Plus500

19.4.16

Malvado não é o favorito, mas foi essencial ao Brasil.

E foi aqui que tudo começou... hoje vi esta emblemática foto publicada em minha página pelo Facebook, que me fez voltar à primeira passeata, convocada como o "Dia do Basta", bem antes da população ir para as ruas protestar contra o aumento de 20 centavos no preço das passagens de ônibus. 



Recordo que não havia mais de 200 participantes, o encontro foi marcado em frente à Candelária, estávamos eu, Marie Simone, Fred d'Orey, sua esposa e o filho Martim... de lá saímos pela Presidente Vargas em direção à Central do Brasil. As pessoas olhavam incrédulas pelas janelas de seus escritórios, de dentro da condução voltando para casa. Hoje chegamos a este ponto inimaginável 3 anos atrás! Sinto-me recompensado, e agradecido aos amigos que também se manifestaram durante todo este tempo.

Desde 2013 fizemos campanha contra a reeleição da presidente, contra o estelionato eleitoral usando verbas de propinas desviadas da Petrobras, contra as urnas eletrônicas, as falsas pesquisas de intenção, contra o voto obrigatório, os empréstimos fraudulentos do BNDES a "ditadores amigos" na América Latina e África, ao aparelhamento de estatais, controle do legislativo e algumas instâncias do judiciário... salve o grande juiz Sergio Moro, o nosso paladino da justiça!

Mas o povo reempossou a Dilma, com o apoio dos bolsistas, dos sem terra agraciados com privilégios governistas, dos sindicalistas apadrinhados, e, acima de tudo, os votos fraudados nas urnas da Smartmatic, sem falar na força dos "isentões", sempre em cima do muro, que se calaram beneficiando a chapa do PT, e agora reclamam da legitimidade do vice, que teve os mesmo votos da presidente. Quem segue as leis não tem nada a Temer! A população tem que fiscalizar seus representantes no Congresso!

Querem rasgar a constituição, preferem o caos de uma nova eleição fora de época, com candidatos viciados, sem representatividade popular. O sonho deles é que em uma disputa entre Lula e Bolsonaro, ganhe a Marina Silva contra o Aécio. Mas nenhum destes merece o nosso voto! Os dois primeiros extremistas, duas faces da mesma moeda autoritária, e os demais, verdadeiras nulidades, 
representantes dos políticos oportunistas, um defensor das oligarquias e a outra do Foro de SP.

Se a votação na Câmara foi uma vergonha pelo baixo nível dos deputados, a culpa é de quem os elegeu. A lei eleitoral, que fez pouco mais de 30% dos votados serem eleitos, os demais foram "puxados" pelas suas legendas. Existe legitimidade nisso? E os que pedem pelo afastamento do Cunha, o que acham da atuação de Renan no Senado? Reclamam das posições de Gilmar Mendes no Supremo, e se calam com as atitudes de Lewandowski, Marco Aurélio, Toffoli, Barroso, Teori, Rosa, Fachin, sendo a favor da organização criminosa está tudo OK?

Enfim, o país venceu uma batalha, mas a luta continua, não dos petistas verborrágicos, movidos pela mortadela, mas dos verdadeiros brasileiros, contra o golpe que os comunistas tentaram impor à nossa nação. Mas o Brasil vai sair vencedor e fortalecido em sua incipiente democracia, com a maior participação do povo nas decisões políticas, e, principalmente, votando com mais consciência nas próximas eleições.

28.3.16

Trading or Politics?

Quem diria, depois dos comunistas do Leblon, da esquerda caviar, ainda existem os socialistas de Mercedes... Benz - ou Malz, também pode ser um Audi, BMW, talvez um Porsche, o importante é andarem de carro importado, ou passeando em barcos, sentindo-se como parte da malta intelectual moderninha, porém, aproveitadora dos luxos do capitalismo selvagem! 



Direita nem pensar, muita gente não sabe o que é, nem viveu isso. Mas uma bolsa-papai, mamãe, ou de qualquer membro da família, sempre ajuda os novos revolucionários. Mesmo que o dinheiro venha do PT, roubado do povo. 



Pobres dos que aprendem por jornais tendenciosos, através de missivistas comprados, falsos gurus, supostamente formadores de opinião, daqueles que não estudaram muito história, e mal sabem a diferença entre Napoleão, Hitler, Fidel, Pinochet, ou Che Guevara. 
 

Enfim, nem sabem em que vara (federal) está lotado o Sergio Moro, o "inimigo" da democracia, violador do estado de direito. Bah, que preguiça... vamos em frente! Esta semana deve ser agitada. O medo é um japonês (que não seja o entregador de sushi) bater à sua porta. Toc-toc-toc... alguém em casa? Caiu na Rede é peixe. Ou então fugiu do PT... mas o PT nunca vai sair de você! Jo no soy marinero, soy capitan...

