Plus500

23.11.14

Nunca se roubou tanto é pouco!



Do orgulho patriota ficou uma certa vergonha de ser brasileiro... como muita gente foi enganada, por bastante tempo... infelizmente, nem mesmo nos melhores momentos (forjados) do país a situação conseguia nos iludir. Cansamos de alertar os amigos, familiares, investidores e estrangeiros, de que apesar do grande período de prosperidade mundial, o Brasil crescia menos do que poderia, pela soberba, arrogância, falta de competência, roubos institucionalizados, desperdícios e má índole de nossos governantes.

Mas o povo parecia inebriado, como quem caiu no conto, seduzido pelo "mantra" do falso profeta, de que somos os melhores, os maiores...  foi assim, e por isso, que, faz tempo, eu cansei de escrever!

Depois de uma campanha política suja, onde o voto comprado decidiu (???) o resultado das urnas eletrônicas - chefiadas pelo advogado do PT, empossado no tribunal pelo grande guru de 9 dedos - elegendo a atual presidente para mais 4 anos no poder, e, mais uma vez, fez do país vítima da própria propaganda depreciativa e amplamente atribuída aos iminentes atos do candidato de oposição, que perdeu, mas está vendo sua adversária realizar exatamente aquilo que o acusou antecipadamente de fazer: aumento dos juros, contas descontroladas, metas perdidas, inflação disparando, institutos manipulando números, e os gastos públicos sem limites, assim como a paciência de quem consegue enxergar com o mínimo de isenção o verdadeiro cenário em que estamos inseridos.

Agora, até um velho opositor do atual sistema, dito eleitor confesso do PSDB, de tradição oposicionista, autor de um livro em que propunha "a virada da própria mesa" vem afirmar, que nunca se roubou tão pouco... como assim? Que parâmetros de comparação ele usou para tecer este comentário?

Mesmo sendo contra dar espaço a ideias que não concordo, não tem outro jeito se não citá-las textualmente. Então aqui vai na íntegra a matéria/entrevista/polêmica de Ricardo Semler... mas o que será que ele quis de fato dizer com tudo isso?

Re-virando a própria treta!



Assim como a imagem dos políticos é associada à corrupção, conchavos, escárnio, deboche, mal uso de dinheiro público, pouco caso com a população,  será que ainda vamos chegar (ou já chegamos) ao ponto de considerar que todo e qualquer empresário bem sucedido só pode ter dado certo às custas do pagamento de propinas, do suborno, sonegação de impostos exorbitantes, e que não se revertem em benefício da população, manobras contábeis, relações temerárias com o poder..

Quando esta hora chegar, espero estar bem longe daqui... antes que este pensamento contamine as novas gerações, perdidas, nesta crise de valores e referências, de quem insiste em dizer que é uma questão cultural. Talvez seja mesmo por falta de cultura... e exemplos, que deveriam vir de cima!

Um ministro da justiça -  e postulante ao STF - dizer isso? Vergonha nacional.




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 O último a sair que apague a luz!!!



31.7.14

Está melhorando... para quem?

Situação do (e para o) mercado brasileiro vai ficando mais complicada.

Difícil saber por onde começar. Pelo princípio! O Brasil foi realmente vítima de nossa imaturidade política, que passou por vários presidentes até a tomada militar nos anos 60. Ressabiado pela ditadura, e convivendo com a escalada da inflação, depois de algumas tentativas frustradas, o Plano Real veio trazer estabilidade para nossa moeda e economia. Mas o trauma - e desejo revanchista - era grande, a ponto de sacrificar todas as conquistas obtidas ao longo de 20 anos! O atual governo ainda teve o privilégio de experimentar um período de farta prosperidade global, de enorme expansão da economia, e não crescemos o quanto poderíamos por excesso de confiança em nosso potencial, que foi se deteriorando com a queda no preço das commodities.

Veio a crise, todos buscando fazer seu dever de casa, tomando medidas responsáveis para atenuar os efeitos de uma redução de ritmo, e o Brasil populista, arrogante e se ufanando, abriu a bolsa de benesses... inchou seu quadro, aparelhou estatais, comprou o legislativo, e dominou o judiciário para se perpetuar no poder. Gastou nossas reservas, endividou-se, e ao consumidor, oferendo crédito fácil e prazos a perder de vista. Acabou! Além da renúncia fiscal, abdicando de muitos impostos, gerou outros tributos indiretos, aumentando a carga sobre a população. Com o descontrole da inflação, aumento dos juros, escalada da inadimplência, o ciclo viciado (e vicioso) está voltando.

E no cenário externo, guerras, disputas político-religiosas, financeiras, um mundo sem dono, enquanto os próprios se apropriam das riquezas e aumentam cada vez mais o seu poderio. Palestinos e israelenses, russos e ucranianos, tribos de etnias africanas, e no Brasil, um conflito social, são 50 mil mortes por ano, vítimas de assassinatos, uso de armas pesadas, enquanto os cidadãos de bem foram todos desarmados...

