
5.6.07
Spread Relativo entre VALE5 e PETR4

Teles - VIVO4 / TNLP4


4.6.07
Mercado de Opções, o lado negro da Bovespa.
SMJ, ou sqj, e independentemente de citarmos as quantidades, por irrelevante, a comparação carece de consistência e qualidade para justificar o júbilo que lhe adornou a publicação.
A avaliação é infeliz e inadequada, pois compara alhos com bugalhos, os alhos de lá com os bugalhos daqui.
A impropriedade do cotejo decorre da simples mas significativa diferença entre o produto distorcido que se negocia aqui e a qualidade autêntica e genuina da opção operada em outras bandas.
Na NYSE, por exemplo, tem-se negociadas concomitantemente várias séries de opções de compra e de venda, ambas com liquidez parelhas, e com vencimentos longos, caracterizando o uso adequado da opção como intrumento de hedge.
Opção, por definição e conceitualmente, é ferramenta para fazer-se seguro, proteção contra riscos de médio-longo prazo. Por isso, vê-se na bolsa citada contratos em aberto com vencimentos de até janeiro de 2009.
Aqui não, a opção não passa de mera roleta simulada ou dessimulada num instrumento de hedge.
Afinal, pode-se chamar de seguro a aquisição de uma opção cujo vencimento é de 30 dias? Opção de 30 dias é fraude e como tal somente pode servir como base à jogatina cassiniana que denigre a já tão combalida credibilidade da Bovespa. Por acaso alguém faz seguro do carro com prazo de 30 dias? Já pensaram no ridículo que seria o desvirtuamento do uso dessa proteção, obrigando à renovação mensal? Ainda não se terminava uma vistoria e já seria hora de pedir outra...
Em cada vencimento são negociados ao longo dos 40/45 dias de vida cerca de 4 bilhões de contratos, mantendo a média diária de 100 a 130 milhões de contratos em aberto.
Depois dessa farra de bois e vacas, são exercidos, considerada a média histórica, apenasmente 10 milhõeszinhos, se é que o mico e os números da Bovespa não mentem. Pelo mico eu garanto que não...
Nada mais se poderia esperar desse cenário - em que os fundamentos das empresas cujas opções são as mais negociadas apontam para rentabilidade entre 25 a 30% anuais -, senão um ambiente de autêntico cassinão, pois que os juros embutidos nos prêmios das séries com preços de exercício mais distantes da cotação à vista ( vulgo OTMs) são incompatíves com as taxas de rentabilidade anual e alcançam níveis de até 10% ao mês, ou período menor.
Isso ressalta o quanto é temerário pagar-se ônus tão exorbitante para comprar a esperança de ver a ação subir mais de 10% no mês para só então começar a colher lucros nos prêmios adquiridos.
Fácil perceber-se o ato insano que é a compra opção nesse mercado de jogo. Com todo respeito, é uma aquisição idiota.
Se idiota é o comprador, o vendedor não passa de um agiota, cuja ganância por taxass dignas de cheques-especiais lhes impede respeitar os limites sensatos do risco. E como todo agiota, ao praticar a agiotagem via VC - venda coberta, um dia acaba caindo do cavalo pois que na maioria dos vencimentos as altas taxas de juros não se confirmam ao fim do vencimento, já que dependem de boa alta no papel que raramente se confirma. Até que chega um vencimento, raro, em que a ação explode de subir e o agiota fica também com cara de idiota e tem que entregar sua relíquia exercida.
Você aí, veio pra comprar ou pra vender? Qual o papel que lhe cabe encenar?
A escolha não será difícil nem problemática se o processo de decisão subjetiva não se deixar envenenar pela ganância dominadora das gentes quando se aproximam de uma mesa de jogo.
Um indício objetivo e certeiro que diferencia o investidor do jogador é a quantidade operada: se compatível com os riscos suportados normalmente pelo capital em jogo ou se alavancada potencialmente, visando numas poucas tacadas a calça-de-veludo ou a bunda-de-fora.
