passa a ser secundário quando a nossa espécie corre sério risco!
Claro que nada vai mudar de uma hora para outra. Mas uma maior conscientização já se faz notar no pensamento coletivo. E mesmo com a pressão e o jugo dos donos do petróleo, esta fonte esgotável de energia parece ter seus dias contados, decretando uma nova era de imprescindível preservação ambiental.
Relaciono abaixo um pequeno apanhado feito pelo colega Incognitus, do site português Think Finance, sobre fontes alternativas de energias renováveis, passíveis de uma maior aplicação na Terra pelos próximos anos:
Fontes de Energia Renovável
Paineis solares: seu desenvolvimento é feito há mais de 100 anos, os custos vêm baixando de forma sistemática e poderão tornar-se competitivos em menos de 20 anos. Por cada metro quadrado a terra recebe 1kW de energia do Sol. Os painéis atuais baratos recolhem até 15% da energia incidente. Tecnologia de ponta (painéis multi-junção) vai até 45%.

Centrais térmicas solares: vários exemplos em produção e alguns projetos gigantes como uma "torre solar" na Austrália. Este método é particularmente eficiente para produzir calor, mas mesmo em produção de eletricidade, via utilização de uma turbina e gerador, chega a ser competitivo com o solar fotovoltaico, visto que a base tecnológica é mais simples.

Metano, também conhecido como biogás, gás natural, gás dos pântanos, etc. Produzido por material em decomposição ou por síntese inorgânica direta (a alta temperatura). Enquanto houver biosfera na terra esta fonte de energia vai existir. A produção de biogás, em grande parte não aproveitado, não chega para satisfazer a procura atual, o que seria resolvido extraindo gás fóssil, mas pode ser suficiente para o consumo doméstico mesmo com aumentos grandes. Há reservas incalculáveis de metano inorgânico nos sedimentos oceânicos, mas ninguém sabe se é viável de extrair.

Energia das marés: Neste momento a humanidade consome o equivalente a 1/4 da energia total disponível nas marés, pelo que não é uma opção. Mas pode ajudar um pouco em certas zonas costeiras remotas, por exemplo.

Energia do vento: Em última análise é energia solar convertida, mas é mais fácil de extrair actualmente. Países desenvolvidos, como a Dinamarca, conseguem satisfazer 30% das suas necessidades energéticas com ela, mas à custa de imensas captações offshore. Aumentar a densidade de captação resulta em perdas, uma vez que uma ventoinha tira velocidade ao vento numa área grande. É inviável resolver todos os problemas energéticos desta forma, mas é uma ajuda promissora.

Hidroelétrica: É uma energia renovável já bastante desenvolvida, mas com mini-hídricas seria possível duplicar a contribuição. No entanto isso tem impactos ambientais, nomeadamente nos ciclos de desova dos peixes. Também tem impactos ambientais positivos, visto que os lagos artificiais amenizam o clima na zona em que estão implantados.

Desalinização inversa: A pressão osmótica normalmente contrariada, com custos energéticos, para desalinizar a água pode ser usada de forma inversa para gerar energia salinizando água dos rios, por exemplo junto à foz, de forma controlada. Impactos ambientais difíceis de analisar, especialmente em larga escala. Na Holanda estima-se que 1/4 da energia do país possa ser gerada assim. Zonas com estuários de rios caudalosos poderão usar a tecnologia.

Energia do gradiente térmico dos oceanos: É difícil de extrair, devido ao pequeno gradiente térmico, mas existe em grande quantidade, especialmente nos trópicos. Acaba por ser mais uma forma de energia solar, como quase todas as renováveis.

Geotérmica: Largamente desenvolvida em alguns pontos "fáceis", notadamente na Islândia e sul de Itália. No entanto há que notar que a energia total dissipada pelo núcleo da terra é somente 1/1000 da energia solar recebida, pelo que é difícil estimar as consequências que teria uma futura extração alargada, usando perfuração a grande profundidade.

Biocombustivel: Tanto queimando resíduos florestais sólidos como convertendo óleos em diesel ou açucares das plantas e algas em alcool. Diz-se que usando apenas 1 milhão de km quadrados de oceano no cultivo de algas ricas em óleo e açucares se poderia abastecer toda a terra e substituir todo o petróleo. A produção usando plantas terrestres é bem menos eficiente e a capacidade em larga escala é duvidosa. Nem todos os países consomem tão pouco combustível por habitante como o Brasil e têm tanto sol, terra e água. Caso se consiga o cultivo oceânico em larga escala, esta parece ser uma aposta ganha.

2.2.07

A hora dos outros emergentes

Alguns artigos que vêm sendo publicados nos EUA fazem uma maior menção a outros países além de Brasil, Russia, India e China (BRIC). Citam a Africa do Sul, Marrocos, Coréia e até Vietnam, segundo os estrategistas em mercados emergentes, como as "bolas da vez". Seguem trechos da reportagem de Grace Wong da rede CNN.


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Smart picks for emerging markets


Exposure to these high-risk, high-growth investments can be good for virtually every portfolio - and the time to buy may be near.

The ups and downs of emerging markets can be difficult for most investors, but this asset class has a place in practically every portfolio...


...While they're known for their risk and volatility, emerging markets - which range from high-profile markets like China and India to the lesser-known markets of South Africa and Morocco - have posted spectacular returns over the last four years. Since the end of 2002, the benchmark Morgan Stanley Capital International Emerging Markets Index has returned about 235 percent...


...Michael Hartnett, head of emerging-markets strategy at Merrill Lynch, said at a recent conference that non-BRIC investments are the way to go this year. (BRIC is a term used to describe the group of emerging-market countries that includes Brazil, Russia, India and China.) He named Korea and Vietnam as areas he's closely watching.