A Europa, capitaneada pela Alemanha, e os Estados Unidos buscam retomar o trilho do desenvolvimento, nosso país vai minguando no plano internacional, um anão diplomático, paralítico nas relações exteriores, míope, defasado, andando na contramão do mundo, inebriado por essa lenda bolivariana que devasta as Américas.

Tiraram o Paraguai do Mercosul para criarem a Unasul, alinhada com Cuba, Coreia do Norte, Irã, Síria, e tudo que há de pior em termos de terrorismo e violação dos direitos humanos... não daqueles pivetes assassinos, que matam e são tratados como coitados. Pobre Argentina, vendeu sua alma ao diabo e agora ameaça dar outro calote, desta vez nos fundos abutres, que merecem o nome e a volta que estão prestes a tomar!

Enfim, refugiados haitianos, médicos (e/ou guerrilheiros) cubanos, política venezuelana, estamos "importando" o que há de pior, e exportando uma imagem mais negativa ainda. Aqui dentro, nunca se sabe, as pesquisas de intenção de voto mostram uma forte tendência de queda na popularidade da presidente, que parece perder o rumo da reeleição. Tomara! O comportamento das ações em bolsa (principalmente das estatais), assim como a reação do câmbio, são indícios de que o país precisa de mais liberdade, na imprensa inclusive, para voltar a atrair a atenção dos investidores sérios. Chega de especulação e saques ao nosso patrimônio, mais controle do dinheiro público, e responsabilidade para quem pratica atos ilegais, temerários ou negligentes na gestão de nossa economia.

E não compre qualquer relatório, veja antes os interesses ocultos (ou explícitos) de quem faz as análises. "O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso." Ariano Suassuna

2.1.14

Esse ano não vai ser igual aquele que passou...


Mais um ano se passou e entramos em 2014... o Brasil tem muito o que comemorar? Exceto o avanço no plano social, fomentado por programas assistencialistas / eleitoreiros, o que vemos é uma economia frágil, patinando nos seus fundamentos, onde um PIB insosso, manipulado para atingir metas - utilizando diversos recursos contábeis, expressa a baixa taxa de investimento no país, o aumento da sua relação com a dívida bruta para uma faixa acima de 65% do que crescemos, inflação elevada, e o deficit no saldo da balança comercial... compramos mais produtos acabados de fora do que vendemos matérias primas, de pouco valor agregado. Neste cenário, enquanto os mercados se recuperam no mundo desenvolvido, o que mais tem dado retorno aos investidores ultimamente é a especulação com o dolar. Ou um bilhete premiado, objeto maior de desejo para qualquer brasileiro! Sonhar não custa nada, mas trabalho que é bom anda escasso... ou temos um povo preguiçoso, que se contenta em receber esmolas políticas. Enfim, preparem-se para 2014, um ano com apenas 9 meses, pois a vida produtiva tupiniquim só começa após do Carnaval, depois vem a Copa do Mundo em junho, e outubro é mês de eleições. Os verdadeiros empreendedores que se salvem, pois do jeito que a coisa está acelerada - e sendo empurrada com a barriga - passado o Natal e Reveillon, ensejamos aqui os melhores votos de uma Feliz Páscoa. Viva o Coelhinho da Sorte!!! Quando será a hora da virada?... de nos tornarmos o país do presente... pois aquele futuro prometido ainda demora para chegar. Pára logo com isso... chega!!!



2.4.13

Enfim, o descolamento - ao avesso.

Mas a crise não era exclusividade da Europa e Estados Unidos? O Brasil não é uma economia pujante, rica em commodities, um parque industrial consolidado, que racionaliza seus recursos naturais, dotado de uma eficiente matriz energética, com a malha de transportes bem estruturada, e uma grande massa de trabalho qualificado, pelo fato de sua população ser bem instruída?

NÃO!!!

Pois bem (ou mal), a marolinha vai passando lá fora, os americanos já começam a vislumbrar uma saída para a crise, mesmo com todas dificuldades políticas em administrar um congresso dividido. O fato é que o mercado sempre antecipa o futuro, e os índices das bolsas de Nova York vão batendo recordes, voltaram aos patamares anteriores à crise... e aqui? A Bovespa teve o pior desempenho da história em um trimestre nos últimos 18 anos!

Mas quem se importa, o dilema está em continuar forçando o crescimento mesmo que isso penalize o controle da inflação! Quem disse isso? Não fui eu, apenas li por aí, em algum noticiário desta imprensa tendenciosa que agora deu para manipular as falas da própria presidente. Isso não pode, assim não dá!