7.3.16

Convocação geral: dia 13/03 em todo o Brasil

O povo brasileiro tem todos os motivos para reclamar da presidente reeleita para um segundo mandato: ela destroçou estatais, gastou recursos vitais em várias obras superfaturadas dispensáveis, como estádios para Copa do Mundo de futebol, negligenciou os serviços básicos na saúde, educação, transporte, segurança, sucateou a indústria, quebrou o comércio, acabou com os investimentos em infraestrutura, perdeu a governabilidade no congresso, fez inúmeros discursos estapafúrdios e sem sentido, mentiu, reduziu o país a um anão diplomático em política externa, são muitas razões para pedir seu afastamento... mas pelo menos UM "grande legado" ela vai deixar: 

A lei 12.850, sancionada em 2 de agosto de 2013, que instituiu a colaboração premiada e os acordos de leniência foi aprovada pela presidente sem vetos, sendo defendida até pelo PT na ocasião, quando os governantes sentiram-se pressionados pelos protestos que levaram milhões de pessoas às ruas em junho daquele ano. Esta é mais uma prova do poder que a população tem para cobrar de seus representantes ações em benefício da nação.

Conforme ficou estabelecido, a lei prevê detalhes que fazem da delação apenas um instrumento do processo investigatório. Ou seja, é preciso ter provas. A legislação garante que nenhuma sentença condenatória poderá ser proferida com fundamento apenas nas declarações. Para aqueles que comprovadamente ajudem, a lei pode prever o perdão judicial, a redução em até 2/3 da pena privativa de liberdade ou a substituição da prisão por medida alternativa, e mesmo que uma delação premiada não seja homologada pela Justiça, o conteúdo apresentado pelo delator não é descartado, podendo fazer parte de outras investigações.

Enfim, esta vai ficar na conta da mulher sapiens, aquela que estoca vento, a cultuadora da mandioca, a nossa famosa mosquita (sic)!!! E dia 13/03 vamos todos manifestar nosso agradecimento pela sanção desta lei anticorrupção, e enquadrá-la exatamente nos termos do que ela fez pelo Brasil, exigindo seu afastamento imediato, até que toda chapa venha a ser cassada no TSE, seu partido extinto, e novas eleições sejam marcadas para que candidatos idôneos disputem um pleito sem fraudes!

O Brasil pode vencer a guerra, com o trabalho deste "tripé" formado pelo juiz Sergio Moro, a força-tarefa do Ministério Público, e a Polícia Federal. Mas eles precisam do nosso apoio explícito neste domingo. Não podemos decepcionar aqueles que estão arriscando suas vidas contra esta organização criminosa para promover um futuro melhor aos nossos filhos!

TODOS NA RUA NESTE DOMINGO 13 DE MARÇO

20.2.16

Brasil: quem te viu, quem te vê, como nunca deveria ser

O que aconteceu com a cadeia produtiva? Então, os juros diluídos em prazos a perder de vista induziram a população a consumir além de sua capacidade de endividamento, e agora a inadimplência aliada à falta de novos compradores fizeram com que redes de varejo fechassem suas portas e milhares de comerciantes encerrassem suas atividades. 

Até os prestadores de serviços estão trabalhando no limite, sufocados pela absurda carga tributária, principalmente no que se refere às obrigações trabalhistas.

As fábricas nacionais de produtos acabados - como as de linha branca, seduzidas pela isenção de impostos, expandiram linhas de montagem e também não têm mais para quem vender; a nossa indústria de transformação perdeu clientes fortes com a desaceleração no crescimento de economias emergentes e dá sinais de que não vai conseguir honrar seus compromissos, sendo obrigada a encerrar suas atividades... quem diria que uma gigante como a Usiminas poderia estar na iminência de acabar? Sem falar na precária infraestrutura do país, onde estradas, ferrovias e portos são jurássicos, e as obras que interessam ao governo são apenas construções que têm potencial para gerar propinas!

Salvar-se-iam a agricultura e pecuária, não fossem os desmatamentos de florestas para criação extensiva de gado, o uso de defensivos que estão envenenando as lavouras, e a disseminação de alimentos transgênicos, com sementes modificadas em laboratórios. Sem falar na concentração do setor nas mãos de poucos "amigos do poder". Mas o Brasil sempre foi exportador de commodities. Pois é, quem diria que os maiores produtores de matérias-primas, tais quais responsáveis pela exploração do minério de ferro e prospecção de petróleo, estariam com dificuldades para manter saudáveis seus fluxos de caixas. O Rio Doce ficou enlameado, a Vale em maus lençóis, e a Petrobras serviu como fonte de recursos para campanha de um partido que, ao invés de representar o país durante o seu período de mandato, confundiu o conceito de governo com União!

