Plus500

31.10.08

Fim de semana... e do mês!

Corrigindo esta sequência de altas! Depois do alento com menores juros, a recessão nos EUA começa a se materializar.

Dois trimestres com variação negativa do PIB é a definição técnica, mas na prática o povo já sente no bolso. O Natal no hemisfério norte não será dos mais felizes...

E aqui? Ainda não conseguimos fazer um topo mais alto no gráfico diário... mas deu para colocar a cabecinha para fora da última LTB. E, até o momento, o candle de hoje desenha mais uma rejeição de preço (como tivemos na mínima abaixo de 30k). Foi aos 37.000 e não chegou a 40 - por enquanto!

Só podemos aguardar para ver quando, e onde, vai ser o próximo fundo. Furando o último, seguimos na tendência aos 26k. Torço que seja apenas uma realização (pode ser até intradiária) e a queda se interrompa antes, caracterizando uma faixa de congestão.

Como estamos na sexta-feira, e último saque do mês, ainda existe a possibilidade do índice se recuperar e ter um fechamento positivo!

Eu não duvido de mais nada a esta altura! Melhor seguir a maré...

De olho na pororoca! ;-)

^v^

30.10.08

Copom, Swap Cambial e Cenário Econômico

A decisão de manter os juros teve, sim, um lado político, mas parece ter sido sensata para o momento que passamos.

Na véspera, eu achava que iriam subir 0,25% para fazerem uma pausa (?) da Selic em dezembro, nos 14%. Mas seria muito traumático, aumentar os juros quando o mundo inteiro se esforça para baixá-los.

Contudo, esta parada técnica pode ter vindo em boa hora.

O nome já diz tudo: política monetária, um verdadeiro mosaico.

Felizmente a condução do BC está sendo bem feita ante tantas incertezas! E isso vai ser um grande diferencial. Quem imaginava que o nosso Real (R$) teria uma promoção ao status de "moeda" (currency) tão cedo, com a inclusão do Brasil no rol dos que podem fazer swaps cambiais? A abertura de uma linha de U$30 Bi é sinal de confiança e reconhecimento da relevância do país em um mundo sem crédito. Muita coisa vai mudar nesta nova ordem internacional, e estamos cavando nosso espaço, apesar dos tropeços (hic!)

Quanto a um descolamento da Matriz, isso ainda vai demorar... mas talvez a "dupla" Desco & Ladinho não fique junta para sempre como eu brinquei na composição daqueles personagens caricaturados. Por enquanto o lema ainda é "follow the leader", mas tudo pode mudar (um dia...)

Torcidas e estratégias a parte... quem gostaria de ver o pior? Mesmo com a grande predominância dos bear traders que imperam nos blogs yankees, os efeitos negativos para todos serão muito mais sensíveis do que pontuais ganhos com posições vendidas em mercado. A situação crítica do mundo e a economia, de um modo geral, trarão maiores prejuízos do que os ganhos operacionais de quem aposta na desgraça.

Como "beiradistas" vamos levando e seguindo a maré, mas que tudo se resolva e, na contagem dos corpos, estejamos apenas entre os (menos) feridos!

Abs ^v^

28.10.08

Exercício de gestão patrimonial

Tirando nosso lado especulador - que ganha hoje e amanhã pode pagar um stop, no final tem saldo positivo, mas pouco significativo em relação à totalidade do capital - quer ver um bom exercício de gestão patrimonial (como investidor):


Suponha um capital livre de 1 milhão de reais. Vamos separar R$ 100 mil para o giro (como franco atirador); 70% vamos aplicar em RF: 200.000 reais em uma NTNF para 01/2014 a 18%; mais R$ 200.000 na NTNB com IPCA +10,38% para 05/2015; e R$ 300.000 na LFT para 03/2014. Com o saldo (R$ 200.000) daria para comprar pelo menos 4k de PIBB11 por R$ 50,00 (para simplificar).

Qual destas aplicações vai oferecer a melhor rentabilidade?