Então, mais uma vez sinto dó dos investidores de Pindorama, que crentes, aceitaram o discurso ufanista de quem queria eleger seu sucessor, mas infelizmente veio o mensalão, e os Zés das Couves, Louros e Bertalhas ficaram com o nome sujo na praça (dos 3 Poderes). Quem pode pode, quem não pode obedece... e assim surgiu "a sucessora". Mas o esquema montado, meio que combalido, continua firme em Brasília. Os pobres agora têm luz na porta de casa, puderam comprar geladeiras, assistir TV, e ouvir a velha ladainha imposta por quem concede os benefícios, mas sem saber quem paga as contas. Estudar pra quê? As bolsas ajudam a mantê-los pobres e dependentes (dependendo de em quem votar), mas hoje, o pobre que ganha acima de R$ 291 é considerado "classe média".

E os ricos, de verdade? Esses, poucos, estão cada vez mais bilionários... o país estaria, supostamente, em desenvolvimento, mas emergentes mesmo são os donos do poder, seus filhos, secretárias, apadrinhados e sócios ocultos chupadores de laranja. Veja bem, o "ronaldinho dos negócios" tem um jatinho próprio para subir tão rápido ao céu, quanto escalou socialmente de forma vertiginosa... um assombro. O pai, um dos palestrantes mais requisitados no mundo (para ensinar com ganhar dinheiro sem estudar nem fazer força) não se aproveita de seus bens, prefere viajar pelo planeta custeado por empreiteiras, pelas quais faz lobby. O amor é lindo!

Enfim, o tal óleo do fundo do mar que seria o caminho para nossa independência, só fez a empresa estatal detentora dos direitos de exploração se afundar. PETR3 e 4, PBR e PBRA, as ações e ADRs não param de perder valor. Mas não devem virar pó - talvez um "pum", enquanto o dinheiro "investido" pelo governo (em nome da União) tiver a chancela dos investidores minoritários - os que ficaram fora dessa são os "menosotários".  Contra-mão de um mundo que busca a sustentabilidade e o equilíbrio entre a produção e a preservação do meio ambiente. Falar de EBX, OGX, MMX,  LLX, XXXiiiiiiiiiis, vamos nos poupar disso.


Continuo pelas redes sociais, onde, embora o "jornalismo" seja amador e de qualidade questionável, às vezes, surgem algumas coisas boas, como estas abaixo:

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A energia solar cresce e aparece.

A telhas fotovoltaicas são a novidade: Perfeitamente integradas na estrutura do edifício, são eficientes e bonitas de se ver. 

O problema estético era um dos fatores que impediram a disseminação da energia solar na Itália, um país cheio de antigas casas e cidades onde a instalação de painéis solares não é só feio, mas muitas vezes proibido por lei.

Com inteligência e vontade política as soluções aparecem!
Por um Brasil mais consciente, inteligente e moderno.



19.3.13

E as novidades...

A boa nova é que hoje deu vontade e eu tirei um tempo para escrever... há tempos não fazia isso aqui, falta de motivação e assunto que possa ser significativo. De notícias ruins estamos fartos, e o mercado financeiro assim com a economia mundial não apresentou mudanças que justificassem um texto (talvez sequer uma linha). Fico pelas redes sociais, trocando ideias entre amigos.

Pois bem, não adianta ser repetitivo, gerar falsas expectativas, iludir o leitor (com a falta de atualização no blog será que ainda restou algum?). Mas ainda existe quem insista em cativar o investidor, trocando figurinhas em uma bolsa que anda de lado, com operações fantásticas que mal salvam a corretagem, estratégias mirabolantes, gráficos incompreensíveis, e fundamentos sem respaldo devido às circunstâncias nebulosas que se encontram as empresas.

Bons tempos em que eu e nossos colaboradores fazíamos 3, 4, 5 ou até mais postagens diárias. Assim também o fórum do Monitor foi desativado, pela dificuldade de chegar a um consenso, ou, no mínimo, que se mantivesse o respeito pela opinião alheia. Defender argumentos com propriedade é um dom, mas forçar posicionamentos tendenciosos com crenças ou achismos definitivamente não dá.

A crise era uma marolinha? A nova política do Brasil e a equipe econômica do governo são confiáveis? Estamos imunes a turbulências externas? Mas a nossa casa está bem arrumada? Quando externei minha descrença no país, não me referia à nação, embora pobre, sem instrução e sujeita a manipulações. O voto da urna é soberano, e manda no poder aqueles que incitam o povo a não estudar, para se manterem ditando as regras. Executivo que não executa, cumpre o que mandam os caciques do partido dominante, congresso prostituído e arrogante, que impõe lideranças de condenados em suas posições-chaves, judiciário dominado, salvo um ou dois ministros que lutam contra a corrente... e as estatais aparelhadas.