Moral da história: em uma nação de ignorantes poucos lembram que a definição de setores primário, secundário e terciário faz parte da grade curricular nas aulas de geografia do ensino básico. Enfim, está tudo quebrado, os únicos que continuam ganhando - como sempre - são os bancos, e o sistema financeiro aliado ao poder. Assim sendo, aqui jaz... o Brasil.

18.1.16

Mercado é soberano

Não adianta torcer, isso não é igual ao futebol... o que funciona é aplicar a técnica para obter melhores resultados nos investimentos.

Bolsa de valores é apenas mais um mercado.

A grande vantagem da renda variável é permitir operações tanto na compra como na venda. Seja com ações, seus derivativos, ou negociando índices. Mas é preciso acertar o timing. Para os mais conservadores, que só compram papeis e vivem dos dividendos, a perda de valor nas cotações pode penalizar bastante a contabilidade da carteira. Já quem é mais ativo, deve acompanhar de perto as oscilações dos gráficos e alternar posições conforme a tendência.

O fato é que ela sobe e desce... sem falar nas vezes em que fica de lado!




17.1.16

Calça de veludo ou short?



Ontem fui ao cinema assistir "A grande aposta"... o título original em inglês faz um trocadilho (The big short... ao invés de "shot" = tiro), no sentido de que alguns poucos visionários, jogando contra a tendência, resolveram apostar na queda - indo além, na QUEBRA - do mercado imobiliário americano. Daí o termo "short", que significa "operar vendido". A história é real, apesar de algumas doses de ficção, inclusive declaradas durante o desenrolar da trama. Mesmo assim, tudo é facilmente compreensível para os que não são profissionais de mercado, ou pouco familiarizados com o funcionamento no mundo dos investimentos. Recomendo a todos, como uma maneira de entender a mecânica do sistema financeiro.

Uma enorme fraude, um meio manipulado, movido por dinheiro virtual, influenciado por questionáveis agências de avaliação de risco, "players" inescrupulosos, banqueiros "selvagens", onde tudo gira em torno do lucro... deles, obviamente, em detrimento dos prejuízos de pequenos investidores, da desgraça de pessoas comuns que não têm conhecimento sobre como proteger seus bens, de gente que depende do emprego, que não faz reserva de capital, e corre o risco de ser demitida sumariamente a qualquer momento, perdendo a maior fonte de recursos, de incautos que compram bens financiados sem noção do quanto pagam em juros!

Como entretenimento o filme é um bom programa, de certo modo até educativo. Quem viveu a crise das "subprimes", que causaram perdas de incontáveis propriedades retomadas pela inadimplência das hipotecas, vai perceber como tudo aconteceu nos EUA. E pela experiência vivida por pobres coitados seduzidos pelo sonho da casa própria, sem possuírem, entretanto, lastro para alavancagem do patrimônio, é possível projetar o que será do Brasil em um futuro próximo, caso esta mesmo política monetária seja mantida por mais alguns anos.

É totalmente insustentável a economia de um país onde os gastos públicos, despesas com pessoal, custeio da máquina, e aposentadorias do funcionalismo consumam a maior parte da riqueza produzida. Então... por que falo isso? Pelo que estudei durante muito tempo, pelo histórico que vivenciei por anos, compartilhando pesquisas, oferecendo suporte técnico, promovendo cursos e treinamentos financeiros, contribuindo para que vários amigos defendessem seu dinheiro da crise que se anunciava antes mesmo de 2008, quando a bolsa bateu suas máximas. Mas ninguém está livre de perdas, inclusive os ferreiros que têm em casa espetos de pau!

Pois é... faz tempo que não publico aqui, a frequência foi diminuindo pelo desânimo. Uma ação da Petrobras cotada abaixo de R$6, o Ibovespa de volta à casa dos 30 mil pontos... basta consultar as postagens mais antigas desse blog para atestar tudo. Os registros são as provas materiais do que estou escrevendo... uma busca nos posts das páginas anteriores pode ser surpreendente. Até a próxima, quem sabe ano que vem as coisas melhorem!  ^v^

20.10.15

Dolar Bull

Quem vai "domar" o câmbio? Brasil perde seus fundamentos e moeda desvaloriza com má condução da economia. Reservas em dolares serão suficientes para conter um eventual ataque especulativo ao país?

23.11.14

Nunca se roubou tanto é pouco!



Do orgulho patriota ficou uma certa vergonha de ser brasileiro... como muita gente foi enganada, por bastante tempo... infelizmente, nem mesmo nos melhores momentos (forjados) do país a situação conseguia nos iludir. Cansamos de alertar os amigos, familiares, investidores e estrangeiros, de que apesar do grande período de prosperidade mundial, o Brasil crescia menos do que poderia, pela soberba, arrogância, falta de competência, roubos institucionalizados, desperdícios e má índole de nossos governantes.