Não duvido que a valorização do PIBB, em termos absolutos, seja maior do que a soma de todos os rendimentos [RF + tiro livre]! Isto com a bolsa aos 33.000 pontos. Os 20% podem render o mesmo (ou até mais do que os 80% restantes) em 5 anos!

No longo prazo o buy and hold tende a "empatar" com a RF. Mas isto para quem ficou comprado acima de 70k e não realizou lucro. Quem entrar agora, nesta faixa de 30k, mesmo que a bolsa caia até 23k, ainda é capaz de superar o benchmark do mix.

Se preferir fazer uma carteira com Petrobras, Vale, Bradesco e Telemar, e ainda contabilizar os dividendos (que no PIBB são reinvestidos nas cotas)... Experimenta simular!

Em 10 anos, então (se ainda estivermos vivos até lá)... ^v^


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A nova realidade do mercado

O voleibol continua... se abre em GAP então é a maior pedida para socarem! Mas estaremos chegando perto do fundo? (?)...

Ontem li uma reportagem de que muitas empresas (a maioria das negociadas em bolsa) estão com o preço em mercado de suas ações abaixo do valor patrimonial. Estes últimos resultados da Vale e outras ainda espelham o período de início do agravamento na crise. Quando falam em múltiplos, previsões de ganhos futuros e projeções de dividend yield, ainda consideram o cenário antigo. Se levarmos em conta os preços atuais, temos que confrontá-los com as receitas para os próximos balanços e o quanto elas poderiam lucrar, trazendo tudo para valor presente.

Até que a coisa seja dimensionada, os fundamentalistas ainda teráo que fazer muitas contas para se ajustarem à nova realidade. Mas é aí que as diferenças vão surgir e novas chances se abrirão.

Possivelmente as blue chips da próxima década não serão as mesmas do século passado! Resta descobrir quais vão apresentar melhores perspectivas de destaque.

^v^

27.10.08

Imposto de Renda no Mercado de Ações

Uma das maiores dúvidas dos investidores é sobre como fazer o lançamento dos ganhos auferidos na bolsa de valores em sua declaração do imposto de renda. Realmente este procedimento poderia ser bem mais simples.

Muita gente ignora esta obrigação, sujeitando-se a ser “pescado” pela malha fina, por desconhecer os tributos. Ora, se apenas quem ganha deve pagar imposto, repassar 15% do lucro, ou 20% em caso de operações intradiárias (day trades = compra e venda no mesmo dia), é um bom sinal de que as estratégias estão funcionando e que o investidor está sendo bem sucedido em seus negócios na RV.

O Leão tem sido impiedoso, e, com o aumento nos mecanismos de fiscalização, aliados a um controle mais efetivo através dos relatórios enviados pelas corretoras com as movimentações dos clientes e do desenvolvimento de sistemas que “cruzam” os dados das operações realizadas entre os comitentes, independentemente do montante apurado como resultado, não compensa correr o risco de ser “convidado” a prestar explicações ao fisco.


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Com o fim das eleições municipais...

Agora vamos para a próxima - A escolha do novo presidente dos Estados Unidos. Isto será importante para a economia mundial.

Caso nenhuma tragédia ocorra nesta reta final, tudo indica a vitória de Obama. Será bom para o país? Um mandatário negro, que traz a esperança de mudar (mesmo sem dizer como) a ordem mundial, e vai enfrentar sérios problemas sociais, financeiros e econômicos.

Estará preparado para esta responsabilidade? Depois de um prolongado período de republicanos no poder, só resta mesmo ao povo americano apostar em outra forma de governar. Como será a relação do país com os emergentes, a questão dos subsídios agrícolas. Mesmo com uma participação pequena na balança comercial (14% de nossas exportações), fica a dúvida...

Com a anunciada recessão, o poder de compra diminui, e assim o consumo. Os preços do óleo são reflexos disso. E com a gasolina mais barata, os combustíveis alternativos perderiam sua relevância. Excetuando o aspecto ambiental, já beneficiado pela menor emissão de gases poluentes oriundo da queima pelos automóveis, haverá espaço para o alcool brasileiro?