Ao alavancarmos as operações com certeza passamos a integrar a turba ignara dependente do cassinão das opções... Viemos para jogar ou para investir?
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Não bastasse isso, vem um cão e lança um livro induzindo incautos a Investir em Opções.... durma-se com um barulho ou com um cão desses.
Desde quando opção é título bursátil adquado para investimento? Se o título já engana, imaginem o conteúdo, que boa coisa não deve ser porque o autor reiteradamente afirma que só se deve "aplicar" na bolsa o "dinheiro da pinga", ou seja, o dinheiro que a gente não vai necessitar em época ou hipótese alguma.
Ora, se é pra fazer uma bobagem dessas não há necessidade se ler nada, né não, mermão?
até de repente, gente, e cuidado com as leituras
China, Câmbio e Juros
O dólar teve nesta segunda-feira (4) a maior alta diária desde o final de fevereiro e se reaproximou de R$ 1,93, depois que uma forte queda da bolsa de Xangai motivou um dia de ajustes nos mercados em geral.
A moeda norte-americana encerrou a R$ 1,928, com avanço de 1,37%. O leilão de compra de dólares do Banco Central perto do fechamento ajudou a impulsionar a cotação. Na sexta-feira, o dólar chegou a ser vendido a R$ 1,90 real, mas desacelerou levemente a queda no fechamento.
O principal índice da bolsa de Xangai caiu mais de 8% no pregão de segunda-feira, com os investidores ainda refletindo a decisão do governo, na semana passada, de ampliar a taxação sobre operações com ações para conter o superaquecimento do mercado. A correção na China afetou os negócios nas bolsas de valores norte-americanas e na Bolsa de Valores de São Paulo.
Segundo relatório da corretora de câmbio NGO, a reação da moeda reflete o movimento dos investidores aproveitando para embolsar lucros. "O mercado chinês, dadas as suas características muito pontuais e ambiente de forte especulação, a rigor, não tem vasos comunicantes que possam interferir pesadamente nas bolsas americanas e por conseguinte nas demais bolsas importantes do mundo", ponderou.
A corretora lembrou que o mercado local já estaria propenso a um começo de semana mais cauteloso, diante da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e do feriado no Brasil na quinta-feira.
O Copom anuncia a decisão sobre a taxa básica de juro na quarta-feira, depois do fechamento dos mercados. Profissionais do mercado acreditam que um corte de 0,50 ponto percentual da taxa Selic pode fazer com que o dólar tenha algum ajuste para cima.
Margem de Garantia, comentários sobre o cálculo
A ME - margem exigida dos investidores é resultado da soma Margem do Premio e da Margem do Risco. Então ME = MR + MP.
No caso de posição em opções, a MP corresponde sempre ao valor do prêmio no fechamento multiplicado pela quantidade em aberto.
A MR-margem de risco, a de maior peso na ME, é calculada com base no IT - intervalo de margem fixado mensalmente pela CBLC com base na volatilidade histórica anual.
Considerando uma venda descoberta de 1.OOO petrf48 vamos rascunhar um exemplo simples, baseado no fechamento de ontem, petro a 47,10 e petrF48 0,78.
Pra saber o valor da MP basta multiplicar a quantidade de 1.ooo opções pelo valor do fechamento, 0,78 e temos MP = 780 reau.
Pra calcular a MR temos que utilizar o IT-intervalo de margem da petro, que é de 6%, como de resto é o da maioria das blue chips, exceção honrosa feita ao Descão com seus 7%.
Como e por que utilizá-lo? eis a pergunta de fazer calar a todos, menos ao mico, moléstia à parte, heheh.
A CBLC se preocupa em efetuar os cálculos desenvolvendo o cenário mais pessimista possível para o vendedor descoberto, diagnosticado com base na volatilidade histórica, pois que isso é necessário para preservar o êxito na liquidação dos contratos futuros.
Dessa forma, a margem da segunda-feira será calculada partindo da premissa de que a petro pode subir 6% e chegar aos 49,93.