Mas o povo parecia inebriado, como quem caiu no conto, seduzido pelo "mantra" do falso profeta, de que somos os melhores, os maiores...  foi assim, e por isso, que, faz tempo, eu cansei de escrever!

Depois de uma campanha política suja, onde o voto comprado decidiu (???) o resultado das urnas eletrônicas - chefiadas pelo advogado do PT, empossado no tribunal pelo grande guru de 9 dedos - elegendo a atual presidente para mais 4 anos no poder, e, mais uma vez, fez do país vítima da própria propaganda depreciativa e amplamente atribuída aos iminentes atos do candidato de oposição, que perdeu, mas está vendo sua adversária realizar exatamente aquilo que o acusou antecipadamente de fazer: aumento dos juros, contas descontroladas, metas perdidas, inflação disparando, institutos manipulando números, e os gastos públicos sem limites, assim como a paciência de quem consegue enxergar com o mínimo de isenção o verdadeiro cenário em que estamos inseridos.

Agora, até um velho opositor do atual sistema, dito eleitor confesso do PSDB, de tradição oposicionista, autor de um livro em que propunha "a virada da própria mesa" vem afirmar, que nunca se roubou tão pouco... como assim? Que parâmetros de comparação ele usou para tecer este comentário?

Mesmo sendo contra dar espaço a ideias que não concordo, não tem outro jeito se não citá-las textualmente. Então aqui vai na íntegra a matéria/entrevista/polêmica de Ricardo Semler... mas o que será que ele quis de fato dizer com tudo isso?

Re-virando a própria treta!



Assim como a imagem dos políticos é associada à corrupção, conchavos, escárnio, deboche, mal uso de dinheiro público, pouco caso com a população,  será que ainda vamos chegar (ou já chegamos) ao ponto de considerar que todo e qualquer empresário bem sucedido só pode ter dado certo às custas do pagamento de propinas, do suborno, sonegação de impostos exorbitantes, e que não se revertem em benefício da população, manobras contábeis, relações temerárias com o poder..

Quando esta hora chegar, espero estar bem longe daqui... antes que este pensamento contamine as novas gerações, perdidas, nesta crise de valores e referências, de quem insiste em dizer que é uma questão cultural. Talvez seja mesmo por falta de cultura... e exemplos, que deveriam vir de cima!

Um ministro da justiça -  e postulante ao STF - dizer isso? Vergonha nacional.




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 O último a sair que apague a luz!!!



31.7.14

Está melhorando... para quem?

Situação do (e para o) mercado brasileiro vai ficando mais complicada.

Difícil saber por onde começar. Pelo princípio! O Brasil foi realmente vítima de nossa imaturidade política, que passou por vários presidentes até a tomada militar nos anos 60. Ressabiado pela ditadura, e convivendo com a escalada da inflação, depois de algumas tentativas frustradas, o Plano Real veio trazer estabilidade para nossa moeda e economia. Mas o trauma - e desejo revanchista - era grande, a ponto de sacrificar todas as conquistas obtidas ao longo de 20 anos! O atual governo ainda teve o privilégio de experimentar um período de farta prosperidade global, de enorme expansão da economia, e não crescemos o quanto poderíamos por excesso de confiança em nosso potencial, que foi se deteriorando com a queda no preço das commodities.

Veio a crise, todos buscando fazer seu dever de casa, tomando medidas responsáveis para atenuar os efeitos de uma redução de ritmo, e o Brasil populista, arrogante e se ufanando, abriu a bolsa de benesses... inchou seu quadro, aparelhou estatais, comprou o legislativo, e dominou o judiciário para se perpetuar no poder. Gastou nossas reservas, endividou-se, e ao consumidor, oferendo crédito fácil e prazos a perder de vista. Acabou! Além da renúncia fiscal, abdicando de muitos impostos, gerou outros tributos indiretos, aumentando a carga sobre a população. Com o descontrole da inflação, aumento dos juros, escalada da inadimplência, o ciclo viciado (e vicioso) está voltando.

E no cenário externo, guerras, disputas político-religiosas, financeiras, um mundo sem dono, enquanto os próprios se apropriam das riquezas e aumentam cada vez mais o seu poderio. Palestinos e israelenses, russos e ucranianos, tribos de etnias africanas, e no Brasil, um conflito social, são 50 mil mortes por ano, vítimas de assassinatos, uso de armas pesadas, enquanto os cidadãos de bem foram todos desarmados...

A Europa, capitaneada pela Alemanha, e os Estados Unidos buscam retomar o trilho do desenvolvimento, nosso país vai minguando no plano internacional, um anão diplomático, paralítico nas relações exteriores, míope, defasado, andando na contramão do mundo, inebriado por essa lenda bolivariana que devasta as Américas.