Lembro que recomendava distância de ativos que tivessem BRAS no seu nome... EletroBRAS, Banco do BRASil, PetroBRAS, até a TeleBRAS tentaram ressuscitar mesmo que natimorta!... mas é inegável que houve quem ganhasse dinheiro com elas... os "sortudos", bem informados, ou parceiros ocultos de quem sabe o que vai acontecer. Onde foi parar a riqueza do Brasil? Na construção de estádios, no pagamento da folha, despesas com pessoal, na máquina governamental, nas propinas, compra de votos, desperdícios, e quem banca a conta? Como vão bem nossos hospitais, escolas, a segurança melhorou muito, a prevenção de catástrofes naturais, a infraestrutura... e a carga tributária do assalariado que não recebe "bolsas-qualquer-coisa", que trabalha para sustentar o governo com impostos...


Enfim, que papo chato... para isso, e por esse motivo, prefiro não escrever.


Mais vale analisarmos tudo pelo lado positivo - com as famosas frases feitas, de efeito (ou com defeito), já que não tem outro jeito:


"É sempre melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos." (Armando Nogueira)


"O otimista proclama que vivemos no melhor dos mundos. O pessimista teme que seja verdade." (James Branch Cabell)


"O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas." (William George Ward)


Então sejamos realistas!!!


Pobre do homem que tem o dinheiro como sua única riqueza.



10.12.12

PIB = Produto Interno Baixo

E como a falácia já era conhecida, a "marolinha" que vem devastando a economia global fez estragos ao nosso país. Enquanto a Europa entrou mesmo em recessão, com dois semestres de resultados negativos no seu crescimento (embora a expressão "crescimento negativo" pareça uma coisa surreal),  o Brasil continua patinando...

Não bastassem os escândalos políticos, de fazer inveja a qualquer tablóide sensacionalista inglês, agora até a conceituada revista britânica The Economist faz reportagem manifestando claramente uma "sugestão" à presidente Dilma, para demitir seu ministro da fazenda, e reformular toda  equipe econômica.

Tivemos, mais uma vez, um crescimento pífio, literalmente, "para inglês ver"... só que nem mesmo o povo do Reino Unido gostou do que viu. Foi usada uma estratégia de incentivar a população a consumir - mesmo que irresponsavelmente, a juros baixos e prestações a perder de vista (tão longas que nem os ingleses conseguem enxergar), em detrimento de fomentar a competitividade industrial.

Continuamos sendo o país das commodities, com o preço do minério em queda, na busca por alternativas mais sustentáveis para substituir o petróleo (enquanto o nosso continua enterrado nas profundezas do oceano), o que salvou foi a safra de grãos. A agropecuária, apesar do boicote - agora também dos japoneses - à nossa carne, foi o diferencial em todo este emaranhado de perdas. Mas o custo tem sido alto... além dos impostos que nos impõem a mais alta carga tributária, a derrubada de árvores com o desmatamento de florestas, o extermínio (genocídio) de civilizações indígenas, tudo para atender a ganância dos fazendeiros-grileiros, plantadores de soja e outros gêneros, ou mesmo criação extensiva de gado, está aniquilando nosso maior patrimônio: a produção abundante de ar. E ainda existem os projetos de hidrelétricas megalomaníacas, de certa forma essenciais para um país que não se planejou em termos de geração de energia (com tanta fonte alternativa disponível), tornando nossa matriz obsoleta e incapaz de abastecer as grandes cidades que se formam com o êxodo rural.

Mas como somos um país sempre voltado para trás, o que vem ocorrendo é um novo movimento no sentido inverso... o povo, massacrado pela falta de emprego nos grandes centros, esgotado pelo alto custo das metrópoles, vem retornando ao campo, em busca de melhor qualidade de vida... e promessas de ganhos na lavoura ou na exploração (ilegal?) de madeira, que podem ser armadilhas camufladas para um novo ciclo de trabalho escravo.

Concordo com o que li outro dia: os comentários da imprensa internacional sobre os rumos da economia brasileira, pondo um ponto final na fascinação causada no início de mandato pelo ex-PR (como é chamado pela sua suposta amante, a chefe de gabinete, que manda-em-tudo, indica amigos e parentes para cargos públicos, que falsifica documentos, e faz evasão de divisas em malas diplomáticas, além de colaborar com licitações manipuladas, vixe...), deveria nos preocupar e não irritar . E um pouco de humildade não faz mal a ninguém. Afinal dizer que a crise grave está na Europa, e não aqui, chega a ser risível. A crise aqui é na saúde, na educação, na ética, nos costumes exóticos, na exacerbação da exaltação a todo tipo de minoria, nas amizades comprometedoras na politica mundial. E a crise acaba sendo mais longa pela falta de humildade justamente por isso. Não vamos quebrar (?), temos robustas reservas e mercado interno, de vez que, se somos a oitava economia, devemos ser entre os cinco mais populosos. Mas estamos condenados à mediocridade, baixa qualidade, à corrupção e violência. Infelizmente temos muito a caminhar para chegarmos a uma Espanha, que mesmo combalida, tem cultura, educação e saúde. Estamos, sem dúvida, na contramão.

