Não é para qualquer um! Trata-se de grandes e sólidas instituições financeiras que estão tendo seus resultados - e consequentemente o preço de seus ativos - afetados pela perda de valor nos empréstimos de risco e derivativos hipotecários na composição das carteiras. Caiu o presidente da Merrill Lynch, o Deutsche também acusou o golpe, depois o suíço UBS, agora o Citibank... o efeito cascata continua. Executivos são questionados pelas manobras contábeis visando minimizar as "fraturas" nos balanços, com a transferência de títulos para seus hedge funds. Dividir as perdas com os quotistas?
Mesmo com mais uma injeção acima de U$ 40 bilhões para preservar a liquidez, além de outro corte na taxa de juros, o Federal Reserve não está conseguindo conter a propagação dos problemas referentes ao crédito e, apesar de todos os esforços, as bolsas americanas (mesmo com a divulgação de dados relativos aos empregos) mal conseguiram reagir nesta sexta-feira, e apenas minimizaram suas perdas com uma discreta valorização obtida ao final da sessão.
O que ainda estará por vir?
Vale reler alguns textos postados aqui em agosto:
Oscilações no Mercado
A Questão do Crédito
O Brasil vai ficar Bem
Bom final de semana! ^v^
Um comentário:
Crise de hipotecas é "um problema de US$1 trilhão", diz Pimco
NOVA YORK, 5 de novembro (Reuters) - O Federal Reserve terá que cortar a taxa de juro para evitar uma queda dramática nos preços de moradias, na onda da crise dos empréstimos imobiliários de alto risco, afirmou o administrador do maior fundo de investimentos em bônus do mundo nesta segunda-feira.
A turbulência no segmento de hipotecas de alto risco é "um problema de 1 trilhão de dólares", afirmou Bill Gross, chefe de investimentos da Pacific Investment management Co. (Pimco), em entrevista à CNBC.
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