Tiraram o Paraguai do Mercosul para criarem a Unasul, alinhada com Cuba, Coreia do Norte, Irã, Síria, e tudo que há de pior em termos de terrorismo e violação dos direitos humanos... não daqueles pivetes assassinos, que matam e são tratados como coitados. Pobre Argentina, vendeu sua alma ao diabo e agora ameaça dar outro calote, desta vez nos fundos abutres, que merecem o nome e a volta que estão prestes a tomar!

Enfim, refugiados haitianos, médicos (e/ou guerrilheiros) cubanos, política venezuelana, estamos "importando" o que há de pior, e exportando uma imagem mais negativa ainda. Aqui dentro, nunca se sabe, as pesquisas de intenção de voto mostram uma forte tendência de queda na popularidade da presidente, que parece perder o rumo da reeleição. Tomara! O comportamento das ações em bolsa (principalmente das estatais), assim como a reação do câmbio, são indícios de que o país precisa de mais liberdade, na imprensa inclusive, para voltar a atrair a atenção dos investidores sérios. Chega de especulação e saques ao nosso patrimônio, mais controle do dinheiro público, e responsabilidade para quem pratica atos ilegais, temerários ou negligentes na gestão de nossa economia.

E não compre qualquer relatório, veja antes os interesses ocultos (ou explícitos) de quem faz as análises. "O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso." Ariano Suassuna

2.1.14

Esse ano não vai ser igual aquele que passou...


Mais um ano se passou e entramos em 2014... o Brasil tem muito o que comemorar? Exceto o avanço no plano social, fomentado por programas assistencialistas / eleitoreiros, o que vemos é uma economia frágil, patinando nos seus fundamentos, onde um PIB insosso, manipulado para atingir metas - utilizando diversos recursos contábeis, expressa a baixa taxa de investimento no país, o aumento da sua relação com a dívida bruta para uma faixa acima de 65% do que crescemos, inflação elevada, e o deficit no saldo da balança comercial... compramos mais produtos acabados de fora do que vendemos matérias primas, de pouco valor agregado. Neste cenário, enquanto os mercados se recuperam no mundo desenvolvido, o que mais tem dado retorno aos investidores ultimamente é a especulação com o dolar. Ou um bilhete premiado, objeto maior de desejo para qualquer brasileiro! Sonhar não custa nada, mas trabalho que é bom anda escasso... ou temos um povo preguiçoso, que se contenta em receber esmolas políticas. Enfim, preparem-se para 2014, um ano com apenas 9 meses, pois a vida produtiva tupiniquim só começa após do Carnaval, depois vem a Copa do Mundo em junho, e outubro é mês de eleições. Os verdadeiros empreendedores que se salvem, pois do jeito que a coisa está acelerada - e sendo empurrada com a barriga - passado o Natal e Reveillon, ensejamos aqui os melhores votos de uma Feliz Páscoa. Viva o Coelhinho da Sorte!!! Quando será a hora da virada?... de nos tornarmos o país do presente... pois aquele futuro prometido ainda demora para chegar. Pára logo com isso... chega!!!



2.4.13

Enfim, o descolamento - ao avesso.

Mas a crise não era exclusividade da Europa e Estados Unidos? O Brasil não é uma economia pujante, rica em commodities, um parque industrial consolidado, que racionaliza seus recursos naturais, dotado de uma eficiente matriz energética, com a malha de transportes bem estruturada, e uma grande massa de trabalho qualificado, pelo fato de sua população ser bem instruída?

NÃO!!!

Pois bem (ou mal), a marolinha vai passando lá fora, os americanos já começam a vislumbrar uma saída para a crise, mesmo com todas dificuldades políticas em administrar um congresso dividido. O fato é que o mercado sempre antecipa o futuro, e os índices das bolsas de Nova York vão batendo recordes, voltaram aos patamares anteriores à crise... e aqui? A Bovespa teve o pior desempenho da história em um trimestre nos últimos 18 anos!

Mas quem se importa, o dilema está em continuar forçando o crescimento mesmo que isso penalize o controle da inflação! Quem disse isso? Não fui eu, apenas li por aí, em algum noticiário desta imprensa tendenciosa que agora deu para manipular as falas da própria presidente. Isso não pode, assim não dá!

Então, mais uma vez sinto dó dos investidores de Pindorama, que crentes, aceitaram o discurso ufanista de quem queria eleger seu sucessor, mas infelizmente veio o mensalão, e os Zés das Couves, Louros e Bertalhas ficaram com o nome sujo na praça (dos 3 Poderes). Quem pode pode, quem não pode obedece... e assim surgiu "a sucessora". Mas o esquema montado, meio que combalido, continua firme em Brasília. Os pobres agora têm luz na porta de casa, puderam comprar geladeiras, assistir TV, e ouvir a velha ladainha imposta por quem concede os benefícios, mas sem saber quem paga as contas. Estudar pra quê? As bolsas ajudam a mantê-los pobres e dependentes (dependendo de em quem votar), mas hoje, o pobre que ganha acima de R$ 291 é considerado "classe média".