Infelizmente fazemos parte de uma nação jovem, de muita história, e pouca memória. Onde os políticos oferecem o novo, mas seguem com as velhas práticas de tempos imperiais. Acabam com empresas tradicionais que não servem de suporte a seus projetos, fazem privatizações suspeitas (embora necessárias), ou usam a estrutura das estatais em benefício próprio, aparelhando seus quadros e se apropriando diretamente de nossas riquezas. Não importa qual é o partido governante, o que vale é estar no poder... à qualquer preço. E essa conta vai ficando mais cara. Quem, um dia, vai pagar a fatura???





9.11.12

Educação, Consumo e Investimentos


Cada um de nós vem ao mundo com uma missão, mas todos os pais (e mães) têm uma tarefa adicional e prioritária: educar seus filhos. Quem prefere delegar essa responsabilidade exclusivamente às escolas está cometendo um equívoco. A rede pública de ensino no país é fraca, então, as famílias que podem pagar colégio particular não medem esforços para tentar proporcionar a melhor formação para seus dependentes, de forma que os mesmos possam ter uma vida adulta e profissional com autonomia.


Mas o sucesso depende muito mais do apoio e participação dos pais no dia a dia das criança, impondo limites, ajudando nos estudos, e contribuindo diretamente na formação do caráter com os exemplos. Isso tudo, principalmente durante as fases do ensino fundamental e médio. Depois, não dá para se esperar muita coisa com a implementação do regime de cotas nas universidades. O nível tende a cair (muito) para não ocorrerem reprovações em massa!

Então, não convém estimular uma mentalidade consumista, assim como o governo busca fazer com a classe média mal instruída  - 53% da população, aqueles com renda per capita entre R$ 291 R$ 1.019 (???) - a base de sustentação do mercado interno, incentivada pelas pequenas prestações a perder de vista, a gastar aquilo que não têm, para comprar o que não precisa, a fim de impressionar gente que não conhece, e tentar ser uma pessoa que não é...

São esses que formam o nosso mercado interno, a mola propulsora do tênue crescimento forçado do PIB, os bolsistas apadrinhados e fiéis no voto obrigatório, que consomem sem saber se vão poder arcar com as mensalidades contratadas, que estão com o nível de endividamento comprometido, e fatalmente levarão seus financiadores a prejuízos (rateados pelos bons pagadores), quando os calotes se tronarem incontroláveis, e os índices de inadimplência extrapolarem qualquer provisão dos bancos.

Enquanto isso aumentam os impostos para cobrir as despesas superfaturadas em obras emergenciais para geração de energia - com tantas alternativas, querem construir hidrelétricas que afogam florestas e seus habitantes nativos (espécies de animais sendo extintas e tribos indígenas dizimadas) que nos livre dos apagões - assim como em projetos questionáveis de eventos esportivos para "inglês ver". O próprio povo só terá acesso à Copa do Mundo e Olimpíadas pela televisão. Os donos das redes transmissoras é que devem estar gostando...

O Brasil não fortaleceu seu parque industrial, continuamos sendo um mero fornecedor de matérias-primas para as multinacionais nos revenderem depois seus produtos acabados. O país das commodities, onde os fazendeiros destroem a mata para plantar grãos ou criar gado, o petróleo do fundo do mar, os minérios que terão um reajuste severo nos seus preços... vai sobrar o quê? A crise econômica continua, apesar do alento com a reeleição de Barack Obama nos EUA, os problemas ainda não foram solucionados. Assim como na Europa o desemprego só faz aumentar... e a China? Mesmo com o câmbio controlado, dificilmente vai conseguir o mesmo nível de crescimento dos últimos anos. Vai vender para quem?

Sendo otimista, os tempos difíceis ainda não terminaram... e como o mundo não deve acabar em dezembro, melhor agir com muita precaução, já que ninguém sabe o que pode vir por aí. Investimento bom é em educação, e ativos conservadores que remunerem o capital com menor risco. Toda especulação uma hora tem fim. Ou nosso país só é bom para gringo investir???




O ideal para o cidadão comum é fazer uma reserva e preservar sua poupança!




17.8.12

Agronegócio


Grande produtor de açúcar, café, soja e agora milho... a agricultura vai muito bem no Brasil.

O problema continua sendo a logística para exportação. Além de escolas, hospitais, segurança, saneamento, também falta infraestrutura para escoar a boa safra.


