Plus500

30.5.08

Elétricas

Com o anúncio da prorrogação dos prazos de concessão das hidrelétricas, isto não beneficia apenas a CESP - dando ao Governo de SP uma compensação pela venda da Nossa Caixa ao BB. A Eletrobrás, por consequência, vai colher os frutos destas renovações através de suas subsidiárias.

As notícias são explosivas:

Os papéis da ELET3 sobem diante da expectativa de solução para uma dívida de R$ 8,5 bilhões da Eletrobrás em dividendos. Reportagem do jornal Valor Econômico desta sexta-feira afirma que os ministros Edison Lobão (Minas e Energia) e Guido Mantega (Fazenda) esperam chegar a um acordo em 10 dias sobre um plano para pagar os acionistas da Eletrobrás.

Já a CESP (quem lembra da minha sugestão ao governador) deve vender suas ações até o limite mínimo necessário para o governo de SP manter controle estatal da empresa.

Atualmente, o governo de São Paulo detém 79% das ações da Cesp. Para manter o controle, precisa somente de 51%. O governador José Serra desistiu de privatizar a companhia energética, diante da sinalização de que o governo federal pode prorrogar a concessão das usinas de Jupiá e Ilha Solteira, válidas até 2015.


Pois é... mas enquanto uma sobe muito (neste instante ELET3 está com +8,56%), a outra cai bem - CESP3 perde 5,32%.

Política e negócios quando se misturam...

Ontem a Petrobras ainda divulgou mais um poço milagroso de óleo leve em águas rasas, bem próximo do litoral paulista. Da camada pré-sal continua a corrida para mapear a área dos blocos de exploração, e decidir em breve, como serão feitas as perfurações para extrair o "ouro-negro".

E o Investment Grade? S&P, DBRS, Moody's... onde estão os bi (tri) lhões de dolares dos fundos de pensão? Certo... tudo leva um tempo para acontecer! A única coisa que reage imediatamente é o capital volátil - êita dinheirinho esperto!

5 comentários:

Bancotario disse...

Basta olhar o Dolar...

1,627...

Ocorre, Sea, que nem tudo vai pra Renda Variável !

Abcs

Bancotario disse...

Em tempo...

Compare o volume médio do IBOV após o IG da S&P... deu uma sensível melhorada...

Não obstante a isso, CDB ( ou títulos ) tb dão lastro para VENDAS !

Gde Abraço

Focc@ disse...

Olá Seagull,

Saiu uma matéria legal na infomoney, colocando a idéia de análise gráfica por retângulo (como mais uma alternativa), gostaria de você comentasse algumas das suas análises onde usou fibo com o retângulo, já que ainda estou aprendendo a mexer com análise gráfica

Obrigado, e parabéns pelo site
Arthur

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1134739&path=/investimentos/

Seagull disse...

É isso Banco,

o importante é o fluxo continuar para dentro. Mas tem estes efeitos colaterais, como apreciação do real, as taxas do CDB - que com o aumento da infação tendem a ficar bem atrativas, e embutem muito menos riscos do que a RV (dependendo do emissor é quase nulo com o IG)

Entao isto pode mesmo levar este capital a ingressar por outras "portas" que não a bolsa, e esta poderia ficar sujeita à alguma realização.

Mas só veremos isso depois, com o passar do tempo.

Abs ^v^

Seagull disse...

Focc,

não sei especificamente do que eles se referem que seja novo em análise técnica.

Recentemente escrevi um artigo (acho que com o titulo "onde comprar, quando vender")

Os retângulos são uma das figuras mais conhecidas falando graficamente.

Podem criar novas "roupagens" para estes estudos, mas continuará sendo ainda um "caixote", box, ou se quiser um nome mais técnico e "importado" podemos nos referir a ele como trading range.

Nas congestões é sempre recomendável comprar no suporte (base do RTG) e vender no topo, até que se perca um destes extremos, quando aí sim a entrada fica totalmente sinalizada.

Há quem prefira comprar rompimentos e vender na perda de suportes. O Joe Ross e o MN parecem usar estas estratégias.

Mas, como tudo, a decisão é sempre pessoal e vai depender do perfil de cada trader.

Eu, particularmente, danço conforme a música. Mas no olho sempre podemos errar, entao o melhor resultado que obtive ate hoje foi seguindo o TS.

Abs ^v^