E os ricos, de verdade? Esses, poucos, estão cada vez mais bilionários... o país estaria, supostamente, em desenvolvimento, mas emergentes mesmo são os donos do poder, seus filhos, secretárias, apadrinhados e sócios ocultos chupadores de laranja. Veja bem, o "ronaldinho dos negócios" tem um jatinho próprio para subir tão rápido ao céu, quanto escalou socialmente de forma vertiginosa... um assombro. O pai, um dos palestrantes mais requisitados no mundo (para ensinar com ganhar dinheiro sem estudar nem fazer força) não se aproveita de seus bens, prefere viajar pelo planeta custeado por empreiteiras, pelas quais faz lobby. O amor é lindo!

Enfim, o tal óleo do fundo do mar que seria o caminho para nossa independência, só fez a empresa estatal detentora dos direitos de exploração se afundar. PETR3 e 4, PBR e PBRA, as ações e ADRs não param de perder valor. Mas não devem virar pó - talvez um "pum", enquanto o dinheiro "investido" pelo governo (em nome da União) tiver a chancela dos investidores minoritários - os que ficaram fora dessa são os "menosotários".  Contra-mão de um mundo que busca a sustentabilidade e o equilíbrio entre a produção e a preservação do meio ambiente. Falar de EBX, OGX, MMX,  LLX, XXXiiiiiiiiiis, vamos nos poupar disso.


Continuo pelas redes sociais, onde, embora o "jornalismo" seja amador e de qualidade questionável, às vezes, surgem algumas coisas boas, como estas abaixo:

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A energia solar cresce e aparece.

A telhas fotovoltaicas são a novidade: Perfeitamente integradas na estrutura do edifício, são eficientes e bonitas de se ver. 

O problema estético era um dos fatores que impediram a disseminação da energia solar na Itália, um país cheio de antigas casas e cidades onde a instalação de painéis solares não é só feio, mas muitas vezes proibido por lei.

Com inteligência e vontade política as soluções aparecem!
Por um Brasil mais consciente, inteligente e moderno.



19.3.13

E as novidades...

A boa nova é que hoje deu vontade e eu tirei um tempo para escrever... há tempos não fazia isso aqui, falta de motivação e assunto que possa ser significativo. De notícias ruins estamos fartos, e o mercado financeiro assim com a economia mundial não apresentou mudanças que justificassem um texto (talvez sequer uma linha). Fico pelas redes sociais, trocando ideias entre amigos.

Pois bem, não adianta ser repetitivo, gerar falsas expectativas, iludir o leitor (com a falta de atualização no blog será que ainda restou algum?). Mas ainda existe quem insista em cativar o investidor, trocando figurinhas em uma bolsa que anda de lado, com operações fantásticas que mal salvam a corretagem, estratégias mirabolantes, gráficos incompreensíveis, e fundamentos sem respaldo devido às circunstâncias nebulosas que se encontram as empresas.

Bons tempos em que eu e nossos colaboradores fazíamos 3, 4, 5 ou até mais postagens diárias. Assim também o fórum do Monitor foi desativado, pela dificuldade de chegar a um consenso, ou, no mínimo, que se mantivesse o respeito pela opinião alheia. Defender argumentos com propriedade é um dom, mas forçar posicionamentos tendenciosos com crenças ou achismos definitivamente não dá.

A crise era uma marolinha? A nova política do Brasil e a equipe econômica do governo são confiáveis? Estamos imunes a turbulências externas? Mas a nossa casa está bem arrumada? Quando externei minha descrença no país, não me referia à nação, embora pobre, sem instrução e sujeita a manipulações. O voto da urna é soberano, e manda no poder aqueles que incitam o povo a não estudar, para se manterem ditando as regras. Executivo que não executa, cumpre o que mandam os caciques do partido dominante, congresso prostituído e arrogante, que impõe lideranças de condenados em suas posições-chaves, judiciário dominado, salvo um ou dois ministros que lutam contra a corrente... e as estatais aparelhadas.

Lembro que recomendava distância de ativos que tivessem BRAS no seu nome... EletroBRAS, Banco do BRASil, PetroBRAS, até a TeleBRAS tentaram ressuscitar mesmo que natimorta!... mas é inegável que houve quem ganhasse dinheiro com elas... os "sortudos", bem informados, ou parceiros ocultos de quem sabe o que vai acontecer. Onde foi parar a riqueza do Brasil? Na construção de estádios, no pagamento da folha, despesas com pessoal, na máquina governamental, nas propinas, compra de votos, desperdícios, e quem banca a conta? Como vão bem nossos hospitais, escolas, a segurança melhorou muito, a prevenção de catástrofes naturais, a infraestrutura... e a carga tributária do assalariado que não recebe "bolsas-qualquer-coisa", que trabalha para sustentar o governo com impostos...