Segundo matéria do Financial Times, o país já adquiriu status de superpotência agrícola, mas a situação das estradas e falta de ferrovias, faz com que o transporte das commodities fique penalizado... apesar do recente anúncio oficial do pacote de concessões que prevê investimentos totais de 133 bilhões de reais ao longo de 25 anos - o maior já feito no país no setor, com o objetivo de reduzir os gargalos de infraestrutura e estimular o crescimento da economia... quando não é a defasagem no câmbio, é a logística... a vida do exportador não está mesmo fácil.


Enquanto isso os preços do milho disparam, rompendo as cotações máximas atingidas ano passado no mercado internacional.

13.8.12

Reflexões Olímpicas


Com a belíssima festa de encerramento dos jogos de Londres, a responsabilidade de organizar uma olimpíada passou a ser do Brasil. Sim, porque apesar da cidade do Rio de Janeiro ter sido escolhida como sede, o nosso desafio é muito maior - a nível nacional.



Uma competição deste tamanho, contando com milhares de atletas, vindos de centenas de países, disputando diversas modalidades, não é apenas um espetáculo esportivo. Atraindo a atenção da mídia mundial, este evento entrelaça (e une) diversas culturas, aspectos econômicos e políticos - todos têm influência direta nos resultados de cada delegação.

Há bem pouco tempo eu estive na Grécia, sede dos primeiros jogos da era moderna, assim como foi também o "berço" das competições, no ano de 776 a.C. O sítio arqueológico de Olympia é hoje um campo remoto, com algumas pedras em ruínas a céu aberto, na região de Ilia. Assim como a Acrópole, em manutenção que nunca acaba, teve muitas de suas esculturas milenares levadas (apropriadas?) pelos ingleses para serem exibidas nos museus londrinos...


Oito anos após as últimas Olimpíadas em Atenas, o legado para a população não foi dos melhores. Apesar de toda tradição, os concorrentes gregos não transformaram em medalhas o esforço por receberem os jogos de 2004. Em terras britânicas foram apenas 2 medalhas de bronze, deixando o país na 75ª posição - ao lado de Moldávia, Qatar e Singapura.

A capital expõe uma crise econômica, política e de identidade... afinal o povo grego é o mesmo que constituiu uma das civilizações mais antigas, ricas e cultas da história, ou passou a ser apenas outro membro da comunidade européia capitaneada pela Alemanha? Passando pelo bairro de Monastiraki (o maior mercado da cidade, foto abaixo), percebi como as pessoas locais estão vivendo em dificuldades. Terá sido herança do "custo" de promover um evento desta grandeza? Sem condições para isso, e com as divergências políticas internas e externas, criaram um endividamento - e manipulações contábeis - de improvável solução.


Mas o Reino Unido deu um show... que, aliás, é sua especialidade. No ano de comemoração do jubileu de diamante da Rainha Elizabeth, as festas começaram mais cedo. A preparação de seus atletas se iniciou assim que a cidade de Londres foi escolhida como sede, há 7 anos atrás. E foram investidas muitas libras esterlinas, oriundas também de um fundo com recursos captados através da loteria britânica. Tudo isso ficou espelhado no quadro de classificação: terceiro lugar geral, atrás apenas dos EUA e China, um feito em tanto, com a conquista de 29 medalhas de ouro, somando 65 no total.

E o que fez o Brasil? Bateu seu recorde de medalhas, mas não tem grandes motivos para se orgulhar... foram apenas 3 "subidas" no lugar mais alto do pódio, com uma jovem judoca do Piauí, um ginasta nas argolas, e a seleção feminina de volei - bicampeã olímpica, liderada pelo fantástico, competente e sereno técnico, José Roberto Guimarães. As meninas souberam vencer as adversidades, e, com toda justiça, comemoraram de forma esfuziante!


Fora isso, vale louvar as "pratas" conquistadas por Thiago Pereira na natação e Esquiva Falcão no boxe... o volei masculino, na quadra e de praia, perdeu nas finais, e o time de futebol do Mané Menezes não merece comentários! Salvam-se ainda mais 3 bronzes no judô, os terceiros lugares dos boxers (com Adriana e Yamaguchi), o recorde de Robert Scheidt - maior medalhista brasileiro, o prêmio de "consolação" do Cesar Cielo, a dupla feminina no volei de areia... e a brilhante conquista da medalha na última prova de Pentatlo moderno entre as mulheres. Yane Marques veio de Afogados da Ingazeira, longínqua cidade com 34 mil habitantes, do interior de Pernambuco, para honrar sua camisa e fechar a participação brasileira momentos antes do fim da festa!

A bola já foi passada para o Rio... do "imperfeito" prefeito Paes, do (des)governador Cabral, da presidenta Dilma, dos congressistas fisiológicos, dos réus do mensalão, e da mais alta corte do país: o Supremo Tribunal Federal, onde o povo deposita todas as suas maiores esperanças de vencermos uma "disputa" que somos incontestavelmente líderes mundiais... contra a corrupção e impunidade. Chega de roubos e falcatruas, de uso político das empresas estatais, de prejuízos por culpa de terceiros (ainda a marolinha???), de malversação de verbas, gestões temerárias, tudo quase sempre coadunado pelo Poder.