Com petro nesse preço o premio da F48 estará por volta de 3,71, implicando numa MR de 3.710 reau ( 1.ooo X 3,71).Como ME = MP + MR, temos 780 reau mais 3.710, ME final de 4.490 reau, nada mau né pessoal!
A par disso há ainda uma regra especial que determina que nenhuma margem será menor do que 6% do valor à vista do papel. No caso da petro = 2.826 pratas.
Um outro detalhe interessante nas regras da Margens é que nas posições compradores, cujos créditos são abatidos das ME nas posições vendedoras, o cenário calculado para valorar as posições considera que o ativa vai cair 6%.
Perceberam a grande sacanada, para receber presume a maior alta, para compensar presume a maior baixa.
Aparentemente injusto, né não, mas não é isso não, eles tão certos, pois que para fins de garantir a boa liquidação futura das posições presentes todo cuidado é pouco e o seguro morreu de velho.
até de repente, sem margem de dúvida...
Mercados 24 hs
A Bolsa de Xangai registrou uma forte queda nesta segunda-feira (4), a terceira no decorrer do ano, ao perder 8,26% em relação ao fechamento de sexta-feira. O movimento foi uma extensão das perdas registradas na semana passada, depois que o governo de Pequim resolveu aumentar o imposto cobrado sobre operações com ações. A queda não se espalhou, entretanto, pelos outros mercados locais.
O retrocesso, depois das turbulências da semana passada, é o mais expressivo desde o "mini-crack" de 27 de fevereiro, quando o índice principal da Bolsa de Xangai perdeu 8,84% e desatou uma onda de pânico nos mercados internacionais.
"A queda é normal hoje, dado que o mercado já subiu muito. Não será uma surpresa se o índice cair para cerca de 3.000 pontos --o que significaria uma correção de 30%", afirmou Wang Jing, vice-gerente-geral da Everbright Securities. O índice da bolsa de Xangai fechou aos 3.670 pontos.
A forte queda no mercado chinês reduziu os ganhos no Japão, mas não levou a bolsa local para o terreno negativo. A Bolsa de Tóquio, principal mercado do continente asiático, encerrou a sessão em leve alta de 0,08%, com o índice Nikkei 225 a 17.973,42 unidades.
As outras bolsas locais também fecharam em alta: Hong Kong (0,62%), Coréia (1,24%), Indonésia (1,32%), Cingapura (0,87%), Taiwan (0,54%) e Austrália (0,88%).
(Com informações da AFP e da Reuters)
3.6.07
TIM - Notícia Relevante
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD*
A companhia entrou com o pedido junto à agência sem nenhum alarde e a aprovação saiu da mesma maneira: foi noticiada pela própria Anatel, cujos membros partiipam do 51º Painel Telebrasil, em Costa do Sauípe (BA). Mas a TIM propriamenmte dita não está no evento, e sua assessoria de imprensa, procurada, afirmou que o presidente da TIM não está disponível para dar entrevistas sobre o assunto ou dar detalhes da estratégia.
Segundo os diretores da Anatel presentes ao Telebrasil, não houve nenhuma restrição para que a TIM conseguisse a licença. A Telecom Italia detinha uma participação minoritária na Brasil Telecom, mas repassou essas ações a um fundo gerido pelo Credit Suisse para não ferir a regulamentação. A companhia também retirou os dois conselheiros que tinha na operadora.
Dessa forma, a Anatel entende que a TIM, como empresa que só atua na telefonia celular, não tem nenhum entrave para atuar também na telefonia fixa. Ela pode, inclusive, usar tecnologias sem fio para atender o mercado, como lembrou o conselheiro José Leite Pereira Filho.
Muitas vezes, o mercado questionou a companhia por só ter operação móvel, quando boa parte do mercado caminha para a convergência fixo-móvel. Para atrair para si parte do tráfego da telefonia fixa, a TIM, inclusive, criou o serviço TIM Casa, em setembro passado, que garante preços mais baixos nas ligações de celular para fixo em determinados endereços escolhidos pelo usuário.