Enfim, que papo chato... para isso, e por esse motivo, prefiro não escrever.


Mais vale analisarmos tudo pelo lado positivo - com as famosas frases feitas, de efeito (ou com defeito), já que não tem outro jeito:


"É sempre melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos." (Armando Nogueira)


"O otimista proclama que vivemos no melhor dos mundos. O pessimista teme que seja verdade." (James Branch Cabell)


"O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas." (William George Ward)


Então sejamos realistas!!!


Pobre do homem que tem o dinheiro como sua única riqueza.



10.12.12

PIB = Produto Interno Baixo

E como a falácia já era conhecida, a "marolinha" que vem devastando a economia global fez estragos ao nosso país. Enquanto a Europa entrou mesmo em recessão, com dois semestres de resultados negativos no seu crescimento (embora a expressão "crescimento negativo" pareça uma coisa surreal),  o Brasil continua patinando...

Não bastassem os escândalos políticos, de fazer inveja a qualquer tablóide sensacionalista inglês, agora até a conceituada revista britânica The Economist faz reportagem manifestando claramente uma "sugestão" à presidente Dilma, para demitir seu ministro da fazenda, e reformular toda  equipe econômica.

Tivemos, mais uma vez, um crescimento pífio, literalmente, "para inglês ver"... só que nem mesmo o povo do Reino Unido gostou do que viu. Foi usada uma estratégia de incentivar a população a consumir - mesmo que irresponsavelmente, a juros baixos e prestações a perder de vista (tão longas que nem os ingleses conseguem enxergar), em detrimento de fomentar a competitividade industrial.

Continuamos sendo o país das commodities, com o preço do minério em queda, na busca por alternativas mais sustentáveis para substituir o petróleo (enquanto o nosso continua enterrado nas profundezas do oceano), o que salvou foi a safra de grãos. A agropecuária, apesar do boicote - agora também dos japoneses - à nossa carne, foi o diferencial em todo este emaranhado de perdas. Mas o custo tem sido alto... além dos impostos que nos impõem a mais alta carga tributária, a derrubada de árvores com o desmatamento de florestas, o extermínio (genocídio) de civilizações indígenas, tudo para atender a ganância dos fazendeiros-grileiros, plantadores de soja e outros gêneros, ou mesmo criação extensiva de gado, está aniquilando nosso maior patrimônio: a produção abundante de ar. E ainda existem os projetos de hidrelétricas megalomaníacas, de certa forma essenciais para um país que não se planejou em termos de geração de energia (com tanta fonte alternativa disponível), tornando nossa matriz obsoleta e incapaz de abastecer as grandes cidades que se formam com o êxodo rural.

Mas como somos um país sempre voltado para trás, o que vem ocorrendo é um novo movimento no sentido inverso... o povo, massacrado pela falta de emprego nos grandes centros, esgotado pelo alto custo das metrópoles, vem retornando ao campo, em busca de melhor qualidade de vida... e promessas de ganhos na lavoura ou na exploração (ilegal?) de madeira, que podem ser armadilhas camufladas para um novo ciclo de trabalho escravo.

Concordo com o que li outro dia: os comentários da imprensa internacional sobre os rumos da economia brasileira, pondo um ponto final na fascinação causada no início de mandato pelo ex-PR (como é chamado pela sua suposta amante, a chefe de gabinete, que manda-em-tudo, indica amigos e parentes para cargos públicos, que falsifica documentos, e faz evasão de divisas em malas diplomáticas, além de colaborar com licitações manipuladas, vixe...), deveria nos preocupar e não irritar . E um pouco de humildade não faz mal a ninguém. Afinal dizer que a crise grave está na Europa, e não aqui, chega a ser risível. A crise aqui é na saúde, na educação, na ética, nos costumes exóticos, na exacerbação da exaltação a todo tipo de minoria, nas amizades comprometedoras na politica mundial. E a crise acaba sendo mais longa pela falta de humildade justamente por isso. Não vamos quebrar (?), temos robustas reservas e mercado interno, de vez que, se somos a oitava economia, devemos ser entre os cinco mais populosos. Mas estamos condenados à mediocridade, baixa qualidade, à corrupção e violência. Infelizmente temos muito a caminhar para chegarmos a uma Espanha, que mesmo combalida, tem cultura, educação e saúde. Estamos, sem dúvida, na contramão.