O poder é da população! E a maior arma do cidadão é o VOTO. Que se elejam dignos representantes, para exigir deles uma melhor qualidade de vida, menos impostos - e que estes se revertam para o bem comum, chega de apadrinhamento com bolsas oportunistas, menos esmolas e mais escolas, cotas universitárias por competência - não por raça, credo, e/ou, simplesmente, condições sociais questionáveis - que o país evolua e se desenvolva com todo potencial natural, energético, e fibra de seus habitantes... que isso tudo se traduza em mais transparência na administração pública, serviços básicos, estrutura, seriedade, bons princípios, e tragam como consequência uma equipe olímpica mais forte para 2016.

Nossa nação ainda está amadurecendo, que trilhe pelo caminho da prosperidade e atinja o sucesso que tanto promete ao longo de sua breve história. Fico na torcida para que este empenho não se transforme mais um sonho frustrado, como muitos outros que se perderam no desperdício e falta de convicção... a hora é essa!!!

E a bolsa vai voltar, continua subindo? Tomara que sim... até quando? O que importa é que a crise econômica mundial seja resolvida, diminua a escalada do desemprego global, e as relações comerciais entre os países retomem um ritmo de crescimento razoável, de forma a reduzir as desigualdades no planeta.




10.8.12

PrejuBras




Quanto mais eu viajo, maior é o meu choque a cada retorno ao país...



Um país rico em matérias-primas, com dimensões continentais, uma natureza esplêndida... e um povinho... que, na contra-mão do mundo, parece ficar mais inculto, com toda informação e recordes de acesso à internet, sem incentivos ao estudo, não aprende a votar, e corre o risco de reeleger muitos desses pilantras que habitam diariamente os noticiários políticos e/ou policiais. Os crimes vão muito além do espaço digital... fraudes reais... são muitos dígitos!!!

Seja qual for o partido, o importante é estar sempre ao lado do poder... ninguém sabe fazer oposição, muitos preferem ficar alienados (que presente aos bandidos), e a gestão dos funcionalismo, a condução da economia, as relações diplomáticas, são deploráveis.

Ai, ai, ai... por onde anda o caboclo vingador??? Esses sentimentos desalentadores não me fazem bem!

E tudo aponta para um beco sem saída: quando fizeram privatizações, acusaram roubos... as empresas se tornaram mais eficientes, ganharam mercado, expandiram fronteiras e parceiros comerciais... mas chamaram o processo de "privataria". Imagino que não devem faltar razões...

O que seria melhor? Manter as empresas sobre o jugo do Estado, explorada politicamente, com quadro de funcionários inchado, apadrinhamentos, manipulações nos balanços, e preços controlados conforme os interesses momentâneos, contrariando as regras do mercado? Como se nomeia isso? Pirataria Oficial?

E tome prejuízo... igualmente aos corretores, com os clientes, investidores ou sócios minoritários ganhando ou perdendo, o lucro dos (ir?)responsáveis está garantido. Na bolsa de valores tudo é motivo de especulação... pouco importam os fundamentos, se é que existem... resultado foi negativo, cai o valor das ações... o governo vai aumentar o preço ao consumidor... as cotações voltam. Onde estão os poços milagrosos de petróleo? Longe da (in?)competência de quem decide...

E o país não vai a lugar nenhum... ou pior, vai para o lado da Venezuela, Cuba, Bolívia, cada vez mais distante do primeiro mundo. Aliás, desenvolvidos mesmo, em termos culturais e civilidade, são os escandinavos, canadenses e suíços. A Europa permanece em crise, com grandes movimentos migratórios vindos do leste, do mundo árabe, e como de costume, os ciganos.

E aqui, o julgamento do mensalão... Salvem o Brasil... ele ainda tem salvação!!! O princípio é o estudo, o conhecimento, a evolução cultural... e que tudo isso se faça valer na hora do VOTO! Este ano tem eleição... até logo mais!

29.6.12

Quem quer ser milionário?


Renda variável é mesmo um investimento de risco... assim como também pode ser o mercado imobiliário, principalmente para os que acreditam em ganhos fáceis e acabam comprando "terrenos na lua". Quedas na ordem de 30% em um dia, e de mais 20% no outro, abalam qualquer patrimônio. Mas quem abriu o capital de suas empresas divide este prejuízo com aqueles que pretendiam, rapidamente, ficar milionários... os minoritários... ou seriam miniotários?

Saiu no jornal:

As ações da empresa OGX derreteram após divulgação de dados de produção muito abaixo do esperado pelo mercado, levando analistas a questionar as bases do programa de crescimento das empresas do grupo. A empresa divulgou que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos é de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia, apenas um terço do que o mercado esperava.