2.6.07
Dólar comercial cai a R$ 1,90
O indicador sobre o mercado de trabalho norte-americano, payroll, veio mais forte do que o esperado (157 mil, ante previsões de 145 mil). Já o núcleo (sem os preços de energia e alimentos) do índice de preços dos gastos com consumo de abril (PCE) cedeu de 2,1% (anual) em março para 2% em abril - pela primeira vez em 14 meses dentro da zona de conforto considerada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Também o balanço da Dell, divulgado na noite de ontem, foi bem-recebido e o resultado disso tudo é que as bolsas norte-americanas operaram em alta, assim como a Bovespa renovou a máxima e atingiu pela primeira vez na história os 53 mil pontos.
O risco Brasil também estava na mínima do dia, por volta das 16 horas, em queda de 2,82% em 138 pontos-base - o que se permanecer até o fechamento será nova mínima histórica.
1.6.07
ECOD3 - Ecodiesel ON
Petronews
Por Ann Davis
Às 2h de hoje, hora de Dubai, uma iniciativa neste opulento centro financeiro há muito aguardada dará ao mundo um novo referencial de preços para o petróleo. A Bolsa Mercantil de Dubai, criada recentemente, está lançando seu contrato futuro do petróleo "azedo" do Oriente Médio como uma alternativa para os tradicionais contratos de Nova York e Londres para o petróleo do Texas e do Mar do Norte.
O lançamento ocorre quando poderosos agentes do mercado estão cada vez mais questionando a relevância do principal referencial do petróleo, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex na sigla em inglês), porque dinâmicas de refino e negociação peculiares ao mercado americano fizeram a referência da Nymex ficar vários dólares abaixo dos outros principais tipos de petróleo.
E como o principal tipo de petróleo da Nymex, o West Texas Intermediate, representa uma fatia cada vez menor da produção global, os defensores do novo referencial dizem que é hora de criar um mercado mais robusto em torno da fonte de petróleo mais abundante do mundo. O Oriente Médio responde por cerca de um terço da produção mundial, e 62% de suas reservas comprovadas. O petróleo de lá é predominantemente grosso e "azedo", uma referência ao seu alto teor de enxofre, enquanto o WTI e misturas similares são um petróleo leve e "doce" que é mais fácil refinar em gasolina.
Ninguém acha que o mercado de petróleo da Nymex vai deixar de ter relevância. O diretor-presidente da Nymex, James Newsome, acha que o contrato do Oriente Médio vai expandir os volumes de negócios, em vez de roubar fatia de mercado da Nymex. De fato, a BMD é uma joint venture da Tatweer, uma unidade da Dubai Holding — veículo de investimentos do governo de Dubai—, e da New York Mercantile Exchange Inc., uma unidade da Nymex Holdings Inc.
Até agora, os preços do petróleo do Oriente Médio eram fixados por países árabes ou por meio de serviços de divulgação de preços, como a Platts, uma unidade da McGraw-Hill Cos., que se baseiam numa amostra limitada de transações. O novo contrato da BMD vai oferecer um mecanismo de preços mais transparente.
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Pode não ser nada, e a notícia aparentemente não ter uma relação direta com a Petro. Acontece que a tecnologia para exploração de petróleo abaixo da camada de sal está sendo bem desenvolvida pela estatal. Depois da descoberta de óleo leve na Bacia de Santos, novas perfurações estão sendo feitas também em Campos. Já conseguiram chegar a 3km de profundidade e as perspectivas de haver uma grande reserva (com ótima qualidade) são consideráveis.
De concreto, eu parei de vender opções da Petrobras. Vou ficar atento ao mercado internacional, e de olho na possibilidade de encarteirar novamente o ativo, estudando operações combinadas com "delta-positivo" para as opções nesta, e na próxima série (G) de julho... não é dica nem recomendação, apenas estou compartilhando uma leitura baseada em eventos possíveis e iminentes.