Infelizmente fazemos parte de uma nação jovem, de muita história, e pouca memória. Onde os políticos oferecem o novo, mas seguem com as velhas práticas de tempos imperiais. Acabam com empresas tradicionais que não servem de suporte a seus projetos, fazem privatizações suspeitas (embora necessárias), ou usam a estrutura das estatais em benefício próprio, aparelhando seus quadros e se apropriando diretamente de nossas riquezas. Não importa qual é o partido governante, o que vale é estar no poder... à qualquer preço. E essa conta vai ficando mais cara. Quem, um dia, vai pagar a fatura???





9.11.12

Educação, Consumo e Investimentos


Cada um de nós vem ao mundo com uma missão, mas todos os pais (e mães) têm uma tarefa adicional e prioritária: educar seus filhos. Quem prefere delegar essa responsabilidade exclusivamente às escolas está cometendo um equívoco. A rede pública de ensino no país é fraca, então, as famílias que podem pagar colégio particular não medem esforços para tentar proporcionar a melhor formação para seus dependentes, de forma que os mesmos possam ter uma vida adulta e profissional com autonomia.


Mas o sucesso depende muito mais do apoio e participação dos pais no dia a dia das criança, impondo limites, ajudando nos estudos, e contribuindo diretamente na formação do caráter com os exemplos. Isso tudo, principalmente durante as fases do ensino fundamental e médio. Depois, não dá para se esperar muita coisa com a implementação do regime de cotas nas universidades. O nível tende a cair (muito) para não ocorrerem reprovações em massa!

Então, não convém estimular uma mentalidade consumista, assim como o governo busca fazer com a classe média mal instruída  - 53% da população, aqueles com renda per capita entre R$ 291 R$ 1.019 (???) - a base de sustentação do mercado interno, incentivada pelas pequenas prestações a perder de vista, a gastar aquilo que não têm, para comprar o que não precisa, a fim de impressionar gente que não conhece, e tentar ser uma pessoa que não é...

São esses que formam o nosso mercado interno, a mola propulsora do tênue crescimento forçado do PIB, os bolsistas apadrinhados e fiéis no voto obrigatório, que consomem sem saber se vão poder arcar com as mensalidades contratadas, que estão com o nível de endividamento comprometido, e fatalmente levarão seus financiadores a prejuízos (rateados pelos bons pagadores), quando os calotes se tronarem incontroláveis, e os índices de inadimplência extrapolarem qualquer provisão dos bancos.

Enquanto isso aumentam os impostos para cobrir as despesas superfaturadas em obras emergenciais para geração de energia - com tantas alternativas, querem construir hidrelétricas que afogam florestas e seus habitantes nativos (espécies de animais sendo extintas e tribos indígenas dizimadas) que nos livre dos apagões - assim como em projetos questionáveis de eventos esportivos para "inglês ver". O próprio povo só terá acesso à Copa do Mundo e Olimpíadas pela televisão. Os donos das redes transmissoras é que devem estar gostando...

O Brasil não fortaleceu seu parque industrial, continuamos sendo um mero fornecedor de matérias-primas para as multinacionais nos revenderem depois seus produtos acabados. O país das commodities, onde os fazendeiros destroem a mata para plantar grãos ou criar gado, o petróleo do fundo do mar, os minérios que terão um reajuste severo nos seus preços... vai sobrar o quê? A crise econômica continua, apesar do alento com a reeleição de Barack Obama nos EUA, os problemas ainda não foram solucionados. Assim como na Europa o desemprego só faz aumentar... e a China? Mesmo com o câmbio controlado, dificilmente vai conseguir o mesmo nível de crescimento dos últimos anos. Vai vender para quem?

Sendo otimista, os tempos difíceis ainda não terminaram... e como o mundo não deve acabar em dezembro, melhor agir com muita precaução, já que ninguém sabe o que pode vir por aí. Investimento bom é em educação, e ativos conservadores que remunerem o capital com menor risco. Toda especulação uma hora tem fim. Ou nosso país só é bom para gringo investir???




O ideal para o cidadão comum é fazer uma reserva e preservar sua poupança!




17.8.12

Agronegócio


Grande produtor de açúcar, café, soja e agora milho... a agricultura vai muito bem no Brasil.

O problema continua sendo a logística para exportação. Além de escolas, hospitais, segurança, saneamento, também falta infraestrutura para escoar a boa safra.


Segundo matéria do Financial Times, o país já adquiriu status de superpotência agrícola, mas a situação das estradas e falta de ferrovias, faz com que o transporte das commodities fique penalizado... apesar do recente anúncio oficial do pacote de concessões que prevê investimentos totais de 133 bilhões de reais ao longo de 25 anos - o maior já feito no país no setor, com o objetivo de reduzir os gargalos de infraestrutura e estimular o crescimento da economia... quando não é a defasagem no câmbio, é a logística... a vida do exportador não está mesmo fácil.


Enquanto isso os preços do milho disparam, rompendo as cotações máximas atingidas ano passado no mercado internacional.