Em teleconferência na quarta-feira, o bilionário Eike Batista tentou acalmar os investidores. O empresário afirmou que o grupo está trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e descartou qualquer chance de falência da empresa. Segundo ele, a OGX é uma empresa sólida, com caixa e "muito viável". Os esforços do bilionário, no entanto, para acalmar investidores surtiram pouco efeito e o mercado continua questionando as bases do programa de crescimento das empresas 'X'.



Como um efeito cascata (imaginem se fosse uma "cachoeira"...), e apesar da troca no comando da OGX, as ações das outras empresas do grupo de Eike também amargaram perdas consideráveis nas bolsas de valores.


Assim como resultados anteriores não servem como garantia de rentabilidade futura, comprar ações de empresa sem histórico no mercado sempre foi uma decisão temerária. Quando a bolsa está para cima, até "Piano de Cauda SA" sobe, se for lançado do terraço... mas, no momento em que as coisas vão mal, bate o desespero nos investidores. E dizem que é nestas horas que surgem grandes oportunidades. Dever ter sido desse jeito, e com uma boa dose de informações, que o "homem" ficou BILIONÁRIO. Sinto muito pelos que estão pagando a conta.


Tomara que não seja um prenúncio de estouro da bolha "X".



25.6.12

Continuam especulando... e vendendo ações, ilusões, tudo!

As interrogações sobre o destino da comunidade europeia continuam, se a Grécia vai dar calote, abandonar (ou ser tirada) do grupo, se a Alemanha permanecerá sustentando o euro como moeda da zona, os especuladores seguem vendendo - tudo - e eu me permito uma folga, uma vez que nada disso é novidade, pelo contrário, mais que esperado (basta ver os posts anteriores do blog).

Sendo assim, o Seagull, como um bom pássaro pescador, vai voando... alto!!!

E para ilustrar, saindo um pouco do assunto "finanças", compartilho com os leitores uma mensagem sobre um trabalho que fiz para um concurso de esportes aéreos.

HELLO MY FRIENDS... YOU CAN FLY.

Como eu havia filmado recentemente, pela primeira vez, as imagens de um voo que fiz na Pedra Bonita, resolvi me inscrever em um concurso que oferece como prêmio uma viagem e estadia para a Copa Ícaro de Voo Livre, em Saint Hilaire du Touvet, a se realizar em setembro, nos alpes franceses, próximo à cidade de Grenoble.

Eram quase 2 horas de imagens na GoPro, e tive que editar um vídeo de 3 minutos para atender o regulamento. Apesar de bastante "enxuto, achei o resultado legal.

Para quem algum dia sonhou em voar, e se interessar por assistir o clipe, segue a incorporação do You Tube. O título original era "FLY WITH ME".




OVER & OUT.


14.5.12

Tudo na maior normalidade...

Como insinua o título deste álbum do Supertramp... que crise???


Enquanto isso... o dolar...
Ainda bem que o mercado nos permite comprar e vender... qualquer coisa
- desde que haja liquidez!



4.5.12

O que vem antes, juros baixos ou inflação?

Com a declarada missão das autoridades monetárias para redução dos juros, desta vez o governo terá mesmo que mexer no rendimento da caderneta de poupança para não desequilibrar as aplicações em títulos e fundos de investimento RF. Mas a nova regra só é válida para os novos depósitos realizados a partir de 04/05/2012.

Seguindo o empenho do Planalto, os bancos públicos já começam a sentir tais efeitos em seus balanços. O Banco do Brasil - que possui acionistas minoritários detentores de pequena participação em mercado) apresentou um lucro líquido quase 15% abaixo do mesmo período no ano anterior. Assim, com o resultado de 2,5 bilhões ele ficou atrás do Itau (R$ 3,4 bi) e Bradesco (R$2,7 bi).

Deve ser muito difícil fazer política monetária quando a política do partido, do toma-lá-dá-cá, do leva-e-traz, tem como prioridade manter os níveis de aprovação do governo, ainda com vistas às próximas eleições deste ano.

24.4.12

Oiiiiiiiiiiii... falta romper a congestão.


Com o anúncio da conversão das ações da Telemar e BrT em Oi - assim como em Wall Street passou de TNE para OIBR - o gráfico do ativo negociado em New York (NYSE) confirmou seu fundo e agora desenha um canal ascendente, insinuando a possibilidade do rompimento de uma forte resistência na casa dos U$17,50.

Vai passar? Parece que houve uma boa acumulação e, mesmo que surjam movimentos corretivos, a perspectiva de curto/médio prazo das cotações se mostram boas.

O que vale é acompanhar o mercado, desenvolver os estudos e traçar as próprias estratégias.

Bons trades.