^v^
Investment Grade - quando?
A presidente da Standard & Poor's no Brasil, Regina Nunes, disse nesta quinta que o Brasil pode chegar à classificação de grau de investimento "de um a três anos", mas que a agência de classificação de risco também não sabe quando isso acontecerá porque depende de progressos no país. "Todo mundo quer uma data. Se a gente soubesse, publicaria", disse Regina. "Pode ser de um a três anos. Ir mais rápido depende do Brasil – da política fiscal e monetária e, principalmente, de desburocratizar a economia", afirmou a analista em entrevista após evento promovido pela S&P sobre o setor de seguros no Brasil. Ela e a diretora de ratings soberanos da S&P e analista para o Brasil, Lisa Schineller, destacaram a dívida pública em relação ao PIB como um indicador ainda fraco no Brasil, mas observaram também que muitos indicadores melhoraram nos últimos anos, inclusive este. "Desde 2002, tivemos sete melhoras de notas do Brasil e parte disso reflete a melhor composição da dívida", disse Lisa Schineller.
Juros – Lisa Schineller fez uma defesa da política monetária do Banco Central do Brasil em entrevista nesta quinta, após evento do setor de seguros. Para a analista, é importante para a credibilidade do país que a inflação varie dentro da banda que é a meta de inflação para cima e para baixo do centro. "Não se pode ter sempre a inflação acima. Às vezes, tem que ter abaixo", disse. Lisa comentou que "a taxa de juros no Brasil é alta se comparada com a de outros países, mas são menores do que antes, estão caindo e achamos que vão continuar caindo". De acordo com ela, "é muito importante enfatizar que o nível das taxas de juros maior reflete não só a política monetária, mas o risco do Brasil e seu passado muito volátil". Ela lembrou que há poucos anos a inflação estava em 8% "e agora está em 3% - fantástico!". Ela afirmou que, com a economia brasileira ficando mais estável, as metas de inflação vão se aproximar mais das de outros países no mundo. Observou que se o Brasil quiser ter uma meta mais baixa precisa pensar também no ritmo da política monetária para chegar lá.
Lisa comentou também que "os países investment grade (grau de investimento), em geral, têm bancos centrais independentes formalmente". Se a independência operacional que a S&P reconhece que o BC do Brasil tem na prática fosse formalizada, "isso poderia ter impacto na taxa de juros", disse. De acordo com ela, tanto a independência prática quanto a formal "são muito importantes".
Corrupção – O surgimento de notícias de corrupção mostra a existência de uma imprensa livre e a apuração desse tipo de problema, de acordo com a S&P. "O aparecimento dessas coisas reflete que o sistema de check and balance do país está funcionando", disse a diretora do grupo de ratings soberanos da S&P e analista para o Brasil, Lisa Schineller, em entrevista após evento do setor de seguros no Brasil, promovido pela agência americana no Rio de Janeiro. A presidente da S&P no Brasil, Regina Nunes, disse na mesma entrevista que "nem sempre determinados escândalos são maus". De acordo com ela, "o fato de estar aparecendo não significa que tenha mais corrupção, talvez tenha menos". As duas executivas consideram que a corrupção em si é ruim e que seria mais interessante se o país gastasse melhor o dinheiro do governo. No entanto, as notícias também mostram que o Brasil é uma democracia e que a sociedade está pressionando os corruptos. "Acho que o que está acontecendo com o Brasil é que hoje não se consegue mais fazer essas coisas (corrupção) impunemente", afirmou Regina.
A pedido de repórteres, ela comentou notícias publicadas na imprensa de que um relatório da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça estima que o governo perde de R$ 25 bilhões a R$ 40 bilhões por ano com cartéis em licitações públicas. "Se for verdade, o governo está fazendo um relatório sobre corrupção no governo; o próximo passo deve ser agir para acabar com isso", afirmou Regina Nunes. (Texto de Adriana Chiarini, para a Agência Estado)