Ou o melhor caminho seria mesmo fortalecer o projeto, criando incentivos para converter nossa frota doméstica com o uso de tecnologias renováveis gerando uma auto-suficiência não apenas em petróleo, mas em combustíveis de uma forma geral. Para a produção do eco-diesel, alcool de cana, muito dinheiro foi investido. Talvez fosse a hora de estimular o nosso mercado interno!

Por fim, sem querer entrar no mérito político: apesar dos lamentos pela oportunidade perdida de eleger um prefeito diferenciado, os cariocas experimentaram uma maneira diferente de fazer campanha eleitoral. Mesmo com algumas práticas reprováveis - como antecipar o feriado do funcionalismo estadual insatisfeito (o que gerou um nível de abstenção acima de 20% decisivo para a vitória apertada do maior beneficiado) - o Rio de Janeiro saiu vencedor!

Que sirva de lição para todo o Brasil em 2010!

24.10.08

E os juros futuros


Já que só publicam gráficos de ativos em queda, vamos quebrar a regra: este é o Diário Logarítmico do DI Futuro Contínuo para janeiro de 2010 (DDF10). A janela se abre desde maio de 2004. Se formos analisar, tecnicamente, voltamos para os níveis de quatro anos atrás.

Mas não podemos esquecer que na próxima semana tem reunião do Copom! E a pressão é pela queda ou, no mínimo, manutenção dos juros. Se aumentarem a Selic, a esta altura, haverá chiadeira geral!

O mosaico da política monetária está complicado: inflação parece que não preocupa mais tanto, mas a liquidez dos bancos, base de crédito e os níveis de financiamento... a população parece ter chegado ao limite de sua capacidade de endividamento, o consumo deve arrefecer, sem falar no câmbio... as taxas que servem para os empréstimos não são as mesmas que remuneram os investimentos. E se o momento é de atrair capital estrangeiro para conter a escalada do dolar, uma redução no juro real pode ser temerária.

Talvez mantenham a taxa na expectativa de estabilidade (ou queda) da inflação. Quer opinar e alimentar o debate?

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O erro estratégico da Petrobras

Na verdade a responsabilidade maior é da inépcia governamental.

Ainda no auge da farra, e com o preço do óleo acima de U$140, o presidente da república anunciava com festa a descoberta de novos poços a cada soluço do mercado. E ao mesmo tempo, em seus arroubos ufanistas, declarava antecipadamente a auto-suficiência do país em petróleo, além de colocar em dúvida as parcerias e até o direito sobre a exploração das áreas licitadas. Chegou a conjecturar até a criação de uma nova estatal em detrimento do expertise da Petrobras na exploração de águas profundas - mas nem tanto!

Ou seja, criou um sentimento de desconfiança generalizado e acabou punido pela falta de habilidade em gerir um projeto (ou perspectiva?) ainda em fase de maturação.

Moral da história: será o pré-sal viável com a cotação do barril abaixo de U$70? E se cair para 50 dolares?

Enfim, da mesma forma como o Eike e sua OGX venderam ações como "terrenos na Lua", agora vemos a nossa petrolífera sentir os efeitos da recessão que se anuncia. Ao invés de estimular uma real auto-suficiência para abastecer nosso mercado interno, planos ambiciosos reinvindicavam (coisa de sindicalista) um ingresso para a Opep. Parece piada? Perdemos mais um bonde?

Os mais fanáticos ainda devem achar que a fartura da Bovespa de 2002 até maio deste ano resultou das políticas deste governo... pobre ilusão. O maior acerto foi dar autonomia (?) ao Banco Central e imunizar seu presidente contra os pilotos de submarino. Aqueles que, independente do seu partido, torcem pelo quanto pior, melhor.

Mesmo quem não acredita em indicações dos gráficos para o futuro é obrigado a aceitá-los como reflexo dos acontecimentos passados. E quanto a isto não há discussão, eles já foram escritos. Basta comparar o desempenho do S&P com o Ibovespa para constatar que a época de bonança poderia ter sido até melhor aproveitada. Enquanto mudaram fórmulas de cálculo para potencializar o PIB a 5%, a China e a Índia cresceram bem mais...

