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19.2.07

Petróleo recua para US$59 com previsão de tempo ameno nos EUA

19/02/2007 - 10h43
Petróleo recua para US$59 com previsão de tempo ameno nos EUA

LONDRES (Reuters) - O petróleo caía na segunda-feira para 59 dólares o barril, pressionado por expectativas de tempo mais quente nos Estados Unidos. Mas as ameaças à exportação da Nigéria são um fator de sustentação dos preços.
Apesar das atuais baixas temperaturas nos EUA, que elevaram a demanda por óleo de aquecimento no maior consumidor de energia do mundo, analistas já estão olhando para a primavera, quando o consumo do produto cai.
"A expectativa de tempo frio em fevereiro já está precificada e o frio em março não é considerado como um grande incentivador dos mercados de petróleo", disse Mike Wittner, do banco de investimento Calyon.
"A partir de março, a demanda do produto deve despencar, como normalmente acontece", acrescentou.
O petróleo nos Estados Unidos com entrega para março era cotado em queda de 0,59 por cento, a 59,04 dólares o barril às 10h30 (horário de Brasília). Em Londres, o barril do tipo Brent exibia queda de 15 centavos, a 58,80 dólares o barril.
O volume de negócios deve ser reduzido nesta segunda-feira porque os mercados dos EUA estão fechados em comemoração do feriado do Dia do Presidente, disseram operadores. O pregão eletrônico continua funcionando.
Na sexta-feira, o petróleo saltou 1,40 dólar depois que os EUA alertaram que militantes na Nigéria planejavam expandir seus ataques contra estrangeiros para além da região produtora do delta do Níger.
Forças de segurança informaram na segunda-feira que três croatas foram sequestrados na cidade de Port Harcourt, elevando para nove o número de estrangeiros capturados por diferentes grupos armados.

Um comentário:

Juli disse...

Acredito que o momento não esteja bom para a Petrobras, mas pode melhorar.

Com o interesse do mundo por alternativas de energia renovável, tanto o alcool (etanol nos EUA) e o bio-combustível (incluindo também o querosene de aviação) podem agregar bastante valor à empresa, caso haja uma maior entrada destas tecnologias brasileiras no mercado externo.