23.10.08

Alô, Câmbio! Dolar na escuta?


A aversão ao risco vem pressionando fortemente a cotação da moeda norte-americana aqui no Brasil. Nosso Real passou um bom tempo bastante apreciado e ficou parado na faixa de troca a 1,60 (e os "analistas" previam mais quedas para o dolar, rs)

Agora, o governo - que afirmava uma imunidade do país diante da crise - está percebendo que U$200 BI não são lá grandes coisas. Se compararmos com a quantidade de dinheiro injetado pelos bancos centrais para conter a sangria dos bancos e financeiras, este montante parece "trocado".

Ainda temos a figura do Henrique Meirelles que transmite relativa confiança em momentos com estes, por sua notória capacidade e reputação adquirida internacionalmente. Mas preocupa a falta de habilidade do presidente em conter seus arroubos (não confundir com "há roubos") ufanistas.

Hoje a cotação do dolar chegou a passar de R$2,50, o que provocou imediata reação do Banco Central que anunciou a intenção de vender até US50 bilhões em contratos futuros - o chamado "swap cambial"- de acordo com as necessidades. Com isso, a moeda voltou para a faixa de R$2,30, e o dolar futuro registra queda de 5%.

Do total das reservas, no ínicio da crise, já foram gastos U$23 BI, e este anúncio de hoje, mais do que uma intenção de vender, serve como indicativo de que os responsáveis pela política monetária vão responder com pesadas ofertas às pressões especulativas e ao aumento na procura pelo dolar como investimento seguro (?).

As medidas possíveis estão sendo tomadas, inclusive isentando o IOF sobre investimento estrangeiro. Resta torcer para que elas sejam eficazes, saber quais serão os desdobramentos da crise no âmbito mundial e por quanto tempo ela ainda vai durar!

22.10.08

Seagull Trading mais 1 ano

Na verdade, a primeira postagem foi no dia 17/10/06. O blog completou 2 anos na semana passada e vale fazer um agradecimento a todos que o prestigiaram durante este período. São quase 120.000 visitas nos últimos 360 dias, e 284 mil páginas acessadas - desde que o contador do Google Analytics foi incluído (em 26/10/07) - o que muito me honra e incentiva a continuar com as leituras do mercado.

Entre erros e acertos espero que o saldo tenha sido positivo para todos, mas, acima disso, que tenhamos evoluído em nossos conhecimentos. De minha parte, o objetivo foi plenamente alcançado: manter contato com a comunidade financeira enquanto trabalhávamos na construção de um novo site. Nunca nos preocupamos em fazer previsões, apenas compartilhar os estudos de forma isenta e transmitir nossas opiniões com responsabilidade.

Hoje, apesar dos momentos difíceis que vivemos na bolsa, o Monitor Investimentos já é uma realidade. Mas a alta estima que tenho por este espaço, e o pedido de diversos leitores para que ele se mantenha ativo, faz com que o Seagull Trading continue vivo. Quem sabe por mais alguns anos, se o tempo assim nos permitir!

Quero agradecer especialmente aos nossos colaboradores:

Um grande abraço ^v^

Diário de uma Crise

Seus problemas estão longe de acabar... essa é a D. Crise!

Um dia (ou dois) de alento e a volta à realidade. Parece flashback...

O mundo globalizado gerou isso, a informação corre rápido e os efeitos vão se alastrando. Não há hipótese de descolamento para tão cedo. Mercado ficando em congestão já seria lucro!

Hoje o Banco Central anunciou novas medidas: o BB pode comprar bancos em dificuldades (públicos ou privados) sem licitação; à Caixa Econômica, da mesma forma, abre-se a perspectiva de associar-se com construtoras, adquirindo participação delas para fomentar os empreendimentos imobiliários que geram emprego e crescimento da economia. Tudo, inicialmente, sem injeção de dinheiro do governo, com base em recursos próprios.

Além disso estabeleceram que pode haver trocas de divisas entre países que se interessem pelo Real (?).

Enfim, onde há fumaça tem fogo. Dolar e risco país disparam...

E a Bovespa? Nuvens negras... cumulus nimbus... CB, de novo, não!


Acompanhem o Fórum Monitor Financeiro

20.10.08

Apenas de passagem...


E aí... estão comprados,
aproveitando as baixas para comprar mais, ou pegando estes repiques para vender?

Entradas maravilhosas ou saídas honrosas??? :-)


Só não façam operações intradiárias horrorosas...

A volatilidade continua dando chances para quem acertar a ponta!

E para ir montando, aos poucos, uma carteira de LP "briosa"!

Abs ^v^

17.10.08

CDI com bônus em RV?


Aguns dias atrás chamei atenção para a oportunidade:


A compra da Brasil Telecom estava muito bem encaminhada. Ainda havia o risco (baixo) de alguma liminar contra a mudança do PGO que atravancasse a negociação. E ontem foi o dia da votação pelos conselheiros da Anatel:

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou nesta quinta-feira o PGO (Plano Geral de Outorgas) o que, na prática, é o primeiro passo para que a compra da Brasil Telecom pela Oi possa ser concretizada. O plano foi aprovado em sessão pública que começou às 9h30 e só foi encerrada pouco mais de 23h. Todos os cinco conselheiros votaram pela aprovação do plano.

Agora o Plano vai ser submetido à uma avaliação no Ministério das Comunicações para depois o presidente assinar um decreto.

Bom deixar claro que esta oportunidade foi fruto de estudos e recomendações, tudo que foi falado não veio de informações privilegiadas. Sou extremamente responsável para não me envolver em situações ilícitas, e as notícias eram de pleno conhecimento público. Cheguei a linkar o Fato Relevante na página de RI da Oi.

Se o risco da operação não sair era na casa de 10%, hoje podemos afirmar que existe 99,9% de chance de tudo correr conforme previsto. Quem vai supor uma avaliação contrária do ministro, ou que o Lula deixe da assinar o decreto? São todos interessados neste jogo de cartas marcadas, e minhas fontes de consulta puderam dar o tom de tranquilidade mesmo nos momentos mais difíceis, quando o mercado teve suas piores baixas.

Tanto da parte da Anatel como das empresas envolvidas, a expectativa sempre foi positiva. Agora quem ficou dentro é só aguardar a conclusão dos trâmites burocráticos e se habilitar ao tag along. O valor hoje já beira R$63 e ainda será corrigido em 100% do CDI até a concretização final, que deve sair entre março e abril/09.

Mesmo para quem quer assumir mais riscos, a impressão que tenho é de as coisas ainda estão ruins, mas já não tem muito o que piorar. Fora a recessão mundial, que é um fato, os mercados tendem a se ajustar dentro da nova realidade.

Seria ótimo o mercado entrar em um período de lateralização para permitir acumular mais lotes de papéis das boas empresas nesta faixa - considerando sua capacidade de distribuir dividendos - e operar nos extremos de um trading range baixando os custos.


Acompanhe o mercado conosco no Fórum Monitor Financeiro



16.10.08

Enquanto não encontram o fundo...

A bolsa vai afundando!

E a volatilidade predominando, o que tem oferecido boas oportunidades no giro de curto prazo. Se nada dura para sempre, estas receitas vindas da especulação podem ser racionalmente aplicadas em investimentos para o futuro, na medida em que os preços das principais ações continuam bastante depreciados.

E os momentos finais do pregão em Wall Street ganharam impulso.

Como os mercados globalizados devem continuar na mesma toada...

Até que um improvável descolamento os separem,
Follow the leader
!

Abs ^v^

15.10.08

Circuit Breaker


Quem nunca viu um...? Agora o seu acionamento está virando moda...

Parou, parou, parou...

Com 10% de queda, aos 37.412 pontos, a BMFBovespa suspendeu os negócios até 1455hs.

Essa fusão das bolsas não deu boa liga!

^v^